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Agente Penitenciário (Médio) - 2002


Página 2  •  Total 50 questões
62130Questão 11|Geografia|médio

A valorização e modernização do extrativismo tem como objetivos:

  • A

    proteger os recursos florestais do Estado, assegurar a permanência das comunidades tradicionais em seus locais de origem e melhorar suas condições de vida.

  • B

    introduzir na agricultura local o cultivo de novas variedades agrícolas que diversifiquem as oportunidades econômicas para as comunidades tradicionais.

  • C

    estimular grandes plantações de espécies nativas assegurando que os agroextrativistas tenham produção suficiente para sua subsistência e para a exportação

  • D

    proteger as propriedades das comunidades locais dando subsídios e recursos tecnológicos para o desenvolvimento da agricultura em larga escala.

  • E

    proteger os recursos florestais, assegurando que a espécies nativas sejam cultivadas em grandes plantações ao invés de extraídas diretamente da natureza.

62131Questão 12|Geografia|médio

A população indígena do Amapá é constituída de cerca de 5.500 indivíduos pertencentes as etnias Caripuna, Galibi, Palikur e Waiãpi. Para garantir a qualidade de vida que esses povos desejam manter ou recuperar é necessário, entre outras ações,

  • A

    coibir ações que promovam o intercâmbio entre índios e não índios.

  • B

    garantir um ensino igualitário, de acordo com os conteúdos empregados nas demais escolas públicas do Estado.

  • C

    promover ações de capacitação em técnicas de conservação e aproveitamento racional dos recursos naturais.

  • D

    reunir todas as etnias em uma mesma área.

  • E

    a formação de agentes de saúde e de professores indígenas, respeitando os interesses culturais de cada grupo.

62132Questão 13|Direito Ambiental|médio

O Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá - PSDA é o programa de governo do Estado do Amapá, institucionalizado a partir do Decreto no 2453 de 14 de agosto de 1995, tendo como principal objetivo

  • A

    garantir a independência econômica e política do Estado do Amapá.

  • B

    seguir as orientações políticas e econômicas do Plano Plurianual do Governo Federal com atenção especial aquelas voltadas para a preservação ambiental.

  • C

    repassar para as organizações não governamentais as responsabilidade referentes à proteção do meio ambiente.

  • D

    implantar um novo modelo de desenvolvimento baseado na equidade social, na ordenação do uso e ocupação dos espaços e na racionalização do aproveitamento dos recursos naturais.

  • E

    implantar grandes projetos de crescimento econômico que garantam a auto-sustentação do Estado do Amapá.

62133Questão 14|Direito Ambiental|médio

O Zoneamento Ecológico Econômico - ZEE pode ser considerado importante para o desenvolvimento sustentável do Estado do Amapá porque

  • A

    fornece as informações para que o zoneamento urbano seja feito respeitando as potencialidades e as características ecológicas e econômicas encontradas na capital do Estado.

  • B

    identifica as zonas de maior importância ecológica e econômica onde serão concentrados os esforços e recursos para implantação dos grandes projetos de desenvolvimento.

  • C

    fornece as informações necessárias para o ordenamento do território e planejamento do uso sustentável dos recursos de acordo com as potencialidades sociais e vulnerabilidades naturais.

  • D

    garante a repartição dos recursos financeiros gerados pelo desenvolvimento sustentável de acordo com as potencialidades ecológicas e necessidades econômicas das zonas rurais.

  • E

    identifica as zonas com maior abundância de recursos naturais exploráveis onde serão implantados projetos de crescimento econômico e ordenamento territorial.

62134Questão 15|Geografia|médio

A partir das discussões teóricas e críticas geradas em torno do conceito de desenvolvimento sustentável é possível dizer que

  • A

    a incompatibilidade entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ecológica não pode ser superada, o que inviabiliza as pretensões práticas do desenvolvimento sustentável.

  • B

    trata-se de um conceito muiltidimensional que aponta uma alternativa aos modelos tradicionais de desenvolvimento.

