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Promotor de Justiça de Entrância Inicial - 2020


Página 2  •  Total 100 questões
27193Questão 11|Direito Processual Penal|superior

João sofreu calúnia, mas veio a falecer dentro do prazo decadencial de seis meses, antes de ajuizar ação contra o ofensor. Ele não tinha filhos e mantinha um relacionamento homoafetivo com Márcio, em união estável reconhecida. João era filho único e tinha como parente próximo sua mãe.

Nessa situação hipotética, o ajuizamento de ação pelo crime de calúnia

  • A

    somente poderá ser promovido pela mãe de João.

  • B

    poderá ser realizado pelo Ministério Público.

  • C

    poderá ser realizado por Márcio.

  • D

    não é cabível, haja vista a morte de João

  • E

    deverá ser realizado por curador especial, a ser nomeado para essa finalidade.

27194Questão 12|Direito Processual Penal|superior

De acordo com o Código de Processo Penal, é cabível ao juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar a

  • A

    pessoa de setenta e cinco anos de idade condenada pela prática do crime de estelionato.

  • B

    gestante condenada pelo crime de furto qualificado, desde que já tenha ultrapassado o sétimo mês de gravidez.

  • C

    mulher que, condenada pelo crime de roubo, tenha filho de um ano de idade.

  • D

    homem que, condenado pelo crime de corrupção passiva, seja o único responsável pelos cuidados do seu filho de dez anos de idade.

  • E

    mulher que tenha praticado o crime de abandono de incapaz contra seu filho de cinco anos de idade.

27195Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 13|Direito Processual Penal|superior

Na hipótese de haver duplo julgamento do mesmo fato, deve prevalecer o processo em que

  • A

    a sentença transitar em julgado primeiro.

  • B

    a sentença for prolatada primeiro.

  • C

    o inquérito tiver sido instaurado primeiro.

  • D

    a denúncia tiver sido ofertada primeiro.

  • E

    a sentença for mais favorável ao acusado.

27196Questão 14|Direito Processual Penal|superior

Assinale a opção correta, acerca dos quesitos no tribunal do júri.

  • A

    Quesito que verse sobre causa de aumento de pena deverá preceder quesito que trate de causa de diminuição de pena.

  • B

    Caso os jurados absolvam acusado do crime de homicídio, persistirá a competência deles para julgar demais crimes conexos que existirem.

  • C

    Alegação de excludente de ilicitude deve vir quesitada separadamente do quesito absolutório genérico.

  • D

    O quesito formulado de modo complexo não é causa de nulidade do julgamento.

  • E

    A tese de desclassificação deve preceder o quesito da absolvição.

27197Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 15|Direito Processual Penal|superior

Em ação penal privada, pedido de suspensão condicional do processo

  • A

    não é cabível, assim como a transação penal, porque tanto esse pedido quanto a transação penal são exclusivos de ações penais públicas.

  • B

    é cabível, desde que oferecido pelo Ministério Público, por ser um direito público subjetivo do acusado.

  • C

    não é cabível, diferentemente da transação penal, haja vista expressa disposição legal.

  • D

    é cabível, desde que oferecido pelo ofendido.

  • E

    é cabível somente em favor do réu, haja vista a possibilidade de ofensa ao princípio da indivisibilidade da ação penal privada.

27198Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 16|Direito Processual Penal|superior

A ausência da assinatura das testemunhas em relatório circunstanciado de busca e apreensão legalmente realizada pela polícia consiste em

  • A

    causa de nulidade absoluta da diligência realizada em qualquer tipo de procedimento penal.

  • B

    causa de nulidade relativa da diligência realizada, que será validada somente se as testemunhas forem ouvidas em juízo posteriormente.

  • C

    mera irregularidade formal na diligência realizada, não sendo causa de nulidade.

  • D

    causa de nulidade relativa da diligência realizada, que será validada somente se o advogado de defesa tiver comparecido na delegacia após a realização do ato.

  • E

    nulidade absoluta, desde que a diligência tenha sido realizada para atender procedimento da Lei de Combate às Organizações Criminosas.

