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Técnico Judiciário - Área Judiciária - 2024


Página 5  •  Total 60 questões
84502Questão 41|Direito Civil|médio

Paulo e Luiza estabelecem, em contrato de namoro, cláusula de renúncia aos efeitos pessoais e patrimoniais de uma união estável, o que tem sido entendido, por parte da doutrina e jurisprudência, como contrato nulo. Tal fundamento encontra respaldo no direito de personalidade, diante de seu aspecto

  • A

    irrenunciável.

  • B

    imprescritível.

  • C

    impenhoráveis.

  • D

    intransponível.

  • E

    intransmissível

84503Questão 42|Direito Civil|médio

César e Joana saem em férias e, animados com a relação afetiva que val se consolidando entre eles, resolvem se casar. Por não terem localizado autoridade disponível na cidade para realizar a celebração, convidam um amigo próximo, que acompanha a viagem, para realizar a cerimônia de casamento. Neste caso, estamos diante de um negócio jurídico

  • A

    nulo.

  • B

    inexistente.

  • C

    anulável.

  • D

    contestável.

  • E

    imperfeito

84504Questão 43|Direito Civil|médio

Cristiano realiza pagamento a um credor e, após isso, percebe que sua dívida estava prescrita. Com base nessa prescrição, pretende reaver os valores, em ação judicial que permita sua imediata devolução por parte do credor. Cristiano, no contexto da prescrição

  • A

    extintiva, não está amparado pela legislação, haja vista que o exercício do direito prescreveu, mas não o direito em si.

  • B

    extintiva, está amparado pela legislação, haja vista que o direito prescreve com seu exercício.

  • C

    aquisitiva, está amparado pela legislação, haja vista que, efetivado o transcurso do tempo, adquiriu direito ao não pagamento.

  • D

    aquisitiva, não está amparado pela legislação, haja vista que o decurso do tempo alcançado o levou à aquisição de uma faculdade de não pagamento.

  • E

    extintiva e aquisitiva, está amparado pela legislação, haja vista que atingem tanto o dever de pagamento quanto o direito ao seu recebimento.

84505Questão 44|Direito Civil|médio

Dora, mãe solteira de Alva, Eva e Júnior, faleceu em 2024. Alva, viúva, tem três filhos. Eva é solteira sem filhos. Júnior faleceu em 2020, deixando dois filhos. Considerando apenas essas informações e utilizando-se das regras do Código Civil, o patrimônio de Dora será partilhado da seguinte forma:

  • A

    3/4 do patrimônio para Alva, que representa seus filhos, e 1/4 do patrimônio para Eva, sendo que os filhos de Júnior não têm direito à herança.

  • B

    1/2 do patrimônio para Alva, que representa seus três filhos; 1/6 do patrimônio para cada filho de Júnior, por representação; e 1/6 do patrimônio para Eva.

  • C

    1/4 do patrimônio para Alva, 1/4 do patrimônio para cada filho de Júnior; 1/4 do patrimônio para Eva.

  • D

    1/2 do patrimônio para Alva e 1/2 do patrimônio para Eva, inexistindo direito à herança aos filhos de Júnior.

  • E

    1/3 do patrimônio para Alva; 1/6 do patrimônio para cada filho de Júnior, por representação, e 1/3 do patrimônio para Eva.

84506Questão 45|Direito de Família|médio

Sueli foi recentemente diagnosticada com Alzheimer precoce e deficiência degenerativa. Embora ainda esteja com suas faculdades mentais parcialmente preservadas, possui dificuldade de locomoção, ficando, via de regra, acamada. Por esse motivo, entende que precisa de um representante para defender seus interesses e gerir seu patrimônio, tendo em vista, ainda, a possibilidade de avanço da demência causada pelo Alzheimer. Sueli confia em suas duas primas, Magali e Roseli, desejando indicá-las para representá-la. Com base nessas informações e no interesse e vontade manifestados por Sueli, a saída jurídica será a propositura de ação de

  • A

    curatela, com a nomeação de Magali e Roseli como curadoras de Sueli, considerando-a absolutamente incapaz para os atos da vida civil.

  • B

    tomada de decisão apoiada, com a nomeação de Magali e Roseli como apoiadoras de Sueli, considerando-a capaz para suas escolhas.

  • C

    tutela, com a nomeação de Magali ou Roseli como tutoras, avaliando suas condições pessoais, tendo em vista que não é possível o compartilhamento do papel de tutor.

  • D

    curatela, com a nomeação de Magali e Rosell como curadoras de Sueli, considerando-a relativamente incapaz para os atos da vida civil.

  • E

    tomada de decisão apoiada, com a nomeação de Magali e Roseli como curadoras de Sueli, considerando-a absolutamente incapaz para os atos da vida civil.

84507Questão 46|Direito Processual Civil|médio

Paulo reside em um condomínio é discorda das regras de acesso à piscina de uso comum impostas pela administradora do condomínio. Não tendo havido oportunidade de resolução extrajudicial, ingressa com ação junto ao juízo competente. Um outro condômino, em seu apoio, ingressa na ação. Neste caso, estamos tratando da figura do

  • A

    litisconsórcio misto.

  • B

    litisconsórcio necessário.

  • C

    assistente litisconsorcial.

  • D

    assistente condominial.

  • E

    terceiro interessado.

84508Questão 47|Direito Processual Penal|médio

Feliciano tem contra si, registrado, boletim de ocorrência que o acusa de ter agredido fisicamente a esposa, Clara, causando-lhe lesões corporais. Durante a fase processual, Clara solicita ao juiz competente a decretação da medida protetiva de urgência de suspensão de visitas aos filhos comuns. A medida protetiva processual buscada

  • A

    não encontra respaldo na Lei Maria da Penha, em razão de que as medidas protetivas, por visarem a proteção da mulher, devem ser pleiteadas no início e dentro do período da notícia e investigação.

  • B

    encontra respaldo na Lei Maria da Penha, não sendo óbice a medida não ter sido pleiteada na fase inicial de registro e investigação.

  • C

    não encontra respaldo na Lei Maria da Penha, pois não é possível suspender a visita a filhos comuns nesse contexto, mas somente restringi-la.

  • D

    encontra respaldo na Lei Maria da Penha, mas somente poderia ler sido pleiteada durante a investigação e não na fase Judicial.

  • E

    não comporta previsão legal na Lei Maria da Penha, pois não abrange medidas aplicáveis aos filhos.

84509Questão 48|ECA|médio

José está acolhido institucionalmente por determinação do juízo da infância e da juventude. Porém, a equipe técnica do serviço de acolhimento informa ao Ministério Público que não conseguiu matricular José na turma de educação infantil, por falta de vagas. A Promotora de Justiça propõe ação de obrigação de fazer para que o Município disponibilize vaga em unidade escolar, em período integral, para José. Após a Instrução processual, a sentença proferida determina que o Município disponibilize a vaga, mas indefere o pedido quanto à escola em período integral. A Fazenda Pública Municipal e o Ministério Público desejam recorrer. Desse modo o prazo para recurso de apelação para ambas as partes é de

  • A

    30 dias úteis.

  • B

    20 dias corridos.

  • C

    15 dias úteis.

  • D

    10 dias corridos.

  • E

    30 dias corridos.

84510Questão 49|Direito Processual Civil|médio

Rogéria e Felipe, casados há 19 anos, têm duas filhas gêmeas, Mara e Maria, que completaram a maioridade civil no mês passado. O casal resolve se divorciar, de forma consensual, existindo patrimônio comum a partilhar, construído conjuntamente. Rogéria val até o cartório extrajudicial e questiona sobre a possibilidade de realizar o divórcio por escritura pública, ela deve, corretamente, receber como resposta que

  • A

    o divórcio precisara ser realizado judicialmente por conta da existência de filhos.

  • B

    o divórcio extrajudicial dependerá de homologação judicial.

  • C

    há necessidade de se valer da via judicial devido à existência de patrimônio a partilhar.

  • D

    é possível ser feito o divórcio extrajudicial independentemente de advogado.

  • E

    poderá realizar o divórcio extrajudicial, tendo em vista que não há filhos incapazes.

84511Questão 50|Direito Processual Civil|médio

Em janeiro de 2024, Diego ingressou com uma ação de indenização por danos morais em face do Estado em decorrência da morte de seu filho, Jonas, em situação de intervenção policial, em 2016. Na época, foi instaurado inquérito policial que concluiu pela impossibilidade de identificar o autor dos disparos, sendo o arquivamento homologado pelo juiz em 2018. Nesse caso concreto, nos termos do Código de Processo Civil, tendo identificada a ocorrência de prescrição, o juiz poderá

  • A

    indeferir a petição inicial por falta de interesse processual.

  • B

    julgar liminarmente improcedente independentemente da citação do réu.

  • C

    julgar antecipadamente o pedido, com base na data de arquivamento do inquérito.

  • D

    extinguir o feito por ausência de pressupostos de desenvolvimento válido e regular do processo.

  • E

    reconhecer a existência de preclusão, perempção ou decadência.