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Analista Judiciário - Área Judiciária - 2013


Página 5  •  Total 60 questões
99501Questão 41|Direito do Trabalho|superior

Ricardo, ex-empregado das empresas “AAA Ltda.” e “BBB Ltda.”, é estudante de direito, cursando o quinto ano da Faculdade “X”. Ricardo ajuizou sozinho, sem constituir advogado, reclamação trabalhista em causa própria em face das duas empresas, reclamações estas que foram distribuídas para a X e Y Vara Trabalhista de Campinas. A reclamação trabalhista em face da empresa “AAA Ltda.” foi julgada improcedente e já transitou em julgado pretendendo, Ricardo, ajuizar Ação Rescisória. A reclamação trabalhista em face da empresa “BBB Ltda.” também foi julgada improcedente e Ricardo encontra-se no prazo para interposição de Recurso Ordinário. Nestes casos, no tocante ao jus postulandi , Ricardo, sem a contratação de advogado,

  • A

    poderá interpor Recurso Ordinário e ajuizar ação Rescisória, independentemente de autorização expressa da Ordem dos Advogados do Brasi.

  • B

    poderá interpor Recurso Ordinário, mas não poderá ajuizar Ação Rescisória.

  • C

    não poderá interpor Recurso Ordinário e nem ajuizar Ação Rescisória.

  • D

    poderá ajuizar Ação Rescisória, mas não poderá interpor Recurso Ordinário.

  • E

    poderá interpor Recurso Ordinário e ajuizar ação Rescisória, mediante autorização expressa da Ordem dos Advogados do Brasil.

99502Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 42|Direito do Trabalho|superior

Considere as seguintes assertivas a respeito do Mandado de Segurança:

I. No caso da tutela antecipada (ou liminar) ser concedida antes da sentença, cabe a impetração do mandado de segurança.

II. A antecipação da tutela concedida na sentença comporta impugnação pela via do mandado de segurança.

III. O mandado de segurança é o meio próprio para se obter efeito suspensivo a recurso.

IV. Em se tratando de execução provisória, fere direito líquido e certo do impetrante a determinação de penhora em dinheiro, quando nomeados outros bens à penhora.

De acordo com o entendimento Sumulado do Tribunal Superior do Trabalho, está correto o que se afirma APENAS em

  • A

    I e II.

  • B

    I, II e IV.

  • C

    III e IV.

  • D

    II e III.

  • E

    I e IV.

99503Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 43|Direito do Trabalho|superior

Matias, advogado da empresa “DAD Ltda.", regularmente intimado da data do julgamento do Recurso Ordinário que havia interposto na reclamação trabalhista “A", demanda esta que obedece o rito sumaríssimo, compareceu na referida sessão tomando ciência do resultado do julgamento. No nono dia contado da data do julgamento, antes da publicação do acórdão impugnado, Matias interpôs Recurso de Revista. Neste caso, o referido recurso

  • A

    é tempestivo, porque Matias tomou conhecimento do resultado e dos termos do acórdão quando compareceu na sessão de julgamento, bem como interpôs o referido recurso no nono dia contado da data do julgamento.

  • B

    é extemporâneo, uma vez que o acórdão ainda não tinha sido publicado.

  • C

    é extemporâneo, porque apesar de Matias ter tomado conhecimento do resultado e dos termos do acórdão quando compareceu na sessão de julgamento, só interpôs o referido recurso no nono dia contado da data do julgamento.

  • D

    é tempestivo uma vez que o prazo para interposição de Recurso de Revista é de 8 dias.

  • E

    somente será tempestivo se constar o nome de Matias na certidão de julgamento do acórdão constatando o seu comparecimento na referida sessão.

99504Questão 44|Direito do Trabalho|superior

Marcia ajuizou reclamação trabalhista em face de sua ex-empregadora a empresa “WWW Ltda.”, reclamação esta distribuída para uma das Varas do Trabalho de Campinas, uma vez que sempre exerceu suas atividades na filial da empresa nesta cidade. A reclamada opôs exceção de incompetência em razão do lugar alegando que a sede da empresa é na cidade de São Paulo/capital. O magistrado da Vara de Campinas acolheu a exceção e determinou a remessa dos autos para distribuição a uma das Varas Trabalhistas de São Paulo. Neste caso, o magistrado

  • A

    errou em sua decisão, mas na Justiça do trabalho vigora o princípio da irrecorribilidade das decisões interlocutórias, devendo Márcia interpor Mandado de Segurança no prazo de 120 dias.

  • B

    errou em sua decisão e Márcia deverá interpor recurso ordinário para o Tribunal Regional do Trabalho da segunda Região.

  • C

    acertou em sua decisão, porque a competência em razão do lugar é determinada pelo local onde encontra-se a sede da empresa.

  • D

    errou em sua decisão e Márcia deverá interpor recurso ordinário para o Tribunal Regional do Trabalho da décima quinta Região.

  • E

    errou em sua decisão, mas na Justiça do trabalho vigora o princípio da irrecorribilidade das decisões interlocutórias, devendo Márcia interpor Mandado de Segurança no prazo de 90 dias.

99505Questão 45|Direito Civil|superior

Marcelo trabalhou por mais de 29 anos sob a égide de lei que previa direito a se aposentar aos 30 anos de trabalho. Durante estes mais de 29 anos, cumpriu os requisitos à aposentação. Contudo, antes de atingir os 30 anos de trabalho, sobreveio lei majorando para 32 anos o tempo necessário à aposentação. Referida lei não previu regras de transição para os trabalhadores que estivessem trabalhando sob o regime jurídico anterior. Diante deste quadro, Marcelo ajuizou ação no âmbito da qual requereu a aposentação aos 30 anos trabalhados. Esta ação deverá ser jugada

  • A

    procedente, porque, passados 29 dos 30 anos necessários à aposentação, Marcelo passou a ter direito adquirido ao regime jurídico anterior.

  • B

    improcedente, porque, quando do advento da nova lei, Marcelo possuía mera expectativa de direito.

  • C

    procedente, porque, apesar do advento da lei nova, Marcelo possuía direito adquirido ao tempo que, de acordo com a lei revogada, faltava para sua aposentação.

  • D

    improcedente, porque não existe proteção ao direito adquirido em matéria de ordem pública.

  • E

    procedente, porque a lei nova não previu regras transitórias explícitas.

99506Questão 46|Direito Civil|superior

Joaquim é sócio majoritário e administrador de empresa produtora de alimentos enlatados e embutidos. Durante muitos anos, a empresa experimentou sucesso empresarial. No entanto, depois que o Ministério da Saúde passou a desestimular a ingestão deste tipo de alimento, a empresa deixou de honrar compromissos com fornecedores, que ajuizaram e venceram ações de cobrança. Contudo, quando do cumprimento das sentenças, verificou-se que a empresa não possuía bens penhoráveis. Neste caso, de acordo com o Código Civil, a personalidade jurídica deverá ser desconstituída

  • A

    a requerimento da parte, se comprovado abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial.

  • B

    necessária e automaticamente, pois é dever do juiz zelar pela efetividade das decisões judiciais.

  • C

    apenas em relação a Joaquim, independentemente de quaisquer requisitos, por ostentar a qualidade de sócio majoritário e administrador da empresa.

  • D

    a requerimento da parte ou de ofício, se comprovado abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo inadimplemento das obrigações.

  • E

    a requerimento da parte, se comprovado abuso da personalidade jurídica, caracterizado pela inexistência de bens penhoráveis à época do cumprimento da sentença.

99507Questão 47|Direito Civil|superior

Ernesto envolveu-se em uma briga de bar na qual desferiu socos e pontapés em todos a seu redor, incluindo José, dono do bar, que estava longe dos contendores e nada tinha que ver com a briga. Machucado, José ajuizou ação de indenização contra Ernesto, o qual se defendeu alegando legítima defesa. O pedido deverá ser julgado

  • A

    procedente, com a responsabilização subjetiva de Ernesto, que agiu em abuso do direito.

  • B

    improcedente, pois a legítima defesa autoriza a prática dos atos indispensáveis à remoção do perigo.

  • C

    procedente, com a responsabilização objetiva de Ernesto, que agiu com dolo.

  • D

    improcedente, pois José exerce atividade de risco.

  • E

    procedente, com a responsabilização subjetiva de Ernesto, que agiu com dolo.

99508Questão 48|Direito Civil|superior

Cauã, então com 9 anos, foi obrigado por Romualdo, durante três anos, a trabalhar em regime análogo à escravidão. Neste período, foi submetido a trabalhos forçados, que lhe causaram danos morais. Seis anos depois, ajuizou ação compensatória contra Romualdo. Este, por sua vez, alegou prescrição. A alegação de Romualdo

  • A

    não procede, pois o caso espelha hipótese de decadência, não de prescrição.

  • B

    procede, pois se passaram mais de três anos do fato que originou a pretensão.

  • C

    procede, pois se passaram mais de cinco anos do fato que originou a pretensão.

  • D

    não procede, pois o prazo de prescrição para pretensão de reparação civil não se consumou.

  • E

    não procede, pois fatos graves são imprescritíveis.

99509Questão 49|Direito Civil|superior

Analise as proposições abaixo, a respeito do contrato de empreitada.

I. Na empreitada, presume-se a obrigação de fornecer os materiais.

II. O contrato para elaboração de um projeto implica a obrigação de executá-lo, bem como de fiscalizar-lhe a execução.

III. Sendo a empreitada unicamente de lavor, se a coisa perecer antes de entregue, sem mora do dono nem culpa do empreiteiro, este perderá a retribuição, se não provar que a perda resultou de defeito dos materiais e que em tempo reclamara contra a sua quantidade ou qualidade.

Está correto o que se afirma em

  • A

    II e III, apenas.

  • B

    I, II e III.

  • C

    III, apenas.

  • D

    I e II, apenas.

  • E

    II, apenas.

99510Questão 50|Direito Processual Civil|superior

Em ação promovida por José, João é condenado a indenizá-lo pelas consequências decorrentes de lesão corporal dolosa, incluindo danos materiais emergentes, arbitrados em quantia certa, e despesas com tratamentos médicos futuros, até total recuperação de José. Ao executar a sentença, transitada em julgado, José

  • A

    deverá, primeiro, promover a liquidação por arbitramento da parte ilíquida, para depois executar a decisão.

  • B

    deverá, primeiro, promover a liquidação por artigos da parte ilíquida, para depois executar a decisão.

  • C

    poderá promover, simultaneamente, a execução da parte líquida e a liquidação por artigos da parte ilíquida da decisão.

  • D

    poderá promover, nos mesmos autos, a execução da parte líquida e a liquidação por arbitramento da parte ilíquida da decisão.

  • E

    poderá promover apenas a execução da parte líquida, pois é vedado ao juiz proferir decisão sem determinação prévia do quantum debeatur.