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Técnico do Ministério Público – Área Administrativa - 2009


Página 2  •  Total 90 questões
146866Questão 11|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

O surgimento da impressão trouxe um novo paradigma. (3º parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está na frase:

  • A

    "Assim nasceram as condições para o atual estado de inovação permanente ..."

  • B

    ... define de maneira singular o atual momento ...

  • C

    "Vivemos em estado permanente de inovação ..."

  • D

    ... ocorrem em intervalos de poucos anos.

  • E

    Com a escrita, o aprendizado tornou-se mais fácil.

146867Questão 12|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

A afirmativa INCORRETA a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto é:

  • A

    ... ela passou a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela televisão - e ajudou ... Os travessões podem ser perfeitamente substituídos por vírgulas, sem alteração do sentido original.

  • B

    "Vivemos em estado permanente de inovação, e não é possível detê-la."

    As aspas assinalam a reprodução das palavras do sociólogo citado.

  • C

    ... esse prazo sofreu uma brutal redução: passaramse 265 gerações.

    O segmento após os dois-pontos tem sentido explicativo.

  • D

    Depois, associou-se à digitalização.

    A presença de uma vírgula após o verbo seria também aceita pela norma culta.

  • E

    ... ocorrem em intervalos de poucos anos. E todas têm sido vivenciadas ...

    O ponto final entre as duas frases poderá ser substituído por vírgula, sem alteração do sentido original.

146868Questão 13|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto da inovação. (3º parágrafo)

Segundo o Dicionário Houaiss, o vocábulo meio pode significar:

1 . parte de uma coisa equidistante de seus bordos, extremidades; metade.

2 . o centro de um espaço; lugar que dista igualmente de todos os pontos a seu redor. 3. momento que separa em duas partes iguais um espaço de tempo.

4 . aquilo que ocupa uma posição entre duas ou mais coisas.

5 . aquilo que serve para ou permite alcançar um fim.

O sentido de meio na frase acima está mais próximo de

  • A
  • B
  • C
  • D
  • E
146869Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 14|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

Todas as palavras estão escritas corretamente na frase (não estão sendo consideradas as alterações que passaram a vigorar recentemente):

  • A

    A era digital atinjiu uma nova e insólita fronteira com a digitalisação do dia-a-dia de um indivíduo, o que resulta numa espécie de memória sobressalente e assessível ao clique de um mouse.

  • B

    A indústria de eletrônicos busca hoje consiliar o menor número de assessórios no menor espaço possível - daí o celular atual ter-se tornado bem mais leve do que o primeiro modelo, lançado nos anos 80.

  • C

    Uma série de novidades tecnológicas está à disposição dos usuários, como os sensores em celulares que monitoram o deslocamento das pessoas, para compreender o mecanismo de disseminação de epidemias.

  • D

    O ritmo das inovações evoluiu lentamente apartir do desenvolvimento da linguagem, mas, com a eletricidade, as gerações se suscedem cada vez mais rapidamente, com saltos ininterruptos entre uma novidade e outra.

  • E

    O avanço das tecnologias de comunicação sempre exerceu facínio na história da humanidade e, atualmente, o mercado dos serviços baseados em localização encontra-se em franca expanção.

146870Questão 15|Português|médio

O sociólogo belgo-canadense Derrick de Kerckhove

define de maneira singular o atual momento em que se dá a

evolução da tecnologia. "Vivemos em estado permanente de

inovação, e não é possível detê-la."

Discípulo do filósofo Marshall McLuhan, famoso por ter

lançado o conceito de aldeia global, Kerckhove explica seu raciocínio

mostrando que, entre a aquisição da linguagem humana

e o surgimento da escrita, houve um intervalo de 1.400 gerações.

Da escrita ao desenvolvimento da imprensa, esse prazo

sofreu uma brutal redução: passaram-se 265 gerações. Já

revoluções recentes, que disseminaram a televisão, o computador

e a internet, ocorrem em intervalos de poucos anos. E

todas têm sido vivenciadas por uma ou duas gerações. É um

ritmo estonteante de novidades.

Kerckhove define que o meio é a base para esse salto

da inovação. As sociedades orais eram mais conservadoras,

porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem.

Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o

bom funcionamento do grupo. Com a escrita, o aprendizado

tornou-se mais fácil. O homem pôde inovar, usando os registros

históricos. O surgimento da impressão trouxe um novo

paradigma. Outra importante etapa na escalada da evolução

tecnológica deu-se com a eletricidade. Como meio, ela passou

a transportar a linguagem - pelo telégrafo, pelo rádio e pela

televisão - e ajudou a vencer qualquer distância. Depois,

associou-se à digitalização. "Assim nasceram as condições para

o atual estado de inovação permanente", diz ele.

(Adaptado de Ana Paula Baltazar.

Veja Especial Tecnologia

.

setembro de 2008, p. 52)

As sociedades orais eram mais conservadoras, porque tinham no corpo seu limite para a difusão da linguagem. Guardavam na memória tudo o que fosse necessário para o bom funcionamento do grupo. (3º parágrafo)

O emprego das formas verbais grifadas acima indica

  • A

    repetição habitual de fatos que se estendem até o presente.

  • B

    expressão de uma dúvida quanto aos fatos mencionados.

  • C

    propósito exposto com certa hesitação.

  • D

    enquadramento de ações em um tempo determinado.

  • E

    situação presente numa época referida no passado.

146871Questão 16|Português|médio

Que o desenho é uma das mais antigas formas de

expressão do homem, não é novidade para ninguém. Os

primeiros rabiscos nas paredes das cavernas devem ter feito o

maior sucesso. De lá, para enquadrá-los, botar falas nos balões,

imprimir e distribuí-los nas bancas de jornal, levou tempo -

alguns milênios, certamente. Mas é evidente o poder de atração

que essa conjunção de traços, cores e diálogos exerce sobre

nós, a despeito da idade do apreciador.

A produção em série de histórias em quadrinhos só se

tornou viável no século XIX. Conhecidas inicialmente como "literatura

em estampas" ou "romances caricaturados", surgem como

suplementos humorísticos de jornal. E catapultam as vendas.

Há detratores, claro, e sempre houve. Já as acusaram

de se prestarem a funções ideológicas e políticas; de serem

alienantes; de possuírem intenções imperialistas. E não sem

razão. Ao longo da história, elas serviram para os mais variados

fins, assim como livros, filmes e obras de arte. Nelas pode caber

tudo de bom e de pior, como no mundo. Felizmente, temos

defensores. Para Carlos Patati, roteirista e autor do

Almanaque

dos Quadrinhos

, elas apenas "retratam uma época específica

em que estão inseridas".

Mas como, afinal, definir uma história em quadrinhos?

Uma revista, uma tira, uma charge? Para outro especialista no

assunto, Álvaro de Moya, todos esses formatos são HQ: "É uma

narrativa que conta uma história a partir de elementos gráficos".

Moya defende que se trata de uma forma de arte de alcance

extraordinário.

(Adaptado de Paulo Ribeiro Gallucci e Guilherme Resende.

Brasil: Almanaque de cultura popular

. Andreato comunicação

e cultura, janeiro 2008, p. 20)

... apenas "retratam uma época específica em que estão inseridas". (3º parágrafo)

A frase entre aspas tem seu sentido original expresso corretamente, com outras palavras, em:

  • A

    sofrem críticas em determinadas ocasiões, por nem sempre refletirem anseios de sua época.

  • B

    se valorizam à medida que as histórias se voltam para fatos que ocorrem num determinado momento.

  • C

    têm por objetivo principal agradar o maior número possível de leitores, em determinada época.

  • D

    se confundem com a realidade vivida pelos leitores, especialmente se forem utilizadas para divertir.

  • E

    representam valores e maneiras de pensar de uma sociedade, em um determinado período de tempo.

146872Questão 17|Português|médio

Que o desenho é uma das mais antigas formas de

expressão do homem, não é novidade para ninguém. Os

primeiros rabiscos nas paredes das cavernas devem ter feito o

maior sucesso. De lá, para enquadrá-los, botar falas nos balões,

imprimir e distribuí-los nas bancas de jornal, levou tempo -

alguns milênios, certamente. Mas é evidente o poder de atração

que essa conjunção de traços, cores e diálogos exerce sobre

nós, a despeito da idade do apreciador.

A produção em série de histórias em quadrinhos só se

tornou viável no século XIX. Conhecidas inicialmente como "literatura

em estampas" ou "romances caricaturados", surgem como

suplementos humorísticos de jornal. E catapultam as vendas.