  • C

    a noção de sustentabilidade é originária da área biológica e portanto não pode ser empregada nos campos da sócio-economia.

  • D

    após uma série de debates chegou-se a um consenso teórico em torno da definição apresentada pelo relatório Bruntland.

  • E

    trata-se de um conceito ideológico onde o desenvolvimento social depende da economização da ecologia.

62135Questão 16|Português|médio

Entraram na crônica policial do Estado de São Paulo siglas como PCC. Ela significa Primeiro Comando da Capital. Trata-se de uma facção de criminosos, ao que consta nascida em Taubaté, que atua nos presídios paulistas. O PCC protagonizou a inédita megarrebelião que, num mesmo dia, amotinou presos na capital e em diversas cidades do interior paulista.

Esse tipo de organização era mais conhecido na trajetória dos presídios do Rio de Janeiro. Parece que agora age com mais desenvoltura em São Paulo. Para o Secretário Estadual da Segurança Pública, Marco Vinício Petreluzzi, esse fenômeno não causa surpresa. "Não me espanta que em qualquer cadeia haja tentativa de organização por parte dos presos, porque, afinal, estamos tratando com criminosos", disse o Secretário.

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo que ocupa, mas ele contém um ponto que merece reflexão. De fato, a concentração de criminosos facilita a formação dessas organizações que passam a fazer dos presídios uma espécie de quartel-general do crime, de onde se comandam "operações" internas e externas.

Mas características específicas do sistema prisional brasileiro também contribuem para formar o caldo de cultura propício às organizações criminosas. Podem ser citados, nesse sentido, fatores como superlotação, baixa inteligência na administração de presídios, corrupção e reunião de presos que não poderiam conviver no mesmo recinto.

O Governo do Estado toma algumas providências para combater esse tipo de organização. Mas é preciso mais para que as assombrosas siglas dessas gangues de presídios não venham a fazer parte de uma triste rotina contra a qual nada se pode fazer. Que não se propague o temível exemplo de motim rganizado, apresentado por esse tal PCC.

Folha de S. Paulo, 19 fevereiro 2001

O texto deixa claro que

  • A

    as autoridades responsáveis pela segurança pública perderam definitivamente o controle dos presídios, comandados por várias organizações criminosas.

  • B

    são necessárias mudanças no sistema carcerário brasileiro, para evitar que os delinqüentes, mesmo detidos, continuem atuando criminosamente.

  • C

    o sistema de segurança pública está sendo totalmente reestruturado, especialmente em relação ao funcionamento dos presídios, que se encontram superlotados.

  • D

    jamais será possível controlar o funcionamento dos presídios, porque bandos de marginais encarcerados procuram destacar-se dentro deles.

  • E

    criminosos detidos no Rio de Janeiro foram trazidos a São Paulo, onde desenvolvem uma ação mais organizada, que se espalha por todos os presídios paulistas.

62136Questão 17|Português|médio

Entraram na crônica policial do Estado de São Paulo siglas como PCC. Ela significa Primeiro Comando da Capital. Trata-se de uma facção de criminosos, ao que consta nascida em Taubaté, que atua nos presídios paulistas. O PCC protagonizou a inédita megarrebelião que, num mesmo dia, amotinou presos na capital e em diversas cidades do interior paulista.

Esse tipo de organização era mais conhecido na trajetória dos presídios do Rio de Janeiro. Parece que agora age com mais desenvoltura em São Paulo. Para o Secretário Estadual da Segurança Pública, Marco Vinício Petreluzzi, esse fenômeno não causa surpresa. "Não me espanta que em qualquer cadeia haja tentativa de organização por parte dos presos, porque, afinal, estamos tratando com criminosos", disse o Secretário.

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo que ocupa, mas ele contém um ponto que merece reflexão. De fato, a concentração de criminosos facilita a formação dessas organizações que passam a fazer dos presídios uma espécie de quartel-general do crime, de onde se comandam "operações" internas e externas.

Mas características específicas do sistema prisional brasileiro também contribuem para formar o caldo de cultura propício às organizações criminosas. Podem ser citados, nesse sentido, fatores como superlotação, baixa inteligência na administração de presídios, corrupção e reunião de presos que não poderiam conviver no mesmo recinto.

