Analista Ministerial - Psicologia - 2023
As referências técnicas para a atuação de psicólogos na rede de proteção às crianças e aos adolescentes em situação de violência sexual (CFP, 2020) orientam que o trabalho do profissional de psicologia deve
Considerando a Resolução nº 06/2019 do CFP e a elaboração de documentos psicológicos no âmbito forense,
A disputa de guarda de filhos e a regulamentação de visitas em decorrência de uma separação conjugal litigiosa são os casos típicos na Vara de Família e Sucessões em que o psicólogo forense atua. Nesse contexto, Shine & Fernandes afirmam que
Sobre as avaliações solicitadas nas Varas de Família e Sucessões com crianças que apresentam resistência ao contato parental, deve-se
De acordo com o que rege a legislação brasileira, o processo de destituição do poder familiar
Na avaliação de crianças e adolescentes vítimas de violência intrafamiliar, Falcke afirma que:
Joana, 38 anos, não tem filhos, está passando por uma crise conjugal. Há seis meses apresenta crises de choro, sente-se frequentemente triste e sem energia, com baixa libido e sem interesse em suas atividades diárias, e com dificuldade em dormir. Não tem se alimentado bem, já teve vontade de desistir de tudo e acredita que nunca mais será a mesma.
De acordo com DSM-V, Joana pode ser diagnosticada com o Transtorno
Na avaliação de risco em casos de violência contra a mulher, considera-se que:
A “nova Lei da Adoção” estabelece que:
Considere as contribuições psicanalíticas sobre os processos de adoção.
I. Os testes psicológicos não devem ser utilizados, pois dificultam a expressão dos pretendentes à adoção.
II. A avaliação da postura dos pretendentes sobre a revelação da adoção à criança é elemento importante e desvela, muitas vezes, a dificuldade dos pais adotivos em reconhecer e lidar com conflitos e fantasias relativas aos pais biológicos e perda de amor da criança adotiva.
III. A adoção realizada por casais com história de infertilidade, em alguns casos, pode atuar como fator atenuante ou até como possibilidade compensatória; mas, em outros casos, pode intensificar as angústias referentes à impossibilidade de gestar um filho biológico.
Está correto o que se afirma APENAS em