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Titular de Serviços de Notas e de Registros - Provimento - 2024


Página 7  •  Total 100 questões
40354Questão 61|Direito Civil|superior

De acordo com o entendimento do STJ, em se tratando de contrato de locação por prazo indeterminado, o fiador poderá notificar o locador para fins de exonerar-se da fiança

  • A

    sempre que lhe convier, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança pelo prazo de cento e vinte dias após notificar o locador.

  • B

    sempre que lhe convier, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança durante sessenta dias após o locador ser notificado.

  • C

    após trinta dias do início da vigência do contrato, ficando desobrigado dos efeitos da fiança imediatamente após notificar o locador.

  • D

    após quarenta e cinco dias de vigência do contrato, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança até o fim do contrato.

  • E

    após sessenta dias de vigência do contrato, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança até o fim do contrato.

40355Questão 62|Direito Civil|superior

Assinale a opção correta acerca da teoria da perda de uma chance, à luz do entendimento do STJ.

  • A

    O nexo causal que autoriza a responsabilidade é aquele entre a conduta omissiva ou comissiva do agente e a chance perdida, sendo necessário que esse nexo se estabeleça diretamente com o dano final.

  • B

    A reparação de danos só será possível se ficar comprovado que a pessoa teria chance de cura ou sobrevivência.

  • C

    O nexo causal que autoriza a responsabilidade é aquele entre a conduta omissiva ou comissiva do agente e a chance perdida, sendo desnecessário que esse nexo se estabeleça diretamente com o dano final.

  • D

    Não deve ser indenizada a expectativa ou a chance de se alcançar um resultado, ou de evitar um prejuízo, ainda que envolva bem que merece proteção jurídica.

  • E

    Não é suficiente a possibilitar a reparação de danos a mera privação indevida da chance de cura ou sobrevivência da pessoa.

40356Questão 63|Direito Civil|superior

Segundo entendimento do STJ, no contrato de seguro sobre a vida de outrem, a morte do segurado causada por ato ilícito praticado pelo contratante que seja cônjuge daquele acarreta a

  • A

    anulabilidade do contrato de seguro e obsta o recebimento da indenização securitária pelo contratante, mas não impede que os demais beneficiários do seguro recebam a indenização convencionada no contrato.

  • B

    anulabilidade do contrato de seguro, mas não obsta o recebimento da indenização securitária pelo contratante e pelos demais beneficiários do seguro.

  • C

    nulidade do contrato de seguro e obsta o recebimento da indenização securitária pelo contratante, mas não impede que os demais beneficiários do seguro recebam a indenização convencionada no contrato.

  • D

    nulidade do contrato de seguro e obsta o recebimento da indenização securitária pelo contratante e pelos demais beneficiários do seguro.

  • E

    anulabilidade do contrato de seguro e obsta o recebimento da indenização securitária pelo contratante e pelos demais beneficiários do seguro.

40357Questão 64|Direito Civil|superior

De acordo com o disposto no Código Civil e a jurisprudência do STJ, no contrato de seguro de vida em que o segurado deixe de indicar o beneficiário, mas, ao tempo da sua morte, seja casado,

  • A

    metade do capital segurado será pago ao cônjuge não separado de fato do segurado, e metade aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.

  • B

    o capital segurado será pago integralmente ao cônjuge, caso este não esteja separado de fato do segurado.

  • C

    um terço do capital segurado será pago ao cônjuge, desde que este não esteja separado de fato do segurado, e dois terços aos herdeiros, obedecida a ordem da vocação hereditária.

  • D

    o capital segurado será pago integralmente aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.

  • E

    metade do capital segurado será pago ao cônjuge não separado judicialmente, e metade aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.

40358Questão 65|Direito Civil|superior

Determinado imóvel foi penhorado em decorrência de débito condominial. Em momento posterior, terceiro passou a exercer a posse sobre o imóvel, vindo a adquirir a propriedade por usucapião.

Com base nessa situação hipotética e na jurisprudência do STJ, é correto afirmar que aquisição originária da propriedade por usucapião

  • A

    não prevalece sobre o caráter pessoal do débito condominial, sendo mantida a penhora incidente sobre o bem.

