Economista - 2019
A existência de economias de escala está associada à existência de retornos não constantes de escala, que é um dos pilares do modelo de vantagens comparativas. Quando cada firma pode obter custos médios mais baixos e se produz em escala crescente, está caracterizada a economia de escala que se denomina:
A possibilidade de os consumidores terem sua demanda influenciada por atributos distintos dos produtos permite analisar a diferenciação de produtos aparentemente homogêneos, mas que se distinguem por algum atributo específico. O tipo de diferenciação em que os consumidores privilegiam algum atributo associado à qualidade do produto denomina-se:
A âncora cambial oferece a gravitação da taxa de inflação no exterior. Há uma forma mais restrita de ancoragem cambial em que, diferente de outros regimes que combinam conversibilidade cambial e taxas de câmbio rígidas ou administradas, a credibilidade do compromisso de conversibilidade a taxas fixas é buscada com a manutenção de reservas externas, em geral em volume acima do valor correspondente de moeda em circulação. Esse tipo de ancoragem cambial denomina-se:
Uma instituição multilateral foi criada para ajudar na reconstrução das economias europeias afetadas pelo esforço de guerra. Até os anos 60, esta instituição concentrou suas atividades na provisão de recursos para o setor público dos países, financiando grandes projetos de infraetrutura. A partir de meados da década de 60, ela passou a se ocupar também de projetos nas áreas educacional, de desenvolvimento urbano e agrícola. Essa instituição denomina-se:
A aceleração inflacionária no final do ano anterior e início de 1986 levou ao lançamento do de um novo plano econômico em 28/02/1986. Esse plano definiu regras de conversão de preços e salários de modo que se evitassem efeitos redistributivos. O plano em questão denomina-se Plano:
Ainda no governo Itamar Franco foi concebido um plano econômico que partia do diagnóstico de que a inflação brasileira possuía um forte caráter inercial. Esse plano dividia o ataque ao processo inflacionário em três fases. A segunda fase correspondia a um novo sistema de indexação que visava simular os efeitos de uma hiperinflação (indexação diária), sem passar por seus efeitos, e corrigir os desequilíbrios de preços relativos. Trata-se do seguinte conceito que foi introduzido no ambiente econômico da época:
Os fundamentos macroeconômicos da economia brasileira foram deteriorando-se significativamente a partir de 1995. A grande perda de reservas verificada principalmente na crise russa, em 1998, o quadro recessivo, a elevada taxa de desemprego, a deterioração do saldo em conta corrente e a elevação da razão dívida pública/PIB tornaram cada vez mais aguda a crise. No início do 2º mandato de FHC, em janeiro de 1999, como resposta a esse quadro, ocorreu o seguinte fato relevante na economia brasileira:
No Brasil, antes de 1930, as indústrias existentes sugiram nas “franjas” da economia cafeeira, ou seja, de acordo com as necessidades de atender a um mercado consumidor incipiente, surgido com o processo de imigração e a renda dos trabalhadores ligados ao setor agrário-exportador. Na historiografia brasileira, duas correntes procuraram explicar a origem da indústria nesse período. Uma corrente afirmava que a indústria crescia justamente nos momentos de expansão da economia cafeeira. Nesses momentos, ocorria a expansão da renda e do mercado consumidor, por meio do aumento da massa salarial. Trata-se da corrente que se denomina:
Embora, rigorosamente, somente se possa afirmar que a demanda do bem X é elástica ou não em relação a seu preço a partir de uma comprovação empírica, existem algumas regras práticas atribuídas a Marshall que permitem uma avaliação a priori do valor da elasticidade-preço da demanda. Com relação à elasticidade-preço da demanda, quanto maior o grau de utilidade do produto para o consumidor, é possível dizer que:
Com relação às preferências do consumidor, o princípio de ordenação de preferências que afirma que a maior quantidade de um bem é sempre preferível à menor quantidade do mesmo, denomina-se: