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Analista Judiciário - Área Judiciária - 2011


Página 2  •  Total 59 questões
99352Questão 11|Português|superior

Os homens-placa

Uma cabeleira cor-de-rosa ou verde, um nariz de palha-

ço, luvas de Mickey gigantescas, pouco importa. Eis que surge

numa esquina, e replica-se em outras dez, o personagem mais

solitário de nossas ruas, o homem-placa das novas incorpora-

ções imobiliárias. Digo homem-placa, não porque ele seja vítima

do velho sistema de ficar ensanduichado entre duas tábuas de

madeira anunciando remédios ou espetáculos de teatro, nem

porque, numa versão mais recente, amarrem-lhe ao corpo um

meio colete de plástico amarelo para avisar que se compra ouro

ali por perto. Ele é homem-placa porque sua função é mostrar, a

cada encruzilhada mais importante do caminho, a direção certa

para o novo prédio de apartamentos que está sendo lançado.

Durante uma época, a prática foi encostar carros ve-

lhíssimos, verdadeiras sucatas, numa vaga de esquina, colo-

cando o anúncio do prédio em cima da capota. O efeito era

ruim, sem dúvida. Como acreditar no luxo e na distinção do edi-

fício Duvalier, com seu espaço gourmet e seu depósito de vinho

individual, se todo o sonho estava montado em cima de um

Opala 74 cor de tijolo com dois pneus no chão?

Eliminaram-se os carros-placa, assim como já pertencem

ao passado os grandes lançamentos performáticos do mercado

imobiliário. A coisa tinha, cerca de dez anos atrás, proporções

teatrais. Determinado prédio homenageava a Nova York eterna:

mocinhas eram contratadas para se fantasiarem de Estátua da

Liberdade, com o rosto pintado de verde, a tocha de plástico

numa mão, o folheto colorido na outra. Ou então era o Tio Sam,

eram Marilyns e Kennedys, que ocupavam a avenida Brasil, a

Nove de Julho, as ruas do Itaim.

Esses homens e mulheres-placa não se comparam se-

quer ao guardador de carros, que precisa impor certa presença

ao cliente incauto. Estão ali graças à sua inexistência social. Só

que sua função, paradoxalmente, é a de serem vistos; um cabe-

lo azul, um gesto repetitivo apontando o caminho já bastam.

(Adaptado de: Marcelo Coelho, www.marcelocoelho.folha.

blogspot.uol.com)

Atente para as seguintes afirmações:

I. Destituídos de qualquer qualidade pessoal, os ho- mens-placa, em sua função mais recente, funcionam como meros sinalizadores físicos da localização dos negócios.

II. No terceiro parágrafo, as referências à Estátua da Liberdade, Marilyns e Kennedys mostram como a propaganda se vale de imagens estereotipadas para incutir prestígio em certos produtos.

III. A despersonalização a que se submetem os homens e mulheres-placa só não é maior do que a que sofre um guardador de carros.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

  • A

    I, II e III.

  • B

    I e II, somente.

  • C

    I e III, somente.

  • D

    II e III, somente.

  • E

    II, somente.

99353Questão 12|Português|superior

Os homens-placa

Uma cabeleira cor-de-rosa ou verde, um nariz de palha-

ço, luvas de Mickey gigantescas, pouco importa. Eis que surge

numa esquina, e replica-se em outras dez, o personagem mais

solitário de nossas ruas, o homem-placa das novas incorpora-

ções imobiliárias. Digo homem-placa, não porque ele seja vítima

do velho sistema de ficar ensanduichado entre duas tábuas de

madeira anunciando remédios ou espetáculos de teatro, nem

porque, numa versão mais recente, amarrem-lhe ao corpo um

meio colete de plástico amarelo para avisar que se compra ouro

ali por perto. Ele é homem-placa porque sua função é mostrar, a

cada encruzilhada mais importante do caminho, a direção certa

para o novo prédio de apartamentos que está sendo lançado.

Durante uma época, a prática foi encostar carros ve-

lhíssimos, verdadeiras sucatas, numa vaga de esquina, colo-

cando o anúncio do prédio em cima da capota. O efeito era

ruim, sem dúvida. Como acreditar no luxo e na distinção do edi-

fício Duvalier, com seu espaço gourmet e seu depósito de vinho

individual, se todo o sonho estava montado em cima de um

Opala 74 cor de tijolo com dois pneus no chão?

Eliminaram-se os carros-placa, assim como já pertencem

ao passado os grandes lançamentos performáticos do mercado

imobiliário. A coisa tinha, cerca de dez anos atrás, proporções

teatrais. Determinado prédio homenageava a Nova York eterna:

mocinhas eram contratadas para se fantasiarem de Estátua da

Liberdade, com o rosto pintado de verde, a tocha de plástico

numa mão, o folheto colorido na outra. Ou então era o Tio Sam,

eram Marilyns e Kennedys, que ocupavam a avenida Brasil, a

Nove de Julho, as ruas do Itaim.

