Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Juiz de Direito - 2015


Página 9  •  Total 100 questões
86704Questão 81|Direito Tributário|superior

A prescrição intercorrente:

  • A

    Não se aplica à prescrição em matéria tributária, diante da supremacia do interesse público sobre o particular.

  • B

    Pode se operar durante o curso da execução fiscal, se o executado não for localizado ou não forem encontrados bens suficientes para garantir a execução.

  • C

    Pode ser reconhecida em sede de qualquer ação de iniciativa do contribuinte, como o mandado de segurança, por exemplo.

  • D

    Ocorre decorridos 5 anos da propositura de ação para anular o crédito tributário, se não houver sido prolatada sentença, ainda que passível de recurso.

  • E

    Tem seu curso interrompido com a propositura de medida cautelar fiscal.

86705Questão 82|Direito Tributário|superior

Estando o crédito tributário objeto de execução fiscal prescrito, é correto afirmar que

  • A

    estando em curso a execução fiscal, somente se admite o reconhecimento da prescrição intercorrente.

  • B

    somente poderá ser reconhecida a prescrição pelo juiz se a parte a arguir em sede de Embargos à Execução.

  • C

    se o crédito já é objeto de execução fiscal não poderá mais ser extinto pela prescrição, pois esta é a perda do direito de cobrar o crédito tributário.

  • D

    pode ser reconhecida de ofício de pelo juiz, extinguindo-se a execução fiscal

  • E

    depende de prévia oitiva da Fazenda Pública, após prévia e necessária provocação do executado.

86706Questão 83|Direito Tributário|superior

Considere as seguintes afirmativas:

I. A competência tributária pode ser deslocada para outro ente diante da inércia na instituição do tributo pelo ente político originalmente competente.

II. A competência se distingue da capacidade tributária ativa porque esta está relacionada à instituição do tributo e aquela à cobrança do tributo.

III. A competência tributária é fixada pela Constituição da República.

IV. A imunidade tributária significa ausência de competência do ente para instituir tributo na situação definida pela norma constitucional imunizante.

V. A competência tributária pode ser delegada por lei a outro ente político, hipótese em que se torna também o titular da capacidade tributária ativa.

Está correto o que se afirma APENAS em

  • A

    III e IV.

  • B

    I, II e III.

  • C

    III, IV e V.

  • D

    I e II.

  • E

    IV e V.

86707Questão 84|Direito Tributário|superior

A responsabilidade tributária

  • A

    é atribuída expressamente por lei à terceira pessoa, que não praticou o fato gerador, mas que está a ele vinculado, podendo ser exclusiva ou supletiva à obrigação do contribuinte.

  • B

    é atribuída ao sujeito passivo da obrigação tributária que pratica o fato gerador.

  • C

    é do contribuinte quando a lei lhe impõe esta obrigação, mesmo que não pratique o fato gerador.

  • D

    pode ser atribuída a terceiro estranho ao fato gerador através de contrato particular firmado entre o contribuinte e terceiro.

  • E

    independe de qualquer vínculo jurídico entre o terceiro e o contribuinte, bastando que haja expressa disposição legal ou convenção entre as partes.

86708Questão 85|Direito Tributário|superior

O IPTU,

  • A

    não pode ter alíquotas progressivas porque se trata de imposto real, não se submetendo ao princípio da capacidade contributiva.

  • B

    é um imposto exclusivamente proporcional, de acordo com o valor venal do imóvel.

  • C

    admite progressividade extrafiscal, denominada no tempo, que varia de acordo com o valor venal do imóvel.

  • D

    têm que ter alíquotas progressivas em razão da localização e da destinação do imóvel, submetendo- se ao princípio da capacidade contributiva.

  • E

    poderá ter alíquotas progressivas em razão do valor venal do imóvel ou no tempo, e seletivas de acordo com a localização e o uso do imóvel, conforme o caso.

86709Questão 86|Direito Tributário|superior

Segundo o Código Tributário Nacional é possível a revisão do lançamento com a consequente modificação do crédito tributário, de ofício pela autoridade administrativa. Neste caso,

  • A

    é situação específica da modalidade de lançamento por homologação, quando o sujeito passivo já fez o pagamento antecipado, prestou as declarações necessárias e o Fisco vai homologar ou não o pagamento.

