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Assistente em Administração - 2023


Página 1  •  Total 50 questões
118411Questão 1|Português|médio

Leia o poema abaixo:

A ROTA DO SER José Inácio Vieira de Melo

Que a luz chegue em cada quarto, em cada recanto do teu ser.

Que tua vida seja grande. E que na soma dos erros e acertos o Sol continue a iluminar tua rota.

E quando chegar a hora de partir, parte. Mas parte contente, celebrando o mistério do porvir.

(Disponível em:

https://revistaacrobata.com.br/demetrios /poesia/3-poemas-de-jose-inacio-vieira-demelo/

. Acesso em: 24 de abril de 2023.)

É notório no poema que o desejo do eu-lírico é que o interlocutor:

  • A

    Tenha uma vida ruim, pois não há perdão para os erros.

  • B

    Tenha uma boa vida, iluminada, seja no presente ou no futuro.

  • C

    Vá embora de sua vida, deixando-a iluminada e mais feliz.

  • D

    Celebre o futuro, mesmo que deixe para trás um grande amor.

  • E

    Receba luz para deixá-lo sozinho e em paz.

118412Questão 2|Português|médio

TEXTO PARA A QUESTÃO :

Festa para o nascimento de Carolina de Jesus e Abdias Nascimento

Por Cidinha da Silva Carolina

Maria de Jesus e Abdias Nascimento nasceram no dia 14 de março de 1914, em dois interiores distintos: ele, em Franca, São Paulo; e ela, em Sacramento, Minas Gerais. Em comum, o fato de terem sido desbravadores. Carolina, uma escritora de pouca escolaridade, origem popular. Abdias, de mesma origem, tornou-se intelectual versátil e artista de variada expressão: poeta, dramaturgo e artista plástico. Ambos representaram o Brasil no mundo internacional das letras.

Quando saiu de Minas, em 1930, Carolina fixou-se em Franca (cidade de Abdias), onde foi trabalhadora doméstica por sete anos. Só em 1937, depois da morte da mãe, Carolina mudou-se para a capital paulista. De novo foi trabalhadora doméstica, migrando a seguir para a coleta de papelão.

Abdias, em 1930, já era técnico em contabilidade e alistou-se no Exército com o objetivo de transferir-se para São Paulo. Em 1936, mudou-se para a capital fluminense e anos mais tarde formou-se em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A intensa vida cultural negra carioca, a convivência com artistas de vários lugares do mundo, leva-o a criar o Teatro Experimental do Negro (TEN) em 1944, um espaço criativo e dramatúrgico para os profissionais negros das artes cênicas.

Em São Paulo, Carolina mantinha um diário que originou seu livro mais famoso, “Quarto de despejo: Diário de Uma Favelada”, editado por Audálio Dantas. A obra foi sucesso estrondoso. Há registros de que foram vendidos 600 exemplares na noite de autógrafos, 10 mil exemplares na primeira semana e 100 mil exemplares em um ano. Para alguns pesquisadores renomados, o fenômeno de vendas comprova, prioritariamente, o papel decisivo da mídia no sistema literário, já naquela época, ao promover certos autores e obras. Talvez, para esses analistas, tenha menos importância o contexto sociopolítico do Brasil de 1960, no qual havia grande ebulição cultural e política, coroada pela curiosidade (mórbida, em muitos casos) em conhecer detalhes da vida de uma favelada.

Carolina foi gerada e destruída pela indústria cultural em curto espaço de tempo. Escreveu livros de memória e poesia. Em vida, publicou Casa de alvenaria (1961), Pedaços da fome e Provérbios (1963), além de Quarto de despejo (1960). Após seu falecimento, foram publicados: Um Brasil para os brasileiros (1982), Diário de Bitita (1986), Meu estranho diário e Antologia pessoal (1996).

Abdias foi o ativista negro mais longevo da História do Brasil, agregando produção artística e política fundamentais. Em sua vultosa obra, destacam-se: a organização da Convenção Nacional do Negro (Rio de Janeiro) nos anos de 1945 e 1946. Em 1950, numa parceria com Guerreiro Ramos e Edson Carneiro, realizou o Primeiro Congresso do Negro Brasileiro. Foi vice-presidente nacional do PDT, deputado federal e senador por esse partido. Criou o conceito de Quilombismo: “reinvenção de um caminho afrobrasileiro de vida fundado em sua experiência histórica, na utilização do conhecimento crítico e inventivo de suas instituições golpeadas pelo colonialismo e o racismo. Enfim, reconstruir no presente uma sociedade dirigida ao futuro, mas levando em conta o que ainda for útil e positivo no acervo do passado”.

(Disponível em:

http://www.letras.ufmg.br/literafro/29- critica-de-autores-feminios/1029-festa-para-o-nascimentode-carolina-de-jesus-e-abdias-nascimento-cidinha-da-silva.

Acesso em 24 de abril de 2023.)

