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Sargento da Polícia Militar - 2010


Página 2  •  Total 100 questões
153565Questão 11|Português|superior

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A charge poderia ser relacionada ao seguinte provérbio:

  • A

    A fome faz sair o lobo do mato.

  • B

    A palavra é de prata e o silêncio é de ouro.

  • C

    Antes que o mal cresça, corta­lhe a cabeça.

  • D

    Em casa de ferreiro, espeto é de pau.

  • E

    A ignorância é a mãe de todas as doenças.

153566Questão 12|Português|superior

Leia a seguinte manchete: “Pelé afirma que a seleção está bem, ______Portugal e Espanha também estão bem preparadas.” A lacuna seria preenchida mais adequadamente por um(a):

  • A

    Pronome relativo, como por exemplo, que .

  • B

    Conjunção adversativa, como por exemplo , mas .

  • C

    Conjunção aditiva, como por exemplo, e .

  • D

    Pronome adversativo, como por exemplo, porém .

  • E

    Locução prepositiva, como por exemplo, no entanto .

153567Questão 13|Português|superior

O preenchimento adequado da manchete: “ Pelé afirma que a seleção está bem, ______Portugal e Espanha também estão bem preparadas.” faz parte de um recurso de :

  • A

    Adequação vocabular.

  • B

    Falta de coesão.

  • C

    Incoerência.

  • D

    Coesão.

  • E

    Coerência.

153568Questão 14|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

Logo no primei ro parágrafo do texto, a autora:

  • A

    Mostra certa neutralidade em relação à Mandela e a seu filme.

  • B

    Destaca que o líder africano deve ser um exemplo a seguir.

  • C

    Revela admiração e respeito por Mandela ao citar uma de suas frases.

  • D

    Evidencia que Mandela pode parecer arrogante ao proferir: "Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma.”

  • E

    Defende que o filme é tão bom que deveria ganhar o Oscar.

153569Questão 15|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

Ainda em relação ao primeiro parágrafo, a autora nos convida a assistirmos ao filme. Tal convite é expresso principalmente por meio do:

  • A

    Verbo no subjuntivo.

  • B

    Convencimento ao citar uma frase de Mandela.

  • C

    Verbo no indicativo.

  • D

    Verbo no imperativo.

  • E

    Forte apelo emocional.

153570Questão 16|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

O texto “Mandela e o poder da inspiração” pode ser considerado:

  • A

    Um artigo de divulgação científica.

  • B

    Um artigo de opinião.

  • C

    Uma reportagem.

  • D

    Uma notícia.

  • E

    Uma resenha crítica.

153571Questão 17|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

“Não há ceticismo que resista ao filme Invictus .” . A palavra em destaque só não pode ser substituída neste contexto por:

  • A

    Descrença.

  • B

    Incredulidade.

  • C

    Agnóstico.

  • D

    Disposição para duvidar de tudo.

  • E

    Frieza.

153572Questão 18|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

O segundo parágrafo do texto é:

  • A

    Constituído de argumentos pessoais de Ruth de Aquino com base em sua impressão do filme, argumentos esses que objetivam nos convencer a assistir Invictus .

  • B

    Constituído de argumentos impessoais baseados na observação objetiva do filme, argumentos esses que objetivam nos convencer a assistir Invictus

  • C

    Constituído de dados concretos do filme, argumentos esses que objetivam nos convencer a assistir Invictus .

  • D

    Constituído de argumentos construídos com base na vivência de Ruth de Aquino, argumentos esses que objetivam nos fazer refletir sobre Invictus

  • E

    Constituído de argumentos impessoais de Ruth de Aquino com base em sua impressão do filme, argumentos esses que nos convidam à reflexão sobre Invictus .

153573Questão 19|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

Reveja as construções:

“ – François – diz Mandela, sorrindo –, você tem um emprego muito difíci l, um enorme desafio. – Seu desafio é maior, senhor presidente.” Elas constituem exemplos de:

  • A

    Discurso direto livre, em que o narrador dá voz ao próprio personagem, sendo sua fala normalmente introduzida pelos verbos declarativos e/ou travessão.

  • B

    Discurso direto, em que o narrador dá voz ao próprio personagem, sendo sua fala normalmente introduzida pelos verbos declarativos e/ou travessão.

  • C

    Discurso indireto, em que o narrador relata a fala do personagem.

  • D

    Discurso direto e indireto, em que o narrador dá voz ao próprio personagem, mas também fala, sendo suas falas normalmente introduzidas pelos verbos declarativos e/ou travessão.

  • E

    Discurso indireto livre, em que o narrador dá voz ao próprio personagem, sendo sua fala normalmente introduzida pelos verbos declarativos e/ou travessão.

153574Questão 20|Português|superior

Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sul­africano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.

Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.

Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sul­africana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arco­íris.

  • François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.

  • Seu desafio é maior, senhor presidente.

  • Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI122804­15230,00.html, acesso: 02/03/2010)

Releia: “ – Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François.” O uso da vírgula destacada neste trecho tem a função de:

  • A

    Separar o aposto.

  • B

    Delimitar o sujeito.

  • C

    Delimitar uma nova oração.

  • D

    Separar o vocativo.

  • E

    Marcar uma pausa forte.

Sargento da Polícia Militar - 2010 | Prova