Há detratores, claro, e sempre houve. Já as acusaram

de se prestarem a funções ideológicas e políticas; de serem

alienantes; de possuírem intenções imperialistas. E não sem

razão. Ao longo da história, elas serviram para os mais variados

fins, assim como livros, filmes e obras de arte. Nelas pode caber

tudo de bom e de pior, como no mundo. Felizmente, temos

defensores. Para Carlos Patati, roteirista e autor do

Almanaque

dos Quadrinhos

, elas apenas "retratam uma época específica

em que estão inseridas".

Mas como, afinal, definir uma história em quadrinhos?

Uma revista, uma tira, uma charge? Para outro especialista no

assunto, Álvaro de Moya, todos esses formatos são HQ: "É uma

narrativa que conta uma história a partir de elementos gráficos".

Moya defende que se trata de uma forma de arte de alcance

extraordinário.

(Adaptado de Paulo Ribeiro Gallucci e Guilherme Resende.

Brasil: Almanaque de cultura popular

. Andreato comunicação

e cultura, janeiro 2008, p. 20)

A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:

  • A

    Um grande número de críticos das histórias em quadrinhos baseia suas restrições no fato de que elas são, muitas vezes, caricaturas de romances, com foco em situações de humor, para ampliar as vendas de jornais.

  • B

    As histórias em quadrinhos, como qualquer manifestação artística, foram utilizadas ao longo da História para os mais diversos fins, muito além de serem somente um passatempo.

  • C

    As histórias em quadrinhos constituem uma forma de literatura que vem desde as primeiras manifestações artísticas do homem, servindo para distrair leitores de jornais e iniciar crianças na leitura.

  • D

    O gênero literário dos quadrinhos é bastante abrangente, de modo que inclui toda espécie de manifestação artística, até mesmo os primeiros desenhos feitos nas paredes das cavernas.

  • E

    A divulgação das histórias em quadrinhos no mundo todo, atualmente, permite afirmar sua superioridade artística, que ultrapassa até mesmo o valor de filmes, livros ou obras de arte.

146873Questão 18|Português|médio

Que o desenho é uma das mais antigas formas de

expressão do homem, não é novidade para ninguém. Os

primeiros rabiscos nas paredes das cavernas devem ter feito o

maior sucesso. De lá, para enquadrá-los, botar falas nos balões,

imprimir e distribuí-los nas bancas de jornal, levou tempo -

alguns milênios, certamente. Mas é evidente o poder de atração

que essa conjunção de traços, cores e diálogos exerce sobre

nós, a despeito da idade do apreciador.

A produção em série de histórias em quadrinhos só se

tornou viável no século XIX. Conhecidas inicialmente como "literatura

em estampas" ou "romances caricaturados", surgem como

suplementos humorísticos de jornal. E catapultam as vendas.

Há detratores, claro, e sempre houve. Já as acusaram

de se prestarem a funções ideológicas e políticas; de serem

alienantes; de possuírem intenções imperialistas. E não sem

razão. Ao longo da história, elas serviram para os mais variados

fins, assim como livros, filmes e obras de arte. Nelas pode caber

tudo de bom e de pior, como no mundo. Felizmente, temos

defensores. Para Carlos Patati, roteirista e autor do

Almanaque

dos Quadrinhos

, elas apenas "retratam uma época específica

em que estão inseridas".

Mas como, afinal, definir uma história em quadrinhos?

Uma revista, uma tira, uma charge? Para outro especialista no

assunto, Álvaro de Moya, todos esses formatos são HQ: "É uma

narrativa que conta uma história a partir de elementos gráficos".

Moya defende que se trata de uma forma de arte de alcance

extraordinário.

(Adaptado de Paulo Ribeiro Gallucci e Guilherme Resende.

Brasil: Almanaque de cultura popular

. Andreato comunicação

e cultura, janeiro 2008, p. 20)

Fica evidente no texto que o sucesso das histórias em quadrinhos se baseia, especificamente,

  • A

    na possibilidade de serem produzidas em série, com os recursos atuais de impressão.

  • B

    no bom humor, que continua sendo sua característica, desde o início.

  • C

    no uso de elementos gráficos, que garantem seu alcance, para contar uma história.

  • D

    nas caricaturas de pessoas conhecidas do público, especialmente os políticos.

  • E

    nas múltiplas finalidades a que servem essas histórias em todas as épocas.

146874Questão 19|Português|médio

Que o desenho é uma das mais antigas formas de

expressão do homem, não é novidade para ninguém. Os

primeiros rabiscos nas paredes das cavernas devem ter feito o

maior sucesso. De lá, para enquadrá-los, botar falas nos balões,

imprimir e distribuí-los nas bancas de jornal, levou tempo -

alguns milênios, certamente. Mas é evidente o poder de atração

que essa conjunção de traços, cores e diálogos exerce sobre

nós, a despeito da idade do apreciador.

