Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Assistente Administrativo I - 2016


Página 1  •  Total 50 questões
63899Questão 1|Português|médio

Comida “feia” também faz bem para a saúde

      Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria, as frutas e verduras “feias” voltaram a ser um objeto atrativo pelos que lutam contra o desperdício de alimentos.

      O agricultor francês Nicolas Chabanne, fundador do movimento em defesa dos “alimentos feios”, trabalha para posicionar esses produtos no mercado e já tem mil parceiros no mundo todo.

      Sua estratégia é simples. Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores que se comprometem a colocá-la entre seus alimentos “feios”, oferecendo-os pelo menor preço. Depois, parte do dinheiro arrecadado é destinada a associações de caridade e de consumidores.

      “Quando você coloca uma maçã feia ao lado de outras muito bonitas, nossos olhos fixam antes nas mais bonitas”, disse Chabanne, que se esforça para mostrar às pessoas que os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos.

      A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã.

      “É um negócio social e rentável porque aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada”, afirmou Thomas Pocher, proprietário de um supermercado no norte da França.

                                                           (EFE, http://exame.abril.com.br. Adaptado)

A proposta do agricultor Nicolas Chabanne envolve

  • A

    fazer com que os consumidores paguem pelos alimentos feios o mesmo preço pago pelos bonitos.

  • B

    combater o desperdício revendendo alimentos que não estão em bom estado de conservação.

  • C

    adquirir, a um preço baixo, alimentos descartados pela indústria por serem considerados feios.

  • D

    convencer as pessoas de que os vegetais considerados feios são mais nutritivos que os bonitos.

  • E

    vender alimentos que não se enquadram nos padrões de beleza a um valor mais acessível.

63900Questão 2|Português|médio

Comida “feia” também faz bem para a saúde

      Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria, as frutas e verduras “feias” voltaram a ser um objeto atrativo pelos que lutam contra o desperdício de alimentos.

      O agricultor francês Nicolas Chabanne, fundador do movimento em defesa dos “alimentos feios”, trabalha para posicionar esses produtos no mercado e já tem mil parceiros no mundo todo.

      Sua estratégia é simples. Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores que se comprometem a colocá-la entre seus alimentos “feios”, oferecendo-os pelo menor preço. Depois, parte do dinheiro arrecadado é destinada a associações de caridade e de consumidores.

      “Quando você coloca uma maçã feia ao lado de outras muito bonitas, nossos olhos fixam antes nas mais bonitas”, disse Chabanne, que se esforça para mostrar às pessoas que os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos.

      A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã.

      “É um negócio social e rentável porque aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada”, afirmou Thomas Pocher, proprietário de um supermercado no norte da França.

                                                           (EFE, http://exame.abril.com.br. Adaptado)

A iniciativa de comercializar “alimentos feios”

  • A

    tem como objetivo central fazer com que as pessoas consumam vegetais mais saudáveis.

  • B

    combate o desperdício, ao levar as pessoas a consumir alimentos com moderação.

  • C

    visa lucrar com um mercado composto exclusivamente por consumidores de baixa renda.

  • D

    tem obtido bons resultados, embora se limite ao mercado de hortaliças, legumes e frutas.

  • E

    atende a um propósito beneficente, além de ser vantajosa em termos comerciais.

63901Questão 3|Português|médio

Comida “feia” também faz bem para a saúde

      Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria, as frutas e verduras “feias” voltaram a ser um objeto atrativo pelos que lutam contra o desperdício de alimentos.

      O agricultor francês Nicolas Chabanne, fundador do movimento em defesa dos “alimentos feios”, trabalha para posicionar esses produtos no mercado e já tem mil parceiros no mundo todo.

      Sua estratégia é simples. Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores que se comprometem a colocá-la entre seus alimentos “feios”, oferecendo-os pelo menor preço. Depois, parte do dinheiro arrecadado é destinada a associações de caridade e de consumidores.

      “Quando você coloca uma maçã feia ao lado de outras muito bonitas, nossos olhos fixam antes nas mais bonitas”, disse Chabanne, que se esforça para mostrar às pessoas que os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos.

      A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã.

      “É um negócio social e rentável porque aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada”, afirmou Thomas Pocher, proprietário de um supermercado no norte da França.

                                                           (EFE, http://exame.abril.com.br. Adaptado)

Uma palavra que substitui a expressão destacada em – A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. –, sem alteração de sentido, é:

  • A

    subitamente.

  • B

    paulatinamente.

  • C

    repentinamente.

  • D

    provavelmente.

  • E

    impreterivelmente.

63902Questão 4|Português|médio

Comida “feia” também faz bem para a saúde

      Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria, as frutas e verduras “feias” voltaram a ser um objeto atrativo pelos que lutam contra o desperdício de alimentos.

      O agricultor francês Nicolas Chabanne, fundador do movimento em defesa dos “alimentos feios”, trabalha para posicionar esses produtos no mercado e já tem mil parceiros no mundo todo.

      Sua estratégia é simples. Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores que se comprometem a colocá-la entre seus alimentos “feios”, oferecendo-os pelo menor preço. Depois, parte do dinheiro arrecadado é destinada a associações de caridade e de consumidores.

      “Quando você coloca uma maçã feia ao lado de outras muito bonitas, nossos olhos fixam antes nas mais bonitas”, disse Chabanne, que se esforça para mostrar às pessoas que os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos.

      A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã.

      “É um negócio social e rentável porque aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada”, afirmou Thomas Pocher, proprietário de um supermercado no norte da França.

