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Papiloscopista Policial - 2015


Página 1  •  Total 80 questões
161349Questão 1|Português|superior

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No que se refere à realização e à interpretação do sujeito das orações que compõem o texto, assinale a alternativa correta.

  • A

    Seria mantida a correção gramatical do período caso o pronome “eu”, em ambas as ocorrências, às linhas 24 e 27, fosse suprimido.

  • B

    O sujeito da oração iniciada por “é declarado” (linha 37), que está elíptico, refere-se a “um indivíduo” (linha 36).

  • C

    O sujeito da oração que inicia o segundo período do primeiro parágrafo está elíptico e se refere à ideia expressa no período anterior.

  • D

    O referente do sujeito da oração iniciada por “alcançou” (linha 10) é “A acumulação da riqueza e do poder e a constituição do poder judiciário nas mãos de alguns” (linhas 8 e 9).

  • E

    A oração iniciada por “Se é verdade” (linha 23) não tem sujeito.

161350Questão 2|Português|superior

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No texto, o pronome

  • A

    “este”, em “este homem” (linha 24), indica alguém presente no momento da fala do procurador.

  • B

    “sua” (linha 38) foi empregado no sentido de posse, significando que o indivíduo que perde o processo é dono da vítima.

  • C

    “se” (linha 19) exerce a função de complemento da forma verbal “vai” (linha 19).

  • D

    aquele , em “daquele” (linha 23), retoma “a vítima” (linha 22).

  • E

    “ele”, em suas três ocorrências, às linhas 26 e 28, possui o mesmo referente.

161351Questão 3|Português|superior

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Acerca dos sinais de pontuação empregados no texto, assinale a alternativa correta.

  • A

    As aspas foram empregadas para realçar a importância do trecho por elas isolado, dando-lhe destaque.

  • B

    Os dois pontos foram empregados no texto com a mesma função em todas as ocorrências, às linhas 18, 23, 29 e 34.

  • C

    A inserção de uma vírgula logo após “recente” (linha 4) prejudicaria a correção gramatical e a coerência do texto.

  • D

    A supressão da vírgula empregada logo após “queixa” (linha 23) alteraria o sentido original do texto, deixando-o, ainda, menos claro.

  • E

    As vírgulas, no trecho “o soberano, o Estado, a lei” (linha 40) foram empregadas para separar palavras sinônimas.

161352Questão 4|Português|superior

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No texto, o vocábulo

  • A

    “dublar” (linha 22) foi empregado em sentido conotativo.

  • B

    “perde” (linha 36) é sinônimo de ficar sem a posse.

  • C

    “constituição” (linha 8) foi empregado no sentido de ordenação, estatuto, regra.

  • D

    “personagem” (linha 18) é sinônimo de protagonista.

  • E

    “procurador” (linha 19) foi empregado no sentido de aquele que procura algo.

161353Questão 5|Português|superior

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No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

  • A

    É facultativo o emprego do acento indicativo de crase em “a sua vítima” (linhas 37 e 38).

  • B

    O deslocamento da partícula “se”, em “vai-se exigir” (linha 38), para imediatamente após “exigir” – escrevendo-se vai exigir-se – prejudicaria a correção gramatical do período.

  • C

    Em “A acumulação da riqueza e do poder e a constituição do poder judiciário nas mãos de alguns” (linhas 8 e 9), a conjunção “e” liga, em ambas as ocorrências, termos que exercem a função sintática de complemento nominal.

  • D

    Na linha 13, o vocábulo “justiça” constitui o núcleo do complemento da forma verbal “Apareceu”.

  • E

    O vocábulo “culpado”, pertence em ambas as ocorrências, à linha 37 e à linha 38, à mesma classe de palavras.

161354Questão 6|Português|superior

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Considerando o emprego das preposições no texto, assinale a alternativa correta.

  • A

    Em “tão diabólica quanto a do procurador e a da infração” (linhas 33 e 34), a preposição de , em ambas as ocorrências, veicula uma ideia de posse.

  • B

    O emprego da preposição “contra”, em “contra o soberano, o Estado, a lei” (linha 40), é exigido pela presença do substantivo “ofensa” (linha 39).

  • C

    A preposição de , em “do alto” (linha 16), veicula uma ideia de origem e introduz um termo com função de adjunto.

  • D

    A preposição por, tanto em “pelo único fato [...]” (linha 21) quanto em “por esse indivíduo” (linha 27), introduz termos que exercem a mesma função sintática.

