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Escrevente - 2023


Página 3  •  Total 100 questões
24015Questão 21|Português|médio
2023
VUNESP

Barbárie nas redes sociais

      A covardia e a barbárie dos recentes ataques a escolas no País jogaram luz sobre a violência que se propaga na internet e sobre o papel das redes sociais na incitação a esse tipo de crime. Uma amostra do tamanho do problema acaba de ser divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública: em poucos dias, a recém-lançada Operação Escola Segura solicitou a exclusão de 431 contas do Twitter que continham palavras-chave – as chamadas hashtags – relacionadas a ataques contra escolas em diferentes localidades do Brasil. Foram feitos pedidos também à plataforma TikTok para que retirasse do ar três perfis cujo conteúdo relacionado ao tema buscava espalhar medo na população.

       Infelizmente, tais contas são apenas a ponta do iceberg – e as redes sociais abrigam um volume infinitamente maior de grupos que se valem do mundo virtual para estimular a prática de atentados em estabelecimentos de ensino. Não surpreende, portanto, que as atenções se voltem para as plataformas digitais e para a sua responsabilidade no sentido de impedir a propagação de crimes. Sem dúvida, essas empresas têm muito a fazer, e se engana quem pensa que a internet é terra sem lei.

    No Brasil, o Marco Civil da Internet define direitos e obrigações para usuários e provedores. Eis uma realidade que não pode passar despercebida: por mais que aperfeiçoamentos legislativos sejam sempre bem-vindos, o País dispõe de um marco legal sobre o tema – e é a partir dele que as redes sociais devem pautar sua atuação.

      O uso da internet e de redes sociais em ataques a escolas, assim como em outros crimes bárbaros, é fenômeno global – um triste sinal dos tempos que precisa ser combatido com rigor e redobrado empenho também no mundo virtual. Eis uma tarefa para múltiplos atores, desafio que requer a ação do governo e da sociedade. Evidentemente, parte importante dessa responsabilidade cabe às plataformas, que podem e devem agir mais.

(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opinião, 12.04.2023. Adaptado)

Identifica-se uma opinião na seguinte passagem:

  • A

    Foram feitos pedidos também à plataforma TikTok para que retirasse do ar três perfis... (1º parágrafo)

  • B

    No Brasil, o Marco Civil da Internet define direitos e obrigações para usuários e provedores. (3º parágrafo)

  • C

    O uso da internet e de redes sociais em ataques a escolas, assim como em outros crimes bárbaros, é fenômeno global... (4º parágrafo)

  • D

    ... em poucos dias, a recém-lançada Operação Escola Segura solicitou a exclusão de 431 contas do Twitter... (1º parágrafo)

  • E

    ... um triste sinal dos tempos que precisa ser combatido com rigor e redobrado empenho também no mundo virtual. (4º parágrafo)

24016Questão 22|Português|médio
2023
VUNESP

Barbárie nas redes sociais

      A covardia e a barbárie dos recentes ataques a escolas no País jogaram luz sobre a violência que se propaga na internet e sobre o papel das redes sociais na incitação a esse tipo de crime. Uma amostra do tamanho do problema acaba de ser divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública: em poucos dias, a recém-lançada Operação Escola Segura solicitou a exclusão de 431 contas do Twitter que continham palavras-chave – as chamadas hashtags – relacionadas a ataques contra escolas em diferentes localidades do Brasil. Foram feitos pedidos também à plataforma TikTok para que retirasse do ar três perfis cujo conteúdo relacionado ao tema buscava espalhar medo na população.

       Infelizmente, tais contas são apenas a ponta do iceberg – e as redes sociais abrigam um volume infinitamente maior de grupos que se valem do mundo virtual para estimular a prática de atentados em estabelecimentos de ensino. Não surpreende, portanto, que as atenções se voltem para as plataformas digitais e para a sua responsabilidade no sentido de impedir a propagação de crimes. Sem dúvida, essas empresas têm muito a fazer, e se engana quem pensa que a internet é terra sem lei.