  • B

    somente é possível a revisão do lançamento na modalidade de lançamento de ofício.

  • C

    o lançamento somente pode ser revisto de ofício enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.

  • D

    admite-se apenas a revisão de ofício nas hipóteses de lançamento por declaração, quando se comprove que houve dolo, fraude ou simulação.

  • E

    se o lançamento foi de ofício não cabe sua revisão pela autoridade administrativa, tendo em vista que a mesma já exerceu seu direito à fiscalização do fato gerador.

86710Questão 87|Direito Ambiental|superior

José responde ação penal por manter em guarda doméstica animal silvestre não considerado ameaçado de extinção. O fato é

  • A

    crime punido com detenção de seis meses a um ano ou multa.

  • B

    atípico.

  • C

    crime, podendo o juiz, considerando as circunstâncias, deixar de aplicar a pena.

  • D

    contravenção penal.

  • E

    crime hediondo.

86711Questão 88|Direito Ambiental|superior

Alexandre adquiriu, no corrente ano, um imóvel rural na região centro-oeste brasileira com 200 hectares cobertos integralmente por vegetação nativa. Pretende converter a área de vegetação nativa em área agricultável. Segundo a Lei Federal no 12.651/2012 (Novo Código Florestal), Alexandre poderá suprimir

  • A

    a vegetação nativa existente no imóvel, salvo aquela considerada de preservação permanente e a considerada como Reserva Legal, podendo incluir no cálculo da Reserva Legal o cômputo das áreas de preservação permanente.

  • B

    toda a vegetação nativa existente no imóvel, podendo compensar em outra área a falta de sua Reserva Legal.

  • C

    toda a vegetação nativa existente no imóvel, salvo aquela considerada de preservação permanente.

  • D

    a vegetação nativa existente no imóvel que não seja considerada de preservação permanente e não esteja cobrindo 20% da área total da propriedade.

  • E

    apenas 20% da área total do imóvel rural.

86712Questão 89|Direito Ambiental|superior

O Estado X criou por Decreto um Parque Estadual, unidade de conservação da natureza de proteção integral segundo a Lei Federal no 9.985/2000. Passados 5 anos, editou-se um novo Decreto para desafetar parte da área deste Parque Estadual, reduzindo-se, assim, sua extensão territorial. O novo Decreto é

  • A

    válido, pois não há impedimento legal para que o Ente Federativo que criou uma unidade de conservação possa alterar seus limites por meio de Decreto.

  • B

    válido, uma vez que a desafetação foi realizada pelo mesmo tipo de ato normativo que criou o Parque Estadual.

  • C

    nulo, porque há expressa proibição legal para desafetar ou reduzir limites de qualquer unidade de conservação.

  • D

    nulo, salvo se o Decreto contiver exposição de motivos.

  • E

    nulo, uma vez que a desafetação ou redução dos limites de uma unidade de conservação só pode ser feita mediante lei específica.

86713Questão 90|Direito Administrativo|superior

Suponha que determinada empresa privada promotora de eventos pretenda utilizar um imóvel público, atualmente sem destinação e cuja propriedade foi adquirida pelo Estado por meio de adjudicação levada a efeito em processo de execução fiscal, para a instalação de um centro de convenções com a finalidade de realizar feiras agropecuárias. Considerando o regime jurídico a que se sujeitam os bens públicos, a utilização do imóvel pelo referido particular, em caráter exclusivo, poderá se dar mediante

  • A

    cessão de uso, que pressupõe a transferência do domínio e se dá, necessariamente, a título oneroso.

  • B

    permissão de uso, em caráter discricionário e precário em razão do interesse no uso beneficiar exclusivamente o particular.

  • C

    autorização de uso, sem prazo determinado e revogável mediante indenização ao particular.

  • D

    permissão qualificada, onerosa e precedida de licitação, que não admite indenização ao particular no caso de revogação a critério da Administração.

  • E

    concessão de uso, precedida de licitação, com prazo determinado, com direito do particular a indenização caso rescindida antes do termo final.