Considerando-se a organização do texto, a autora utiliza
A
os tempos do presente, na maior parte, aproximando-se dos fatos, como se tivesse recorrido a uma câmara de zoom , e aumentando, portanto, a tensão narrativa.
B
um narrador onisciente, em 3ª pessoa, na maior parte do texto, tendo em vista que revela ao leitor uma visão mais aproximada da narrativa, com detalhes da relação de um cão com o seu dono.
C
um narrador em 1ª pessoa, a que corresponde o papel de personagem e a não onisciência da narrativa, como fica claro na passagem “Mas eu avisei que o tempo era de guerra” (linha 14).
D
o tipo textual descritivo, predominantemente, com o objetivo de qualificar, nomear e situar os seres do mundo, sob um ponto de vista estático, como se verifica na passagem “Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra”. (linhas 1- 2).
E
o discurso direto, predominantemente, como é possível verificar na passagem: “As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?” (linhas 37-38)
No trecho “... acompanhava -o com seu passinho saltitante de volta à casa”, a forma verbal destacada encontra-se no mesmo tempo verbal que a seguinte também sublinhada:
A
“Uma tarde (era inverno), ele lá ficou ...”
B
“A vila inteira já conhecia o cachorro...”
C
“Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?”
D
“Os familiares voltaram -se para outros familiares.”
E
“(...) como se tivesse um relógio preso à pata (...)”
O trecho “O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.” pode ser reescrito da seguinte forma, sem perda de sentido:
A
Como o jovem morreu num bombardeio, no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.
B
Já que o jovem morreu num bombardeio, no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.
C
O jovem morreu num bombardeio, portanto no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.
D
O jovem morreu num bombardeio, embora no pequeno coração do cachorro, não tenha morrido a esperança.
E
O jovem morreu num bombardeio, entretanto no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.
No trecho “Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina”, as duas ocorrências do termo “jovem” exercem, respectivamente, as funções sintáticas de