  • B

    prevalece sobre o caráter pessoal do débito condominial, mas não autoriza a desconstituição de penhora incidente sobre o bem.

  • C

    prevalece sobre o caráter propter rem do débito condominial, de modo a autorizar a desconstituição de penhora incidente sobre o bem.

  • D

    prevalece sobre o caráter pessoal do débito condominial, de modo a autorizar a desconstituição de penhora incidente sobre o bem.

  • E

    não prevalece sobre o caráter propter rem do débito condominial, sendo mantida a penhora incidente sobre o bem.

40359Questão 66|Direito Civil|superior

De acordo com o STJ, a pretensão de reparação civil decorrente do reconhecimento judicial de nulidade de negócio jurídico causada por ato praticado por tabelião no exercício da atividade cartorária

  • A

    decai em quatro anos, iniciando-se o prazo da prática do ato lesivo.

  • B

    prescreve em dez anos, iniciando-se o prazo do trânsito em julgado da ação anulatória.

  • C

    prescreve em dez anos, iniciando-se o prazo da prática do ato lesivo.

  • D

    prescreve em três anos, iniciando-se o prazo da prática do ato lesivo.

  • E

    prescreve em três anos, iniciando-se o prazo do trânsito em julgado da ação anulatória.

40360Questão 67|Direito Civil|superior

Assinale a opção correta a respeito do negócio jurídico simulado, à luz do disposto no Código Civil e da jurisprudência do STJ.

  • A

    Uma das partes não pode alegar contra a outra a simulação do negócio jurídico sob pena de incorrer em venire contra factum proprium.

  • B

    Tal instituto não pode ser declarado de ofício pelo juiz da causa, exigindo-se a impugnação por uma das partes.

  • C

    O negócio jurídico simulado configura anulabilidade, não podendo ser arguida por uma das partes em desfavor da outra.

  • D

    Na simulação relativa, o negócio jurídico simulado é nulo, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.

  • E

    Na simulação relativa e na simulação absoluta admite-se o aproveitamento do ato se for válido em sua substância e forma.

40361Questão anuladaAnuladaQuestão 68|Direito Civil|superior

Conforme o disposto no Código Civil e o entendimento do STJ, o contrato de doação

  • A

    é espécie de contrato solene, devendo ser celebrado apenas por escritura pública, podendo-lhe ser conferida interpretação extensiva.

  • B

    pode ser celebrado informalmente entre as partes e admite interpretação extensiva.

  • C

    pode ser celebrado informalmente entre as partes e deve ser objeto de interpretação restritiva.

  • D

    é espécie de contrato solene, devendo ser celebrado por escritura pública ou instrumento particular, podendo-lhe ser conferida interpretação extensiva.

  • E

    é espécie de contrato solene, devendo ser celebrado por escritura pública ou instrumento particular, e deve ser objeto de interpretação restritiva.

40362Questão 69|Direito Civil|superior

Consoante o posicionamento do STJ, a anulabilidade do negócio jurídico

  • A

    aproveita unicamente aqueles que a alegarem, não podendo, em nenhuma hipótese, ser estendida a terceiros.

  • B

    pode ser invocada como matéria de defesa, não dependendo do ajuizamento de ação desconstitutiva específica.

  • C

    deve necessariamente ser alegada em procedimento próprio, a fim de que possa ter efeito após o trânsito em julgado.

  • D

    pode ser alegada pelos sujeitos da relação jurídica ou por terceiros que lhes sejam estranhos.

  • E

    pode ser pronunciada de ofício pelo magistrado.

40363Questão 70|Direito Civil|superior

Considerando o disposto no Código Civil e a jurisprudência do STJ, é correto afirmar que a desconsideração da personalidade jurídica de associação civil

  • A

    é cabível e seus efeitos atingem todos os associados.

  • B

    é inviável, por ausência de expressa previsão legal.

  • C

    é inviável, por inexistir elemento pessoal, sendo este requisito para a desconsideração da personalidade jurídica.

  • D

    é cabível, e seus efeitos atingem apenas o patrimônio daqueles associados que exerceram algum cargo diretivo e com poder de decisão dentro da entidade.

  • E

    é inviável, por inexistir vínculo obrigacional entre a associação e seus associados.