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Técnico Judiciário - Área Administrativa - 2022


Página 1  •  Total 70 questões
24785Questão 1|Português|médio

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Depreende-se da crônica que, por

  • A

    sumir frequentemente, Valente era um bom Braga.

  • B

    ser medroso, Valente era um bom Braga.

  • C

    não ser caçador, Valente era um bom Braga.

  • D

    ser caçador, Valente era um bom Braga.

  • E

    não ser medroso, Valente era um bom Braga.

24786Questão 2|Português|médio

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O cronista dirige-se explicitamente a seus leitores no seguinte trecho:

  • A

    Terei então de abrir todo um livro e contar as façanhas de um deles que durou apenas onze anos, e se chamava Zig. (1º parágrafo)

  • B

    Um dia, antes do remate de meus dias, ainda jogarei fora esta máquina de escrever e, pegando uma velha pena de pato, me porei a narrar a crônica dos Braga. (1º parágrafo)

  • C

    Zig – ora direis – não parece nome de gente, mas de cachorro. E direis muito bem, porque Zig era cachorro mesmo. (2º parágrafo)

  • D

    Não sei onde Valente ganhou esse belo nome; deve ter sido literatura de algum Braga, pois hei de confessar que só o vi valente no comer angu. (3º parágrafo)

  • E

    Tio Maneco veio do sítio e, conversando com meu pai na varanda, não tirava o olho do cachorro. (4º parágrafo)

24787Questão 3|Português|médio

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O cronista expressa uma retificação no seguinte trecho:

  • A

    E só aceitava angu pelas mãos de minha mãe. (3º parágrafo)

  • B

    Um dia, tio Trajano veio do sítio... Minto! Foi tio Maneco. (4º parágrafo)

  • C

    Tio Maneco veio do sítio e, conversando com meu pai na varanda, não tirava o olho do cachorro. (4º parágrafo)

  • D

    O sítio não tinha três léguas lá de casa. (6º parágrafo)

  • E

    Acabara de ver o Valente que, deitado na varanda, ouvia a conversa e o mirava com um olho só. (8º parágrafo)

24788Questão 4|Português|médio

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Teve, no seu canto de varanda, alguns predecessores ilustres, dos quais só recordo Sizino, cujos latidos atravessam minha infância, e o ignóbil Valente, que encheu de desgosto meu tio Trajano. (3º parágrafo)

O termo sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:

  • A

    preguiçoso.

  • B

    inofensivo.

  • C

    ambíguo.

  • D

    nostálgico.

  • E

    deplorável.

24789Questão 5|Português|médio

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Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:

  • A

    Foi a história que tio Maneco contou indignado (6º parágrafo).

  • B

    me porei a narrar a crônica dos Braga (1º parágrafo).

  • C

    não tirava o olho do cachorro (4º parágrafo).

  • D

    ouvia a conversa e o mirava com um olho só (8º parágrafo).

  • E

    ando por este mundo a caçar ventos e melancolias (9º parágrafo).

24790Questão 6|Português|médio

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Se em todo o Cachoeiro era conhecido por Zig Braga, isso apenas mostra como se identificou com o espírito da Casa em que nasceu, viveu, mordeu, latiu, abanou o rabo e morreu. (2º parágrafo)

O termo sublinhado acima refere-se a

  • A

    Casa

  • B

    cachorro

  • C

    Cachoeiro

  • D

    espírito

  • E

    Zig Braga

24791Questão 7|Português|médio

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Tio Maneco disse para o meu pai: – Esse cachorro é veadeiro.

Ao se transpor o texto acima para o discurso indireto, a forma verbal sublinhada será substituída por

  • A

    foi.

  • B

    fosse.

  • C

    era.

  • D

    seja.

  • E

    fora.

24792Questão 8|Português|médio

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É invariável quanto a gênero e a número o termo sublinhado em:

  • A

    ando por este mundo (9º parágrafo)

  • B

    pegando uma velha pena de pato (1º parágrafo)

  • C

    era conhecido por Zig Braga (2º parágrafo)

  • D

    o cachorro não aparecera em parte alguma (6º parágrafo)

  • E

    sei apenas que Valente sumiu (6º parágrafo)

24793Questão 9|Português|médio

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Em só

o

vi valente no comer angu (3º parágrafo), o termo sublinhado exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:

  • A

    ainda jogarei fora esta máquina de escrever (1º parágrafo)

  • B

    só aceitava angu pelas mãos de minha mãe (3º parágrafo)

  • C

    Zig era cachorro mesmo (2º parágrafo)

  • D

    Não sei se matou alguma coisa (6º parágrafo)

  • E

    era Valente um bom Braga (9º parágrafo)

24794Questão 10|Português|médio

Atenção: Leia a fábula “O cabrito e o lobo flautista”, de Esopo, para responder à questão.

    Um cabrito que ficou por último atrás do rebanho estava sendo perseguido por um lobo. Então ele se virou para o lobo e disse: “Lobo, estou conformado em ser sua comida. Mas, para que eu não morra de forma indigna, toque uma flauta para eu dançar.” E o lobo se pôs a tocar flauta e o cabrito, a dançar. Entretanto, os cães o ouviram e saíram no encalço do lobo. Então este se voltou e disse ao cabrito: “Isso é benfeito para mim, pois eu, que sou magarefe*, não devia me pôr a imitar um flautista.”

(Esopo. Fábulas completas. São Paulo: Cosac Naify, 2013)

*magarefe: indivíduo que abate e esfola as reses nos matadouros; açougueiro, carniceiro.

Depreende-se da leitura da fábula a seguinte moral:

  • A

    Assim, as pessoas insignificantes tentam parecer bem mais do que são de fato.

  • B

    Assim, os homens maus, ainda que deem a impressão de ajudar, só prejudicam.

  • C

    Assim, a rivalidade com superiores, além de não levar a nada, ainda acrescenta o riso às desgraças.

  • D

    Assim, os que conspiram contra os sócios sem perceber também perecem junto com eles.

  • E

    Assim, aqueles que praticam uma ação sem levar em conta as circunstâncias perdem até o que têm em mãos.