Esses homens e mulheres-placa não se comparam se-

quer ao guardador de carros, que precisa impor certa presença

ao cliente incauto. Estão ali graças à sua inexistência social. Só

que sua função, paradoxalmente, é a de serem vistos; um cabe-

lo azul, um gesto repetitivo apontando o caminho já bastam.

(Adaptado de: Marcelo Coelho, www.marcelocoelho.folha.

blogspot.uol.com)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

  • A

    Há momentos onde o afã de se fazer propaganda não mede esforços para lançar mão dos mais grotescos recursos.

  • B

    Ainda se vê em grandes cidades as figuras antagônicas de pobres entalados em cartazes nos quais se diz venderem ouro.

  • C

    Muitos acreditam ter requinte em morar num edifício de nome estrangeiro, além das novidades ligadas à onda de gastronomia.

  • D

    Quando o corpo humano se reduz em suporte exclusivamente material para qualquer coisa, nossa dignidade deixa de ter preço.

  • E

    Requer-se de um guardador de carros, diferente- mente do que ocorre com um homem-placa, que tenha iniciativa e presença.

99354Questão 13|Português|superior

Meios e fins

O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se

faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente

que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo

quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não

porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm

o gosto pelo crec-crec.

A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em

linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-

mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-

dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito

de “melhor”.

Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja

uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças

impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem

uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)

pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde

as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons

argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do

horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o

século passado estatizou e transformou no seu mito mais

destrutivo.

O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-

culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não

redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.

(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Para o crítico José Onofre, muitos dos que repetem a frase “não se faz uma omelete sem quebrar ovos” querem, com ela,

  • A

    justificar o difícil caminho que deve ser penosamente trilhado para se chegar a um bom resultado.

  • B

    mascarar o gosto pela violência mesma dos processos radicais, independente dos objetivos finais.

  • C

    revelar a necessidade da violência quando o fim último pretendido for o da conciliação permanente.

  • D

    despertar a consciência de quem trabalha para o oportunismo de quem somente colhe os frutos do labor alheio.

  • E

    ilustrar a tese de que aos mais altos ideais corresponde sempre a exigência dos mais altos sacrifícios.

99355Questão 14|Português|superior

Meios e fins

O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se

faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente

que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo

quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não

porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm

o gosto pelo crec-crec.

A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em

linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-

mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-

dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito

de “melhor”.

Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja

uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças

impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem

uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)

pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde

as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons

argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do

horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o

século passado estatizou e transformou no seu mito mais

destrutivo.

O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-

culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não

redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.

(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher adequadamente a lacuna da frase:

  • A

    Os ovos de que se ...... (compor) a omelete ilustram o caso em que a violência de um ato se justifica pela causa a que serve.

  • B

    A todos os meios extremos ...... (costumar) corresponder, segundo os radicais, uma justificativa aceitável.

  • C

    Mesmo aos maiores sádicos ...... (poder) ocorrer uma certa direção de argumentos para justificar seus horrores.

  • D

    Agrada aos extremistas propagar que, a menos que se ...... (quebrar) ovos, nunca se fará uma omelete.

  • E

    Aos sádicos ...... (dever) agradar ouvir os ovos quebrando-se, como preâmbulo de uma omelete.

99356Questão 15|Português|superior

Meios e fins

O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se

faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente

que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo

quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não

porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm

o gosto pelo crec-crec.

A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em

linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-

mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-

dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito

de “melhor”.

Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja

uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças

impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem

uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)

pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde

as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons

argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do

horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o

século passado estatizou e transformou no seu mito mais

destrutivo.

O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-

culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não

redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.

(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:

  • A

    Um fim talvez justificaria os meios caso estes implicarem sacrifícios que não se distribuam desigualmente.

  • B

    Ele acredita que haverão de justificar-se todos os meios quando os fins representarem um ganho de alcance coletivo.

  • C

    Tão logo fossem denunciados os horrores do stalinismo, os comunistas devem ter revisto suas antigas convicções.

  • D

    Será que alguém acreditou que uma sociedade sem classes e sem preconceitos possa ter-se formado num regime autoritário?

  • E

    Se a catequese pudesse propagar a fé religiosa sem recorrer à intimidação, talvez os convertidos tenham sido mais numerosos.

99357Questão 16|Português|superior

Meios e fins

O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se

faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente

que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo

quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não

porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm

o gosto pelo crec-crec.

A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em

linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-

mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-

dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito

de “melhor”.

Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja

uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças

impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem

uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)

pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde

as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons

argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do

horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o

século passado estatizou e transformou no seu mito mais

destrutivo.

O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-

culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não

redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.