Sobre a estrutura de organização do texto, é certo afirmar que:

  • A

    O texto está escrito em prosa, uma vez que está organizado em parágrafos que aglutinam sentidos para expor as ideias da autora sobre a vida de Maria Carolina de Jesus e Abdias Nascimento.

  • B

    O texto está escrito em verso, pois apresenta características poéticas, como metáforas e comparações, efeitos sonoros que se mantêm aglutinados em unidades de sentido para narrar sobre a vida de Maria Carolina de Jesus e Abdias Nascimento.

  • C

    O texto está escrito em prosa, uma vez que seus parágrafos se dedicam a descrever e elaborar um retrato fiel para o leitor sobre a vida que Maria Carolina de Jesus e Abdias Nascimento tiveram.

  • D

    O texto é um poema, com versos e estrofes que buscam defender a ideia de pioneirismo de Maria Carolina de Jesus e Abdias Nascimento na literatura, nas artes e na política.

  • E

    O texto está escrito em prosa, pois os versos e estrofes buscam resumir os fatos da vida pessoal, artística e política dos intelectuais negros Maria Carolina de Jesus e Abdias Nascimento.

118413Questão 3|Português|médio

TEXTO PARA A QUESTÃO :

Festa para o nascimento de Carolina de Jesus e Abdias Nascimento

Por Cidinha da Silva Carolina

Maria de Jesus e Abdias Nascimento nasceram no dia 14 de março de 1914, em dois interiores distintos: ele, em Franca, São Paulo; e ela, em Sacramento, Minas Gerais. Em comum, o fato de terem sido desbravadores. Carolina, uma escritora de pouca escolaridade, origem popular. Abdias, de mesma origem, tornou-se intelectual versátil e artista de variada expressão: poeta, dramaturgo e artista plástico. Ambos representaram o Brasil no mundo internacional das letras.

Quando saiu de Minas, em 1930, Carolina fixou-se em Franca (cidade de Abdias), onde foi trabalhadora doméstica por sete anos. Só em 1937, depois da morte da mãe, Carolina mudou-se para a capital paulista. De novo foi trabalhadora doméstica, migrando a seguir para a coleta de papelão.

Abdias, em 1930, já era técnico em contabilidade e alistou-se no Exército com o objetivo de transferir-se para São Paulo. Em 1936, mudou-se para a capital fluminense e anos mais tarde formou-se em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A intensa vida cultural negra carioca, a convivência com artistas de vários lugares do mundo, leva-o a criar o Teatro Experimental do Negro (TEN) em 1944, um espaço criativo e dramatúrgico para os profissionais negros das artes cênicas.

Em São Paulo, Carolina mantinha um diário que originou seu livro mais famoso, “Quarto de despejo: Diário de Uma Favelada”, editado por Audálio Dantas. A obra foi sucesso estrondoso. Há registros de que foram vendidos 600 exemplares na noite de autógrafos, 10 mil exemplares na primeira semana e 100 mil exemplares em um ano. Para alguns pesquisadores renomados, o fenômeno de vendas comprova, prioritariamente, o papel decisivo da mídia no sistema literário, já naquela época, ao promover certos autores e obras. Talvez, para esses analistas, tenha menos importância o contexto sociopolítico do Brasil de 1960, no qual havia grande ebulição cultural e política, coroada pela curiosidade (mórbida, em muitos casos) em conhecer detalhes da vida de uma favelada.

Carolina foi gerada e destruída pela indústria cultural em curto espaço de tempo. Escreveu livros de memória e poesia. Em vida, publicou Casa de alvenaria (1961), Pedaços da fome e Provérbios (1963), além de Quarto de despejo (1960). Após seu falecimento, foram publicados: Um Brasil para os brasileiros (1982), Diário de Bitita (1986), Meu estranho diário e Antologia pessoal (1996).

Abdias foi o ativista negro mais longevo da História do Brasil, agregando produção artística e política fundamentais. Em sua vultosa obra, destacam-se: a organização da Convenção Nacional do Negro (Rio de Janeiro) nos anos de 1945 e 1946. Em 1950, numa parceria com Guerreiro Ramos e Edson Carneiro, realizou o Primeiro Congresso do Negro Brasileiro. Foi vice-presidente nacional do PDT, deputado federal e senador por esse partido. Criou o conceito de Quilombismo: “reinvenção de um caminho afrobrasileiro de vida fundado em sua experiência histórica, na utilização do conhecimento crítico e inventivo de suas instituições golpeadas pelo colonialismo e o racismo. Enfim, reconstruir no presente uma sociedade dirigida ao futuro, mas levando em conta o que ainda for útil e positivo no acervo do passado”.

(Disponível em:

http://www.letras.ufmg.br/literafro/29- critica-de-autores-feminios/1029-festa-para-o-nascimentode-carolina-de-jesus-e-abdias-nascimento-cidinha-da-silva.

Acesso em 24 de abril de 2023.)

