Advogado - 2022
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
Analise as afirmativas abaixo:
- A última frase do texto constitui-se em uma figura de linguagem chamada perífrase.
- A pergunta do americano acontece por uso inapropriado dos pronomes “deles/eles”.
- O primeiro período do texto é composto e mantém entre as orações uma relação de casualidade.
- A frase “Se eu fracassei na vida, a culpa é da péssima educação que recebi.” ilustra o sentido da expressão “óbvio triunfal” usada pelo autor.
- A palavra “que”, por três vezes no texto, funciona como elemento de coesão para resgate e não repetição do que foi dito anteriormente; é um pronome relativo. Assinale a alternativa que apresenta as afirmações verdadeiras.
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
Analise as frases abaixo retiradas do texto, considerando tempos e modos verbais.
- Engulo meu uísque e vou caminhando.
- Descubro o óbvio triunfal.
- Eles são os outros.
- Todos nós falamos da desgraça nacional.
- Eles podem ser o governo.
Assinale a alternativa correta.
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
Observe as frases.
- O que espero da vida: paz, sossego, trabalho e conseguir amar.
- Gosto de maçã, uva, abacate e novela mexicana.
- Eu quero isto: paz; paz: é isso que eu quero.
- Hão de haver excelentes soluções para os problemas brasileiros.
- A tua fala não afeta-me, pois a verdade está comigo.
Assinale a alternativa correta sobre as frases.
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
Sobre a sintaxe das orações do texto, assinale a alternativa correta.
Texto 2
Leia a anedota.
— Então, o senhor sofre de reumatismo?
— É claro. O que o senhor queria? Que eu usufruísse do reumatismo, que eu desfrutasse do reumatismo, que eu fruísse do reumatismo, que eu gozasse o reumatismo?
Considerando o texto 2, assinale a alternativa correta.
Texto 2
Leia a anedota.
— Então, o senhor sofre de reumatismo?
— É claro. O que o senhor queria? Que eu usufruísse do reumatismo, que eu desfrutasse do reumatismo, que eu fruísse do reumatismo, que eu gozasse o reumatismo?
Assinale a alternativa correta , considerando o texto 2.
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo, de acordo com as funções do “que” e do “se”. Coluna 1 Função
- Substantivo 2. Interjeição 3. Conjunção 4. Índice de Indeterminação do sujeito. 5. Partícula apassivadora Coluna 2 Exemplos ( ) Quê! Nunca será possível teu projeto”! ( ) A glória virá se você merecer. ( ) Fala- se de coisas boas por aqui. ( ) Alugam- se apartamentos em bom estado de conservação. ( ) Cada pessoa tem seus quês . Assinale a alternativa que indica a sequência correta , de cima para baixo.
Leia o texto abaixo: Camilo pegou-lhe nas mãos, e olhou para ela sério e fixo. Jurou que lhe queria muito, e que os seus sustos pareciam de criança; em todo o caso, quando tivesse algum receio, a melhor cartomante era ele mesmo. Depois, repreendeu-a; disse-lhe que era imprudente andar por essas casas. Vilela podia sabê-lo, e depois. — Qual saber! tive muita cautela, ao entrar na casa. — Onde é a casa? — Aqui perto, na Rua da Guarda Velha… (A Cartomante – Machado de Assis – excerto) Assinale a alternativa correta em relação ao texto.
Considere cada par de frases.
- Não tenha medo, Camilo! / Não, tenha medo, Camilo!
- “Para mim, passar por aquela rua parece complicado”, disse ela. / Esse é um problema para mim resolver.
- Vossa Senhoria, indicaremos o vosso nome para paraninfo de nossa turma. / Indicaremos o seu nome, Vossa Senhoria, para paraninfo de nossa turma.
- Já pagaram ao funcionário? / Já o pagaram?
- Aquela partitura nas mãos de Camilo é de minha autoria. / Essa partitura que tenho comigo é de minha autoria. Assinale a alternativa correta.