O Governo do Estado toma algumas providências para combater esse tipo de organização. Mas é preciso mais para que as assombrosas siglas dessas gangues de presídios não venham a fazer parte de uma triste rotina contra a qual nada se pode fazer. Que não se propague o temível exemplo de motim rganizado, apresentado por esse tal PCC.

Folha de S. Paulo, 19 fevereiro 2001

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo ...

A observação significa, considerando-se o contexto, que o Secretário de Segurança Pública

  • A

    está correto em apenas diagnosticar um dos mais sérios problemas dos presídios, as organizações criminosas.

  • B

    erra em fazer uma avaliação que não condiz com a realidade existente nos presídios paulistas, apesar da responsabilidade de seu cargo.

  • C

    se antecipa aos problemas que possam surgir nos presídios, diagnosticando-os e propondo uma solução para eles.

  • D

    reconhece que nada há a fazer nos presídios, a não ser manter os presos todos juntos, apesar da possibilidade de rebeliões.

  • E

    deve preocupar-se em combater as organizações criminosas dos presídios e não simplesmente reconhecer que elas existem.

62137Questão 18|Português|médio

Entraram na crônica policial do Estado de São Paulo siglas como PCC. Ela significa Primeiro Comando da Capital. Trata-se de uma facção de criminosos, ao que consta nascida em Taubaté, que atua nos presídios paulistas. O PCC protagonizou a inédita megarrebelião que, num mesmo dia, amotinou presos na capital e em diversas cidades do interior paulista.

Esse tipo de organização era mais conhecido na trajetória dos presídios do Rio de Janeiro. Parece que agora age com mais desenvoltura em São Paulo. Para o Secretário Estadual da Segurança Pública, Marco Vinício Petreluzzi, esse fenômeno não causa surpresa. "Não me espanta que em qualquer cadeia haja tentativa de organização por parte dos presos, porque, afinal, estamos tratando com criminosos", disse o Secretário.

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo que ocupa, mas ele contém um ponto que merece reflexão. De fato, a concentração de criminosos facilita a formação dessas organizações que passam a fazer dos presídios uma espécie de quartel-general do crime, de onde se comandam "operações" internas e externas.

Mas características específicas do sistema prisional brasileiro também contribuem para formar o caldo de cultura propício às organizações criminosas. Podem ser citados, nesse sentido, fatores como superlotação, baixa inteligência na administração de presídios, corrupção e reunião de presos que não poderiam conviver no mesmo recinto.

O Governo do Estado toma algumas providências para combater esse tipo de organização. Mas é preciso mais para que as assombrosas siglas dessas gangues de presídios não venham a fazer parte de uma triste rotina contra a qual nada se pode fazer. Que não se propague o temível exemplo de motim rganizado, apresentado por esse tal PCC.

Folha de S. Paulo, 19 fevereiro 2001

o temível exemplo de motim organizado, apresentado

por esse tal PCC

.

O termo grifado na frase acima permite afirmar corretamente que ele transmite

  • A

    um aspecto elogioso, de certa forma, pela capacidade de organização que os criminosos possuem, mesmo detidos.

  • B

    uma sensação de revolta, tendo em vista que a sociedade se acha indiscutivelmente desprotegida, pela falta de presídios.

  • C

    um sentido de desprezo por essa organização, o qual vem concluir os comentários feitos no transcorrer do texto todo.

  • D

    a preocupação, tanto da sociedade quanto das autoridades responsáveis, em adequar os presídios às necessidades básicas dos prisioneiros.

  • E

    uma incerteza em relação às possíveis soluções para evitar a concentração de criminosos detidos num único presídio.

62138Questão 19|Português|médio

Entraram na crônica policial do Estado de São Paulo siglas como PCC. Ela significa Primeiro Comando da Capital. Trata-se de uma facção de criminosos, ao que consta nascida em Taubaté, que atua nos presídios paulistas. O PCC protagonizou a inédita megarrebelião que, num mesmo dia, amotinou presos na capital e em diversas cidades do interior paulista.

