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Técnico do Ministério Público – Área Administrativa - 2009


Página 1  •  Total 90 questões
146856Questão 1|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

Identifica-se ressalva na articulação entre as orações do período transcrito em:

  • A

    Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista (...) é, pois, garantia da promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra suas violações.

  • B

    O mais amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e comunicação é fundamental para que todos tenham conhecimento de seus direitos e das violações cometidas ...

  • C

    ... a Declaração Universal dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de 7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta.

  • D

    E tais direitos só serão efetivamente reivindicados, garantidos e exercidos quando forem devidamente conhecidos.

  • E

    Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e marginalizados.

146857Questão 2|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

De acordo com o 2º parágrafo do texto, a Declaração dos Direitos Humanos

  • A

    pecou pela sua pouca abrangência na conceituação dos direitos nela previstos, pois não foram incluídos casos extremos de violação, como o terrorismo.

  • B

    permitiu que se conhecessem todas as formas de violação desses direitos e, por consequência, se tornasse efetivo o combate a tais violações.

  • C

    obteve pouco êxito em seu propósito de oferecer vida digna à humanidade, pois seus objetivos eram excessivamente amplos para serem respeitados por todas as nações.

  • D

    possibilitou o combate eficaz de alguns tipos de violação desses direitos, apesar de permanecerem ainda situações não resolvidas e terem surgido novas formas de violência.

  • E

    conseguiu pôr em prática o ideal que norteou sua publicação, garantindo principalmente a liberdade e a dignidade das populações de todo o planeta.

146858Questão 3|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

A afirmativa de que a Declaração está disponível em apenas 350 línguas (4º parágrafo) constitui, no contexto,

  • A

    a comprovação de que é impossível reconhecer-se um documento realmente internacional pela dificuldade de sua divulgação em todos os idiomas existentes no planeta.

  • B

    uma opinião pessoal, no sentido de que há pouco conhecimento das línguas faladas no mundo todo, o que impede a publicação desse importante documento.

  • C

    um dado que contraria o objetivo principal da Declaração, tendo em vista que esse documento não se tornou universal, como pretendiam seus signatários.

  • D

    a constatação de que, apesar dos amplos objetivos que nortearam a criação desse documento, as barreiras linguísticas impediram a divulgação dos direitos previstos.

  • E

    um fato que vai justificar a opinião de que somente uma ampla divulgação do documento poderá garantir a efetivação universal dos direitos nele contidos.

146859Questão 4|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

... é tarefa que precisa ser abraçada como prioridade ... (5º parágrafo)

O verbo que admite a mesma transformação que ocorre no exemplo grifado acima está também grifado na frase:

  • A

    A melhoria das condições de vida das populações no planeta exige esforços contínuos.

  • B

    Educação de qualidade para todos é a chave para um futuro melhor.

  • C

    Um terço da população mundial ainda permanece em estado de pobreza.

  • D

    O cumprimento dos ideais da Declaração precisa da atenção de governos e da sociedade civil.

  • E

    A Declaração dos Direitos Humanos surgiu em um momento traumático, após a II Guerra Mundial.

146860Questão 5|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

Isso sem falar em questões antigas, ainda longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de pessoas e a tortura. (2º parágrafo)

A afirmativa acima encontra-se reproduzida, com clareza e correção, sem alteração do sentido original, em:

  • A

    A prática da tortura e do tráfico de pessoas, são o antigo problema que não tem solução ainda hoje.

  • B

    Antigos problemas, entre eles a luta contra o tráfico de pessoas e a tortura, permanecem ainda sem solução.

  • C

    As questões antigas, que ainda não foi resolvidas, contra o tráfico de pessoas e a tortura, é o que deve ser tratado entre elas.

  • D

    Não se fala no resultado de questões antigas, que ainda não foi resolvido, como a luta contra o tráfico de pessoas e a tortura.

  • E

    Lutar contra o tráfico de pessoas e a tortura é velhas questões que ainda não foi resolvido.

146861Questão 6|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

... para que todos tenham conhecimento de seus direitos e das violações cometidas ... (3º parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que aparece o grifado acima está também grifado na frase:

  • A

    ... tais direitos só serão efetivamente reivindicados, garantidos e exercidos ...

  • B

    ... desafios surgiram com novos atos de violação dos direitos humanos ...

  • C

    ... ainda longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de pessoas e a tortura.

  • D

    ... independentemente de onde ocorram e contra quem.