(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Pode-se substituir o elemento sublinhado pelo que está negritado entre parênteses, sem prejuízo para a correção e o sentido da frase, no seguinte caso:

  • A

    Extrema esquerda e extrema direita se parecem não porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos. (não obstante)

  • B

    Todos os fins são nobres para quem os justifica. (com aquele que)

  • C

    O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem uma genealogia respeitável. (extrinsecamente)

  • D

    (...) o fim é uma humanidade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito de melhor. (a menos que varie)

  • E

    O fim justificaria todos os meios extremos, já que o fim é uma humanidade "melhor". (porquanto)

99358Questão 17|Português|superior

Meios e fins

O crítico José Onofre disse uma vez que a frase “não se

faz uma omelete sem quebrar ovos” é muito repetida por gente

que não gosta de omelete, gosta do barulhinho dos ovos sendo

quebrados. Extrema esquerda e extrema direita se parecem não

porque amam seus ideais, mas porque amam os extremos, têm

o gosto pelo crec-crec.

A metáfora da omelete é “o fim justifica os meios”, em

linguagem de cozinha. O fim justificaria todos os meios extre-

mos de catequização e purificação, já que o fim é uma humani-

dade melhor – só variando de extremo para extremo o conceito

de “melhor”.

Todos os fins são nobres para quem os justifica, seja

uma sociedade sem descrentes, sem classes ou sem raças

impuras. O próprio sacrifício de ovos pelo sacrifício de ovos tem

uma genealogia respeitável, a ideia de regeneração (dos outros)

pelo sofrimento e pelo sangue acompanha a humanidade desde

as primeiras cavernas. Ou seja, até os sádicos têm bons

argumentos. Mas o fim das ideologias teria decretado o fim do

horror terapêutico, do mito da salvação pela purgação que o

século passado estatizou e transformou no seu mito mais

destrutivo.

O fracasso do comunismo na prática acabou com a des-

culpa, racional ou irracional, para o stalinismo. O tempo não

redimiu o horror, o fim foi só a última condenação dos meios.

(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

A exclusão das vírgulas NÃO alterará o sentido da seguinte frase:

  • A

    O fracasso do comunismo, na prática, acabou com a desculpa para o stalinismo.

  • B

    Quem recorre aos meios extremos, condenados pelos democratas, costuma dá-los como necessários.

  • C

    Até mesmo os sádicos se valem, aqui e ali, de argumentos dados como irrefutáveis.

  • D

    Mesmo os stalinistas, que não acreditavam nesses horrores, passaram a execrar seu velho ídolo.

  • E

    As metáforas, que costumam tornar mais concretas as ideias, são úteis e expressivas.

99359Questão 18|Informática|superior

Windows Flip e Windows Flip 3D são funcionalidades para gerenciar janelas. Em relação aos sistemas operacionais Windows XP e Windows Vista é correto afirmar:

  • A

    Ambos integram as duas funcionalidades.

  • B

    O XP utiliza apenas o Flip por meio da combinação das teclas Alt e Tab.

  • C

    No Vista inexiste o Flip, já que o Flip 3D engloba as duas funcionalidades.

  • D

    No Vista, o Flip 3D é utilizado por meio da combinação das teclas logotipo Windows e Tab.

  • E

    O XP utiliza apenas o Flip por meio da combinação das teclas logotipo Windows e Tab.

99360Questão 19|Informática|superior

No Mozilla Thunderbird 2.0,

  • A

    a agenda permite configurar vários tipos de alarmes de compromissos.

  • B

    contas de usuários de webmail podem ser acessadas pelo Thunderbird simplesmente fornecendo o nome de usuário e senha.

  • C

    tentativas de golpe, no qual a mensagem recebida é usada para convencer o usuário a fornecer dados pessoais, são alertadas pela ferramenta anti-spam.

  • D

    uma conexão segura pode ser configurável por meio do protocolo SMTP.

  • E

    o campo Cco é utilizado para criptografar a mensagem a ser enviada.

99361Questão 20|Informática|superior

Em relação a organização e gerenciamento de arquivos e pastas no ambiente Windows XP, é correto afirmar:

  • A

    No Windows Explorer, o bloqueio de uma pasta para uso apenas de seu proprietário é indicado pela presença da figura de uma mão integrada ao respectivo ícone.

  • B

    O uso combinado das teclas Shift, Alt e Del serve para apagar um arquivo, sem que ele seja encaminhado para a lixeira.

  • C

    organização de pastas e arquivos pode ser feita dentro do painel esquerdo do Windows Explorer.

  • D

    A renomeação de uma pasta ou arquivo pode ser feita tanto no painel esquerdo quanto no painel direito do Windows Explorer.

  • E

    Usar o mouse para arrastar um arquivo de uma pasta para outra, dentro do mesmo drive de disco é uma operação de recortar e colar, sucessivamente.

Analista Judiciário - Área Judiciária - 2011 | Prova