Esse tipo de organização era mais conhecido na trajetória dos presídios do Rio de Janeiro. Parece que agora age com mais desenvoltura em São Paulo. Para o Secretário Estadual da Segurança Pública, Marco Vinício Petreluzzi, esse fenômeno não causa surpresa. "Não me espanta que em qualquer cadeia haja tentativa de organização por parte dos presos, porque, afinal, estamos tratando com criminosos", disse o Secretário.

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo que ocupa, mas ele contém um ponto que merece reflexão. De fato, a concentração de criminosos facilita a formação dessas organizações que passam a fazer dos presídios uma espécie de quartel-general do crime, de onde se comandam "operações" internas e externas.

Mas características específicas do sistema prisional brasileiro também contribuem para formar o caldo de cultura propício às organizações criminosas. Podem ser citados, nesse sentido, fatores como superlotação, baixa inteligência na administração de presídios, corrupção e reunião de presos que não poderiam conviver no mesmo recinto.

O Governo do Estado toma algumas providências para combater esse tipo de organização. Mas é preciso mais para que as assombrosas siglas dessas gangues de presídios não venham a fazer parte de uma triste rotina contra a qual nada se pode fazer. Que não se propague o temível exemplo de motim rganizado, apresentado por esse tal PCC.

Folha de S. Paulo, 19 fevereiro 2001

O uso das aspas na palavra "operações" (3º parágrafo)

  • A

    indica a reprodução exata da opinião de outra pessoa.

  • B

    assinala o uso indevido dessa palavra no texto.

  • C

    mostra seu uso desnecessário, porque já houve referência a ela anteriormente.

  • D

    confere um sentido especial a ela, chamando a atenção do leitor para isso.

  • E

    interrompe a seqüência lógica do pensamento do autor.

62139Questão 20|Português|médio

Entraram na crônica policial do Estado de São Paulo siglas como PCC. Ela significa Primeiro Comando da Capital. Trata-se de uma facção de criminosos, ao que consta nascida em Taubaté, que atua nos presídios paulistas. O PCC protagonizou a inédita megarrebelião que, num mesmo dia, amotinou presos na capital e em diversas cidades do interior paulista.

Esse tipo de organização era mais conhecido na trajetória dos presídios do Rio de Janeiro. Parece que agora age com mais desenvoltura em São Paulo. Para o Secretário Estadual da Segurança Pública, Marco Vinício Petreluzzi, esse fenômeno não causa surpresa. "Não me espanta que em qualquer cadeia haja tentativa de organização por parte dos presos, porque, afinal, estamos tratando com criminosos", disse o Secretário.

Pode causar espécie o ceticismo de Petreluzzi, até mesmo pela responsabilidade do cargo que ocupa, mas ele contém um ponto que merece reflexão. De fato, a concentração de criminosos facilita a formação dessas organizações que passam a fazer dos presídios uma espécie de quartel-general do crime, de onde se comandam "operações" internas e externas.

Mas características específicas do sistema prisional brasileiro também contribuem para formar o caldo de cultura propício às organizações criminosas. Podem ser citados, nesse sentido, fatores como superlotação, baixa inteligência na administração de presídios, corrupção e reunião de presos que não poderiam conviver no mesmo recinto.

O Governo do Estado toma algumas providências para combater esse tipo de organização. Mas é preciso mais para que as assombrosas siglas dessas gangues de presídios não venham a fazer parte de uma triste rotina contra a qual nada se pode fazer. Que não se propague o temível exemplo de motim rganizado, apresentado por esse tal PCC.

Folha de S. Paulo, 19 fevereiro 2001

Que não se

propague

o temível exemplo de motim organizado ...

O emprego da forma verbal grifada confere à frase a idéia de

  • A

    desejo de que a ação se realize.

  • B

    dúvida a respeito de um fato real.

  • C

    certeza da realização de um fato futuro.

  • D

    finalidade de uma ação presente.

  • E

    explicação de um fato passado.