A partir da leitura da passagem “Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata (...)” (linhas 22-23), é possível inferir que
o cachorro, assim que anoitecia, voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte quando o dono retornava.
o cachorro tinha um relógio preso ao corpo para esperar o dono sempre no mesmo horário.
os animais, apesar de irracionais, são muito espertos e conseguem saber reconhecer as horas.
as pessoas da vila conheciam o cachorro e faziam-lhe festinhas sempre no mesmo horário, para que ele soubesse a hora de esperar pelo dono.
o cachorro sempre esperava seu dono no mesmo horário.