  • E

    O termo “de um indivíduo” (linhas 31 e 32) denota, graças à presença da preposição “de”, o paciente da ação denotada pelo substantivo “lesão” (linha 31).

161355Questão 7|Português|superior

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Manteria a correção gramatical e o sentido original do texto a substituição de

  • A

    'Se' (linha 23) por Caso.

  • B

    “Quando” (linha 36) por No instante em que.

  • C

    “vigorou” (linha 10) por esteve em vigência.

  • D

    “ter havido” (linha 21) por que existiu.

  • E

    “dar a queixa” (linha 23) por queixar-se.

161356Questão 8|Português|superior

Quando, em 3 de outubro de 1897, as tropas federais entraram em Canudos para o ataque final, Antônio Conselheiro já não estava à frente de seus fiéis. Havia falecido em 22 de setembro. A causa da morte não foi bem esclarecida, mas bem pode ter sido aquilo que na região era conhecido como “caminheira", diarreia. Uma prosaica e deprimente condição que vitimava, e ainda vitima, milhares de brasileiros, e que está ligada à má higiene dos alimentos e à deficiente qualidade da água. O cadáver foi desenterrado e decapitado, mas a cabeça não foi, como a de Tiradentes, exibida em público para escarmento da população. Não, esses tempos já haviam passado, mas foi enviada a um cientista, para ser estudada: era preciso descobrir o que havia ali, que poder misterioso — capaz de mobilizar multidões — residira naquele cérebro. Medir e estudar crânios era uma obsessão de uma época muito influenciada pela teoria do “criminoso nato", cujas características manifestar-se-iam no tipo da face e na conformação do crânio.

Moacyr Scliar. Saturno nos trópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2003

Conclui-se do texto que

  • A

    se acreditava que o poder de liderança de Antônio Conselheiro advinha de um poder sobrenatural, divino, que apenas um cientista poderia esclarecer.

  • B

    houve uma época em que se achava que apenas olhando para alguém, dadas as características de sua face, seria possível reconhecer se esse alguém era um criminoso.

  • C

    Antônio Conselheiro, antes de morrer, colocava-se à frente de seus fiéis, servindo-lhes como escudo humano, para protegê-los.

  • D

    a cabeça de Tiradentes foi exibida em público com o objetivo de servir de lição àqueles que porventura quisessem adotar suas ideias.

  • E

    a população de Canudos vivia em condições que propiciavam o aparecimento de doenças físicas e mentais, como a diarreia e a depressão.

161357Questão 9|Português|superior

Quando, em 3 de outubro de 1897, as tropas federais entraram em Canudos para o ataque final, Antônio Conselheiro já não estava à frente de seus fiéis. Havia falecido em 22 de setembro. A causa da morte não foi bem esclarecida, mas bem pode ter sido aquilo que na região era conhecido como “caminheira", diarreia. Uma prosaica e deprimente condição que vitimava, e ainda vitima, milhares de brasileiros, e que está ligada à má higiene dos alimentos e à deficiente qualidade da água. O cadáver foi desenterrado e decapitado, mas a cabeça não foi, como a de Tiradentes, exibida em público para escarmento da população. Não, esses tempos já haviam passado, mas foi enviada a um cientista, para ser estudada: era preciso descobrir o que havia ali, que poder misterioso — capaz de mobilizar multidões — residira naquele cérebro. Medir e estudar crânios era uma obsessão de uma época muito influenciada pela teoria do “criminoso nato", cujas características manifestar-se-iam no tipo da face e na conformação do crânio.

Moacyr Scliar. Saturno nos trópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Seja quanto ao tipo, seja quanto ao gênero, o texto apresentado tem caráter predominantemente

  • A

    descritivo.

  • B

    argumentativo.

  • C

    narrativo.

  • D

    instrucional.

  • E

    informativo.

161358Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 10|Redação Oficial|superior

Com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República, é correto afirmar que, em um memorando enviado por um papiloscopista policial ao diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Distrito Federal, deve-se empregar

  • A

    o local, por extenso, além da data, em formato numérico, como, por exemplo: Brasília, 30/4/2015.

  • B

    a expressão Ao Sr. Diretor do Instituto de Identificação, como destinatário.

  • C

    Atenciosamente, como fecho do documento.

  • D

    o vocativo Excelentíssimo Senhor Diretor.

  • E

    a expressão Sua Excelência , como forma de tratamento.