A passagem “Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.” (linhas 38-39) revela que o cachorro
morreu esperando o dono.
pressentia que o dono estava voltando.
continuou a esperar pelo dono todos os dias, no mesmo horário.
gostava de receber os afagos das pessoas que passavam por ele.
não queria perder cada movimento do retorno de seu dono.