A produção em série de histórias em quadrinhos só se

tornou viável no século XIX. Conhecidas inicialmente como "literatura

em estampas" ou "romances caricaturados", surgem como

suplementos humorísticos de jornal. E catapultam as vendas.

Há detratores, claro, e sempre houve. Já as acusaram

de se prestarem a funções ideológicas e políticas; de serem

alienantes; de possuírem intenções imperialistas. E não sem

razão. Ao longo da história, elas serviram para os mais variados

fins, assim como livros, filmes e obras de arte. Nelas pode caber

tudo de bom e de pior, como no mundo. Felizmente, temos

defensores. Para Carlos Patati, roteirista e autor do

Almanaque

dos Quadrinhos

, elas apenas "retratam uma época específica

em que estão inseridas".

Mas como, afinal, definir uma história em quadrinhos?

Uma revista, uma tira, uma charge? Para outro especialista no

assunto, Álvaro de Moya, todos esses formatos são HQ: "É uma

narrativa que conta uma história a partir de elementos gráficos".

Moya defende que se trata de uma forma de arte de alcance

extraordinário.

(Adaptado de Paulo Ribeiro Gallucci e Guilherme Resende.

Brasil: Almanaque de cultura popular

. Andreato comunicação

e cultura, janeiro 2008, p. 20)

A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:

  • A

    O segredo do sucesso das histórias estão nas emoções expressas nos quadrinhos, pois se tratam de uma linguagem universal.

  • B

    Pessoas de renome em nossa literatura, como Carlos Drummond de Andrade, conta que as histórias em quadrinhos fizeram parte de sua infância.

  • C

    No final dos anos 1940, as histórias ganham mais dramaticidade e os heróis, para conquistar o público, passa a ser mais complexos.

  • D

    Vários são os autores, nacionais e internacionais, cujas obras clássicas foram adaptadas e publicadas em quadrinhos.

  • E

    Autores criativos, como Maurício de Sousa, dá forma a suas próprias histórias, que faz sucesso principalmente entre a garotada.

146875Questão 20|Português|médio

Que o desenho é uma das mais antigas formas de

expressão do homem, não é novidade para ninguém. Os

primeiros rabiscos nas paredes das cavernas devem ter feito o

maior sucesso. De lá, para enquadrá-los, botar falas nos balões,

imprimir e distribuí-los nas bancas de jornal, levou tempo -

alguns milênios, certamente. Mas é evidente o poder de atração

que essa conjunção de traços, cores e diálogos exerce sobre

nós, a despeito da idade do apreciador.

A produção em série de histórias em quadrinhos só se

tornou viável no século XIX. Conhecidas inicialmente como "literatura

em estampas" ou "romances caricaturados", surgem como

suplementos humorísticos de jornal. E catapultam as vendas.

Há detratores, claro, e sempre houve. Já as acusaram

de se prestarem a funções ideológicas e políticas; de serem

alienantes; de possuírem intenções imperialistas. E não sem

razão. Ao longo da história, elas serviram para os mais variados

fins, assim como livros, filmes e obras de arte. Nelas pode caber

tudo de bom e de pior, como no mundo. Felizmente, temos

defensores. Para Carlos Patati, roteirista e autor do

Almanaque

dos Quadrinhos

, elas apenas "retratam uma época específica

em que estão inseridas".

Mas como, afinal, definir uma história em quadrinhos?

Uma revista, uma tira, uma charge? Para outro especialista no

assunto, Álvaro de Moya, todos esses formatos são HQ: "É uma

narrativa que conta uma história a partir de elementos gráficos".

Moya defende que se trata de uma forma de arte de alcance

extraordinário.

(Adaptado de Paulo Ribeiro Gallucci e Guilherme Resende.

Brasil: Almanaque de cultura popular

. Andreato comunicação

e cultura, janeiro 2008, p. 20)

A substituição do segmento grifado pelo pronome correspondente está INCORRETA em:

  • A

    que conta uma história = que lhe conta.

  • B

    devem ter feito o maior sucesso = devem tê-lo feito.

  • C

    temos defensores = temo-los.

  • D

    retratam uma época específica = retratam-na.

  • E

    definir uma história em quadrinhos = defini-la.