Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Teste de conhecimento - Civil - 2024


Página 1  •  Total 167 questões
35326Questão 1|Direito Civil|médio

O que o STJ decidiu sobre a possibilidade de indenização por abandono afetivo?

  • A

    Não é possível indenizar

  • B

    É sempre possível indenizar

  • C

    A indenização depende da comprovação de dano material

  • D

    A indenização depende da comprovação de dano moral

35327Questão 2|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a prescrição do direito de pleitear a revisão de contrato bancário?

  • A

    O prazo é de 3 anos

  • B

    O prazo é de 5 anos

  • C

    O prazo é de 10 anos

  • D

    Não há prazo prescricional

35328Questão 3|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a possibilidade de cumulação de indenizações por danos estéticos e morais?

  • A

    É sempre possível cumular

  • B

    Nunca é possível cumular

  • C

    A cumulação é possível, mas depende da comprovação de dano material

  • D

    A cumulação é possível, mas depende da comprovação de dano moral

35329Questão 4|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a possibilidade de usucapião entre cônjuges casados sob o regime da comunhão universal de bens?

  • A

    É sempre possível

  • B

    Nunca é possível

  • C

    A usucapião é possível, mas depende da separação de fato

  • D

    A usucapião é possível, mas depende da separação judicial

35330Questão 5|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a possibilidade de um condômino ser indenizado por dano moral causado por outro condômino?

  • A

    É sempre possível indenizar

  • B

    Nunca é possível indenizar

  • C

    A indenização é possível, mas depende da comprovação de dano material

  • D

    A indenização é possível, mas depende da comprovação de dano moral

35331Questão 6|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a possibilidade de penhora de bem de família em caso de dívida decorrente de fiança locatícia?

  • A

    É sempre possível penhorar

  • B

    Nunca é possível penhorar

  • C

    A penhora é possível, mas depende da comprovação de dano material

  • D

    A penhora é possível, mas depende da comprovação de dano moral

35332Questão 7|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a possibilidade de cumulação de indenizações por danos materiais e lucros cessantes?

  • A

    É sempre possível cumular

  • B

    Nunca é possível cumular

  • C

    A cumulação é possível, mas depende da comprovação de dano material

  • D

    A cumulação é possível, mas depende da comprovação de dano moral

35333Questão 8|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STF decidiu sobre a possibilidade de desaposentação?

  • A

    A desaposentação é sempre possível

  • B

    A desaposentação não é possível

  • C

    A desaposentação é possível, mas depende do recolhimento das contribuições após a aposentadoria

  • D

    A desaposentação é possível, mas depende do consentimento do INSS

35334Questão 9|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STF decidiu sobre a validade de contratos de seguro de vida para suicídio não premeditado?

  • A

    O contrato de seguro de vida não cobre suicídio não premeditado

  • B

    O contrato de seguro de vida cobre suicídio não premeditado

  • C

    O contrato de seguro de vida pode cobrir suicídio não premeditado, dependendo do contrato

  • D

    O contrato de seguro de vida cobre suicídio não premeditado, mas apenas se ocorrido após dois anos da contratação

35335Questão 10|Direito Civil|médio

No Direito Civil, o que o STJ decidiu sobre a indenização por danos morais em casos de inscrição indevida em cadastro de inadimplentes?

  • A

    Não cabe indenização por danos morais

  • B

    Cabe indenização por danos morais, mas apenas se houver prejuízo material

  • C

    Cabe indenização por danos morais, independentemente de prova de prejuízo

  • D

    Cabe indenização por danos morais, mas o valor é simbólico