                                                           (EFE, http://exame.abril.com.br. Adaptado)

Um termo que introduz uma exemplificação no enunciado está em destaque na seguinte passagem:

  • A

    Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria… (1° parágrafo)

  • B

    Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores… (3° parágrafo)

  • C

    … os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos. (4° parágrafo)

  • D

    Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã. (5° parágrafo)

  • E

    ... aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada… (6° parágrafo)

63903Questão 5|Português|médio

Comida “feia” também faz bem para a saúde

      Frequentemente desprezadas por terem um aspecto que não está de acordo com os “padrões de beleza” impostos pela indústria, as frutas e verduras “feias” voltaram a ser um objeto atrativo pelos que lutam contra o desperdício de alimentos.

      O agricultor francês Nicolas Chabanne, fundador do movimento em defesa dos “alimentos feios”, trabalha para posicionar esses produtos no mercado e já tem mil parceiros no mundo todo.

      Sua estratégia é simples. Vender uma maçã com um rótulo cujo logotipo mostra um rosto com um único dente aos produtores que se comprometem a colocá-la entre seus alimentos “feios”, oferecendo-os pelo menor preço. Depois, parte do dinheiro arrecadado é destinada a associações de caridade e de consumidores.

      “Quando você coloca uma maçã feia ao lado de outras muito bonitas, nossos olhos fixam antes nas mais bonitas”, disse Chabanne, que se esforça para mostrar às pessoas que os produtos menos esteticamente atrativos também são de qualidade e, inclusive, mais baratos.

      A iniciativa começou com frutos e legumes, mas, pouco a pouco, está se expandindo. Agora, engloba também outros produtos, como queijos e cereais ingeridos no café da manhã.

      “É um negócio social e rentável porque aproveita a luta contra os resíduos a fim de voltar a vender parte da produção que não é normalmente valorizada”, afirmou Thomas Pocher, proprietário de um supermercado no norte da França.

                                                           (EFE, http://exame.abril.com.br. Adaptado)

As aspas empregadas em Comida “feia” (título), frutas e verduras “feias” (1°parágrafo) e alimentos “feios” (3° parágrafo) têm a função de

  • A

    comparar os alimentos a produtos de beleza, os quais servem para enfeitar as pessoas.

  • B

    sinalizar que a ideia de feiura se apresenta com conotação irônica, equivalendo a beleza.

  • C

    sugerir uma crítica à distinção que se faz entre os alimentos a partir de um critério estético.

  • D

    explicitar que a noção de beleza é consensual e, por isso, não deve ser questionada.

  • E

    reproduzir a fala de cientistas que provaram que a aparência dos alimentos é irrelevante.

63904Questão 6|Português|médio

Sem ilusionismo

      Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

      Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

      O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

      Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

      Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

      O fato é que a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais. E o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade.

                         

 (Renato Andrade, 01.01.2016. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

Segundo o autor, para garantir o funcionamento do sistema previdenciário, é preciso

  • A

    atender às exigências do mercado financeiro quanto aos investimentos públicos.

  • B

    aumentar os impostos ou cortar gastos, duas ações difíceis de serem executadas.

  • C

    cobrar mais impostos dos cidadãos que recebem benefícios provenientes da aposentadoria.

  • D

    solicitar empréstimos ou fazer financiamentos para custear os altos gastos do governo.

  • E

    aumentar o tempo de contribuição dos trabalhadores ou exigir que estes cortem despesas.

63905Questão 7|Português|médio

Sem ilusionismo

      Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

      Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

      O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

      Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

      Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

      O fato é que a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais. E o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade.

                         

 (Renato Andrade, 01.01.2016. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

Um problema que agrava a situação do sistema previdenciário brasileiro é

  • A

    a redução da expectativa de vida.

  • B

    o recente aumento da receita do governo.

  • C

    a atual queda no número de tributos.

  • D

    o envelhecimento da população.

  • E

    a elevação do número de trabalhadores ativos.

63906Questão 8|Português|médio

Sem ilusionismo

      Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

      Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

      O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

      Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

      Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

      O fato é que a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais. E o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade.

                         

 (Renato Andrade, 01.01.2016. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

Ao empregar no plural o termo destacado na frase – Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade. –, a redação correta, conforme a norma-padrão, será:

  • A

    Não haverá mágicos que consigam mudar essa realidade.

  • B

    Não haverá mágicos que consiga mudar essa realidade.

  • C

    Não haverão mágicos que consigam mudar essa realidade.

  • D

    Não haverão mágicos que consiga mudar essa realidade.

  • E

    Não haverão mágicos que consigam mudarem essa realidade.

63907Questão 9|Português|médio

Sem ilusionismo

      Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

      Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

      O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

      Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

      Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

      O fato é que a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais. E o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade.

                         

 (Renato Andrade, 01.01.2016. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão entre colchetes substitui corretamente aquela destacada em negrito, segundo a norma-padrão.

  • A

    Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita… [que não harmoniza-se da]

  • B

    … só há dois caminhos para corrigir a distorção… [que corrige-se a]

  • C

    O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. [comparável com o]

  • D

    Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa. [não mostra-se favorável de]

  • E

    … o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem… [não encontra-se apto à garantir]

63908Questão 10|Português|médio

Sem ilusionismo

      Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

      Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

      O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

      Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

      Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

      O fato é que a população brasileira está envelhecendo e vivendo mais. E o sistema ativo é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não haverá mágico que consiga mudar essa realidade.

                         

 (Renato Andrade, 01.01.2016. www.folha.uol.com.br. Adaptado)

O segmento destacado em – Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção… – estará corretamente substituído, preservando-se o sentido e a correção gramatical, por:

  • A

    Caso uma despesa avance…

  • B

    Ainda que uma despesa avance…

  • C

    Contudo uma despesa avança…

  • D

    Pois uma despesa avança…

  • E

    Para que uma despesa avance…