    No Brasil, o Marco Civil da Internet define direitos e obrigações para usuários e provedores. Eis uma realidade que não pode passar despercebida: por mais que aperfeiçoamentos legislativos sejam sempre bem-vindos, o País dispõe de um marco legal sobre o tema – e é a partir dele que as redes sociais devem pautar sua atuação.

      O uso da internet e de redes sociais em ataques a escolas, assim como em outros crimes bárbaros, é fenômeno global – um triste sinal dos tempos que precisa ser combatido com rigor e redobrado empenho também no mundo virtual. Eis uma tarefa para múltiplos atores, desafio que requer a ação do governo e da sociedade. Evidentemente, parte importante dessa responsabilidade cabe às plataformas, que podem e devem agir mais.

(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opinião, 12.04.2023. Adaptado)

No texto, a passagem do 2º parágrafo – ... tais contas são apenas a ponta do iceberg... – permite entender que

  • A

    o problema é muito mais complexo do que a eliminação de contas.

  • B

    as contas escondem outros problemas, de fácil identificação.

  • C

    a exclusão das contas terá como efeito imediato o fim das ameaças.

  • D

    as contas pertencem a perfis que pouco incitam a violência.

  • E

    a justiça deveria esquecer essas contas e investigar outros crimes.

24017Questão 23|Português|médio
2023
VUNESP

Barbárie nas redes sociais

      A covardia e a barbárie dos recentes ataques a escolas no País jogaram luz sobre a violência que se propaga na internet e sobre o papel das redes sociais na incitação a esse tipo de crime. Uma amostra do tamanho do problema acaba de ser divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública: em poucos dias, a recém-lançada Operação Escola Segura solicitou a exclusão de 431 contas do Twitter que continham palavras-chave – as chamadas hashtags – relacionadas a ataques contra escolas em diferentes localidades do Brasil. Foram feitos pedidos também à plataforma TikTok para que retirasse do ar três perfis cujo conteúdo relacionado ao tema buscava espalhar medo na população.

       Infelizmente, tais contas são apenas a ponta do iceberg – e as redes sociais abrigam um volume infinitamente maior de grupos que se valem do mundo virtual para estimular a prática de atentados em estabelecimentos de ensino. Não surpreende, portanto, que as atenções se voltem para as plataformas digitais e para a sua responsabilidade no sentido de impedir a propagação de crimes. Sem dúvida, essas empresas têm muito a fazer, e se engana quem pensa que a internet é terra sem lei.

    No Brasil, o Marco Civil da Internet define direitos e obrigações para usuários e provedores. Eis uma realidade que não pode passar despercebida: por mais que aperfeiçoamentos legislativos sejam sempre bem-vindos, o País dispõe de um marco legal sobre o tema – e é a partir dele que as redes sociais devem pautar sua atuação.

      O uso da internet e de redes sociais em ataques a escolas, assim como em outros crimes bárbaros, é fenômeno global – um triste sinal dos tempos que precisa ser combatido com rigor e redobrado empenho também no mundo virtual. Eis uma tarefa para múltiplos atores, desafio que requer a ação do governo e da sociedade. Evidentemente, parte importante dessa responsabilidade cabe às plataformas, que podem e devem agir mais.

(Opinião. Em: https://www.estadao.com.br/opinião, 12.04.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de colocação pronominal.

  • A

    Se engana quem pensa que a internet é terra sem lei, pois as plataformas têm responsabilidade na propagação de crimes.

  • B

    A sociedade não surpreende-se com o fato de as atenções se voltarem para as plataformas digitais e para a sua responsabilidade.

  • C

    Parte importante da responsabilidade sobre as mensagens evidentemente se estende às plataformas, que podem e devem agir mais.

  • D

    Por mais que promovam-se aperfeiçoamentos legislativos sempre bem-vindos, o País dispõe de um marco legal sobre o tema.