27199Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 17|Direito Processual Penal|superior

João foi denunciado, tendo sido arroladas pelo Ministério Público as testemunhas Antônio, Paula e Carla, esta última residente em outro estado da Federação. Outra testemunha, Diana, foi arrolada pela defesa. Designada a audiência de instrução, compareceram Antônio, Paula, Diana e João, sem que ainda houvesse resposta do cumprimento da carta precatória de Carla. O juiz ouviu todas as testemunhas presentes e realizou o interrogatório.

Nessa situação hipotética,

  • A

    não ocorreu nulidade processual, ainda que tenha havido, no mesmo momento processual, a oitiva de testemunhas e o interrogatório.

  • B

    o juiz não agiu corretamente, pois a oitiva da testemunha de defesa somente pode ocorrer antecipadamente com expressa autorização das partes.

  • C

    o juiz não agiu corretamente, pois o interrogatório deveria ter sido realizado somente após o retorno da carta precatória.

  • D

    ocorreu nulidade processual, pois o juiz não poderia ter ouvido a testemunha de defesa antes do retorno da carta precatória.

  • E

    ocorreu nulidade processual, visto que o feito estava suspenso; o juiz deveria ter marcado a audiência apenas após o retorno da carta precatória.

27200Questão anuladaAnuladaQuestão 18|Direito Processual Penal|superior

Marcos, réu primário, foi preso em flagrante pela prática do crime de receptação, cuja pena máxima é de quatro anos. Na audiência de custódia, o juiz concedeu liberdade provisória a Marcos, mas impôs a medida cautelar de recolhimento domiciliar cautelar. Um mês depois da audiência, antes de oferecida a denúncia, descobriu-se que Marcos estava foragido.

Nessa situação hipotética, o juiz

  • A

    pode, de ofício, revogar a medida cautelar e decretar a prisão preventiva de Marcos.

  • B

    não pode decretar a prisão preventiva de Marcos, em nenhuma hipótese.

  • C

    pode conceder detração do tempo do recolhimento domiciliar.

  • D

    pode, mediante requerimento do Ministério Público, revogar a medida cautelar e decretar a prisão preventiva de Marcos.

  • E

    deve aguardar o oferecimento da denúncia para decidir sobre a revogação da medida cautelar imposta.

27201Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 19|Direito Penal|superior

Mário e Tiago estão em regime semiaberto, têm bom comportamento e já cumpriram mais da metade da pena. Mário foi comunicado do falecimento de sua irmã e deseja ir ao funeral dela. Tiago deseja visitar a família e participar do casamento de uma prima. Ambos preenchem os demais requisitos legais para a saída.

Nessa situação, deve-se

  • A

    negar a ambos os condenados os pedidos, porque não cabe autorização de saída nas hipóteses indicadas.

  • B

    permitir a saída temporária, sem escolta, de ambos os condenados.

  • C

    permitir a saída, com escolta, de ambos os condenados.

  • D

    permitir a saída, sem escolta, de Mário; e a saída temporária, com escolta, de Tiago.

  • E

    permitir a saída, com escolta, de Mário; e a saída temporária, sem escolta, de Tiago.

27202Questão 20|Direito Penal|superior

Em relação ao que dispõe a LEP, assinale a opção correta.

  • A

    Das decisões proferidas pelo juiz da execução caberá recurso de agravo, com efeito suspensivo.

  • B

    O procedimento judicial pode ser iniciado de ofício, a requerimento do Ministério Público, do interessado, de seu representante ou parente, ou da autoridade administrativa.

  • C

    A petição do indulto individual será entregue ao Ministério Público para a elaboração de parecer e posterior encaminhamento ao juiz da execução.

  • D

    A pena privativa de liberdade poderá ser convertida em restritiva de direitos, desde que o condenado esteja em regime aberto ou semiaberto e tenha cumprido um sexto da pena.

  • E

    O órgão do Ministério Público deve visitar anualmente os estabelecimentos penais, registrando a sua presença em livro próprio.