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Técnico Judiciário - Apoio Judiciário e Administrativo - 2022


Página 8  •  Total 80 questões
26045Questão 71|Direito Processual Penal|médio

Sobre a competência para julgar os crimes dolosos contra a vida, é correto afirmar que:

  • A

    uma lei infraconstitucional pode atribuir ao júri a competência para julgar delitos não dolosos contra a vida isoladamente;

  • B

    os crimes preterdolosos, em que há o resultado morte, são da competência do tribunal do júri;

  • C

    não é possível que um crime doloso contra a vida seja julgado por órgão diverso do tribunal do júri;

  • D

    é possível que um crime não doloso contra a vida seja julgado pelo júri, desde que conexo a outro delito doloso contra a vida;

  • E

    no âmbito da Justiça Federal não há previsão para instalação e funcionamento do tribunal do júri.

26046Questão 72|Direito Processual Penal|médio

Quanto à primeira fase do procedimento dos crimes dolosos contra a vida, corresponde à diferença fundamental para o procedimento comum sumário:

  • A

    a previsão de resposta à acusação;

  • B

    a ausência de réplica após a resposta;

  • C

    o menor prazo para realização de audiência de instrução e julgamento (AIJ);

  • D

    o ato decisório final proferido oralmente;

  • E

    o juízo progressivo de admissibilidade da imputação.

26047Questão 73|Direito Processual Penal|médio

Em relação à instrução preliminar do procedimento dos crimes dolosos contra a vida, é correto afirmar que:

  • A

    tanto acusação quanto defesa poderão arrolar até cinco testemunhas;

  • B

    o juiz togado é o primeiro a formular perguntas à testemunha, sendo seguido da parte que a arrolou;

  • C

    deprecada a oitiva de testemunhas de defesa, poderão ser ouvidas, no juízo deprecante, todas as testemunhas presentes;

  • D

    deprecada a oitiva de testemunhas de defesa, poderá ser realizado, no juízo deprecante, o interrogatório do réu;

  • E

    se houver assistente de acusação, este se manifestará em alegações finais pelo prazo não utilizado pelo Ministério Público.

26048Questão 74|Direito Processual Penal|médio

Quanto à decisão de pronúncia, é correto afirmar que:

  • A

    não é possível a exclusão de qualificadoras no momento da pronúncia;

  • B

    é possível a inclusão de qualificadora não contida na denúncia, desde que haja aditamento, espontâneo ou provocado;

  • C

    é vedado ao juiz tecer considerações aprofundadas ou definitivas a respeito do mérito da causa;

  • D

    reconhecida a nulidade da pronúncia por excesso de linguagem, seu desentranhamento é suficiente para sanar o vício;

  • E

    a pronúncia deverá especificar todas as questões relativas à pena, incluindo circunstâncias agravantes e/ou atenuantes.

26049Questão 75|Direito Processual Penal|médio

A absolvição sumária na primeira fase do procedimento dos crimes dolosos contra a vida é sentença de mérito, definitiva, em tudo equivalente à absolvição proferida ao final de um processo de competência do juiz singular.

Sobre o tema, é correto afirmar que:

  • A

    não será cabível a absolvição sumária, na modalidade de absolvição imprópria;

  • B

    ao absolver sumariamente o réu por inimputabilidade, o juiz não precisa examinar a existência de outras teses defensivas;

  • C

    se o acusado for semi-imputável, é possível a absolvição sumária com aplicação de medida de segurança;

  • D

    contra decisão de absolvição sumária, é cabível o recurso de apelação residual;

  • E

    não há previsão para o recurso de ofício da sentença de absolvição sumária.

26050Questão 76|Direito Processual Penal|médio

Quanto ao desaforamento, é correto afirmar que:

  • A

    é causa de fixação da competência do tribunal do júri;

  • B

    pelo risco de imparcialidade do júri, tem o mesmo fundamento da exceção de suspeição dos jurados;

  • C

    o juiz pode representar ex officio pelo desaforamento, sem prejuízo do requerimento das partes;

  • D

    somente após o processo estar preparado para o julgamento pelo júri é que o feito poderá ser desaforado;

  • E

    pedido o desaforamento, ouve-se o juiz preparador do feito e, posteriormente, o procurador-geral de Justiça.

26051Questão 77|Direito Processual Penal|médio

Sobre os atos de comunicação processuais, é correto afirmar que:

  • A

    a intimação do Ministério Público será sempre pessoal, com a oposição da manifestação processual nos autos;

  • B

    o defensor dativo deve ser intimado pessoalmente, não sendo admitida sua intimação pela imprensa;

  • C

    o advogado do querelante ou do assistente de acusação deve ser intimado pessoalmente;

  • D

    o defensor constituído deverá ser intimado pessoalmente, não sendo admitida sua intimação pela imprensa;

  • E

    a intimação deverá ser feita por oficial de Justiça, sendo vedada sua realização por outro auxiliar da Justiça.

26052Questão anuladaAnuladaQuestão 78|Direito Constitucional|médio

Quanto ao processo e julgamento dos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos, é correto afirmar que:

  • A

    a resposta preliminar se tornou desnecessária diante da previsão de resposta à acusação, na forma do Art. 396-A do Código de Processo Penal (CPP);

  • B

    o procedimento especial se aplica aos crimes praticados por agente contra a Administração Pública;

  • C

    se o acusado que cometeu o crime funcional gozar de foro por prerrogativa de função, se aplica o procedimento especial do Código de Processo Penal (CPP) na competência originária;

  • D

    se o servidor público deixar o cargo que ocupava, não será aplicado o procedimento especial do Código de Processo Penal (CPP);

  • E

    o servidor público sem prerrogativa de foro que pratica crime funcional inafiançável terá a aplicação do procedimento comum.

26053Questão 79|Direito Processual Penal|médio

Quanto ao regime da liberdade provisória, é correto afirmar que:

  • A

    a principal finalidade da liberdade provisória é impedir a manutenção de prisão desnecessária, mantendo o acusado vinculado ao processo;

  • B

    a revogação da prisão, pelo desaparecimento dos motivos de sua decretação, é espécie de liberdade provisória;

  • C

    a liberdade provisória é uma contracautela a uma prisão cautelar ilegal, no caso da prisão em flagrante;

  • D

    não é possível a concessão de liberdade provisória quando o fato típico foi praticado em uma das hipóteses de excludentes de culpabilidade;

  • E

    ao verificar a situação econômica do preso, se o delegado reputar inadequada a fixação de fiança, concederá a liberdade provisória do Art. 350, caput, do Código de Processo Penal (CPP).

26054Questão 80|Direito Processual Penal|médio

As hipóteses de suspeição NÃO se aplicam aos:

  • A

    assistentes técnicos;

  • B

    peritos;

  • C

    intérpretes;

  • D

    serventuários da Justiça;

  • E

    jurados.