  • E

    ... nem todos têm acesso ao conteúdo da declaração ...

146862Questão 7|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

Os objetivos ...... que se propunham os idealizadores da Declaração dos Direitos Humanos referiam-se ...... criação de situações favoráveis de vida ...... mais diversas populações do planeta.

As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:

  • A

    a - a - às

  • B

    à - à - as

  • C

    à - à - às

  • D

    à - a - as

  • E

    a - à - às

146863Questão 8|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

Identificam-se parônimos no par de expressões transcritas em:

  • A

    importância capital // importância fundamental.

  • B

    tráfico de pessoas // tráfego de pessoas.

  • C

    tecnologias de informação // comunicação tecnológica.

  • D

    violações cometidas // violações reprimidas.

  • E

    vida com liberdade // vida com dignidade.

146864Questão 9|Português|médio

A Declaração Universal dos Direitos Humanos acaba de

completar 60 anos. Ela representa a eterna aspiração da

humanidade para uma vida com liberdade e dignidade para

todos.

Se, por um lado, progressos consideráveis foram obtidos

em campos como combate ao racismo, condenação dos

regimes ditatoriais e promoção da igualdade de gênero, por

outro lado, desafios surgiram com novos atos de violação dos

direitos humanos e, consequentemente, passíveis de condenação

no âmbito da Declaração Universal. São os casos da

violência e da discriminação a qualquer título e das novas

formas de terrorismo. Isso sem falar em questões antigas, ainda

longe de serem resolvidas, como a luta contra o tráfico de

pessoas e a tortura.

Nesse contexto, o acesso à informação é de importância

capital e um direito que também precisa ser efetivado. O mais

amplo acesso às avançadas tecnologias de informação e

comunicação é fundamental para que todos tenham

conhecimento de seus direitos e das violações cometidas,

independentemente de onde ocorram e contra quem.

Por mais paradoxal que pareça, a Declaração Universal

dos Direitos Humanos é o instrumento internacional mais citado

no mundo, mas está disponível em apenas 350 das cerca de

7.000 línguas faladas e catalogadas no planeta. Ou seja, nem

todos têm acesso ao conteúdo da declaração que assegura

seus direitos. E tais direitos só serão efetivamente reivindicados,

garantidos e exercidos quando forem devidamente

conhecidos.

Portanto, ampliar a disseminação dessa declaração é

tarefa que precisa ser abraçada como prioridade, especialmente

em benefício dos grupos minoritários, os mais vulneráveis e

marginalizados.

Aqui a mídia tem um papel decisivo, atuando inclusive

como mobilizadora da sociedade contra as violações cometidas

globalmente. Assegurar o direito a uma mídia livre e pluralista,

em que todas as vozes sejam ouvidas é, pois, garantia da

promoção dos direitos humanos e do monitoramento contra

suas violações.

(Trecho do artigo de Marcio Barbosa, Diretor-geral-adjunto da

UNESCO.

Folha de S. Paulo

, 10 de dezembro de 2008, A3,

com adaptações)

Considere as frases abaixo:

I. Os horrores trazidos pela II Guerra Mundial marcaram o porquê da criação de um documento internacional que garantisse o respeito aos direitos humanos.

II. Sem conhecer seus direitos, os indivíduos não saberão dispor dos instrumentos nem apresentar razões porque reivindicar sua efetiva aplicação.

III. Por falta de divulgação dos termos previstos na Declaração Universal, grupos minoritários se tornam mais vulneráveis à violação de seus direitos, sem mesmo saber por quê .

IV. São inúmeros os benefícios trazidos pela Declaração Universal, embora exista desrespeito aos direitos nela previstos, como a persistência da pobreza, por que passa um terço da população mundial.

Estão escritos corretamente os termos que aparecem grifados em

  • A

    I, II, III e IV.

  • B

    I, II e III, apenas.

  • C

    I, III e IV, apenas.

  • D

    II, III e IV, apenas.

  • E

    I, II e IV, apenas.

146865Questão 10|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

O último parágrafo do texto exemplifica o que é afirmado anteriormente em:

  • A

    ... que disseminaram a televisão, o computador e a internet ...

  • B

    É um ritmo estonteante de novidades.

  • C

    ... o atual momento em que se dá a evolução da tecnologia.

  • D

    ... famoso por ter lançado o conceito de aldeia global ...

  • E

    ... esse prazo sofreu uma brutal redução...