Logo no início do texto, a autora utiliza o termo desbravadores: “Em comum, o fato de terem sido desbravadores” (l. 3) para se referir ao fato de os dois, a escritora e o intelectual:

  • A

    conseguirem enfrentar o racismo com militância política e arte, publicando diversos livros e deixando um legado histórico sobre quilombismo.

  • B

    terem nascido no mesmo dia e lugar e tomado a decisão de ir para São Paulo para se aprimorarem como artistas.

  • C

    escreverem sobre suas experiências nas favelas das grandes cidades e revelarem um Brasil mórbido e escondido.

  • D

    terem tido origem humilde e popular para depois terem vindo a ser reconhecidos como expressões nacionais no mundo das letras e das artes.

  • E

    reinventarem a literatura afro-brasileira, expondo suas experiências pessoais e seu conhecimento sobre o povo negro.

118414Questão 4|Português|médio

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((Extraído de SACRAMENTO, Leila Lauar. Gramática em Textos. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2000)

Na tirinha acima, o efeito cômico é obtido:

  • A

    porque Garfield gosta de comer linguiça.

  • B

    porque Garfield está dormindo.

  • C

    porque Garfield não atende à expectativa que Jon tem quando este grita “Fogo!”.

  • D

    porque Garfield não entende que a exclamação “Fogo!” significa um alerta de incêndio.

  • E

    porque Garfield não acorda quando Jon grita “Fogo!”.

118415Questão 5|Português|médio

Assinale a alternativa na qual a palavra "que" exerce a função de pronome relativo.

  • A

    Sua mãe não deixa que você chegue tarde

  • B

    Estou muito chateado com a confusão que ele fez.

  • C

    Estudos apontam que a atividade física faz bem à saúde.

  • D

    Venha já pra casa, que eu quero falar com você.

  • E

    Só queria que ela soubesse quanto a amo.

118416Questão 6|Português|médio

“Ela, sempre que ele vê ela online no zap, ele fica bolado se ela não responde". O período acima está escrito em linguagem coloquial. Assinale a opção em que o período citado está reescrito segundo a norma-padrão da língua portuguesa.

  • A

    Sempre que ele ver que ela está on-line no WhatsApp, mas que ela não o responde, ele fica irritado.

  • B

    Sempre que ela tá on-line no WhatsApp e não responde, ele fica irritado.

  • C

    Sempre que ele ver que ela está on-line no WhatsApp, mas que ela não lhe responde, ele fica irritado.

  • D

    Sempre que ele vê que ela está on-line no WhatsApp, mas que ela não o responde, ele fica irritado.

  • E

    Sempre que ele vê que ela está on-line no WhatsApp, mas que ela não lhe responde, ele fica irritado.

118417Questão 7|Português|médio

Assinale a alternativa na qual a crase está correta.

  • A

    Não sei por que preciso dar satisfações àquela gente.

  • B

    São pessoas que não percebem à necessidade de mudar.

  • C

    Passamos à acreditar em Deus depois daquela tragédia.

  • D

    Infelizmente, quando avistamos àquele lugar, já era noite.

  • E

    Depois de horas à fio trabalhando, ainda tive que fazer faxina na casa.

118418Questão 8|Português|médio

“Um pouco cansada com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto num suspiro de meia satisfação.” (Trecho do conto Amor, Clarice Lispector) O trecho do conto acima possui problemas de pontuação. Assinale a alternativa em que a reescrita das informações do texto atende à norma padrão de pontuação.

  • A

    “Um pouco cansada com as compras deformando o novo saco de tricô Ana, subiu no bonde.”

  • B

    “Um pouco cansada com as compras deformando, o novo saco de tricô Ana, subiu no bonde.”

  • C

    “Depositou o volume no colo e o bonde, começou a andar.”

  • D

    “Depositou o volume no colo e o bonde, começou a andar.”

  • E

    “Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde.”

118419Questão anuladaAnuladaQuestão 9|Português|médio

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(Disponível em:

https://imirante.com/noticias/bacuri/2023/04/20/denun ciados-por-acidente-que-matou-oito-estudantes-em-2014- serao-levados-a-juride.

Acesso em 24 de abril de 2023)

No subtítulo da notícia, que vem logo abaixo da manchete em destaque, o termo “quando”, por meio do processo de coesão textual, retoma:

  • A

    O veículo de transporte escolar que ocasionou o acidente.

  • B

    O acidente acontecido em Bacuri.

  • C

    O mês e o ano do acidente.

  • D

    O número de estudantes que morreram.

  • E

    O lugar onde o acidente aconteceu.

118420Questão 10|Português|médio

Assinale a alternativa em que as palavras são grafadas pela mesma regra de acentuação.

  • A

    Herói, café, açaí, fértil, sortilégio.

  • B

    Hálito, fórum, paralelepípedo, lúcido, século.

  • C

    Café, jacaré, crê, têm, refém.

  • D

    Juízo, saúde, egoísmo, caído, Grajaú.

  • E

    Ímã, véu, chá, pérfido, língua.

Assistente em Administração - 2023 | Prova