  • E

    A covardia e a barbárie dos recentes ataques a escolas no País jogaram luz sobre a violência que tem propagado-se na internet.

24018Questão 24|Português|médio
2023
VUNESP

Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está flexionada em conformidade com a norma-padrão.

  • A

    Os ataques às escolas são uma realidade inconteste e, para evitar novas ocorrências, a autoridade pública já interviu com rigor.

  • B

    Se as plataformas se manterem omissas em relação à violência virtual, provavelmente as agressões no mundo real aumentarão.

  • C

    Se as plataformas fazerem de conta que a violência não existe no mundo virtual, dará condições de elas aumentarem ainda mais.

  • D

    Para enfrentar as dificuldades que sobrevierem no combate à violência, as redes sociais devem valer-se do Marco Civil da Internet.

  • E

    Quando uma pessoa ver um conteúdo criminoso nas redes sociais, deverá comunicar as autoridades imediatamente.

24019Questão 25|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

A falsificação de selo destinado a controle tributário configura crime de

  • A

    reprodução ou adulteração de selo.

  • B

    petrechos de falsificação.

  • C

    falsificação do selo ou sinal público.

  • D

    falsificação de papéis públicos.

  • E

    falsificação de cartão.

24020Questão 26|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

É correto dizer que o crime de falsa identidade é um crime subsidiário?

  • A

    Sim, pois a conduta apenas é punida quando praticada com intenção.

  • B

    Sim, pois a conduta apenas é punida com realização de exame que comprove a falsidade.

  • C

    Sim, pois trata-se de Crime Contra a Fé Pública.

  • D

    Não.

  • E

    Sim, pois só é aplicada sua pena se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

24021Questão 27|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

Com relação ao artigo 308 do CP, desde que o fato não constitua elemento de crime mais grave, é correto afirmar:

  • A

    apenas é punido aquele que utiliza passaporte alheio como próprio, não sendo punido aquele que cede passaporte próprio para uso alheio.

  • B

    aquele que utiliza passaporte alheio como próprio e aquele que cede o passaporte próprio para uso alheio são igualmente punidos.

  • C

    aquele que utiliza passaporte alheio como próprio é punido mais gravemente do que aquele que cede passaporte próprio para uso alheio.

  • D

    aquele que cede passaporte próprio para uso alheio é punido mais gravemente do que aquele que utiliza passaporte alheio como próprio.

  • E

    apenas é punido aquele que cede passaporte próprio para uso alheio, não sendo punido aquele que utiliza passaporte alheio como próprio.

24022Questão 28|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

No crime de excesso de exação, o crime é qualificado se

  • A

    praticado por funcionário público.

  • B

    cometido por meio vexatório ou gravoso, que a lei não autoriza.

  • C

    resulta dano para a Administração Pública ou para o administrado.

  • D

    o funcionário pratica ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem.

  • E

    o funcionário desvia, em proveito próprio ou de outrem, o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos.

24023Questão 29|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

O crime do artigo 337 do CP tem como objeto material, ou seja, coisa que sofre a ação criminosa, “livro oficial, processo ou documento confiado à custódia de funcionário, em razão de ofício, ou de particular em serviço público.” É correto afirmar que o crime está configurado se

  • A

    o objeto material for totalmente inutilizado, não se configurando se for parcialmente inutilizado.

  • B

    houver subtração, não se configurando em caso de inutilização.

  • C

    houver inutilização, não se configurando em caso de subtração, pois esta configura outro crime.

  • D

    o autor da ação criminosa for funcionário público, não se configurando se o autor não ostentar tal condição.

  • E

    houver subtração ou inutilização, sejam elas totais ou parciais.

24024Questão 30|Direito Penal|médio
2023
VUNESP

Aquele que se acusa, perante a autoridade, de crime inexistente

  • A

    pratica crime de autoacusação falsa.

  • B

    pratica crime de fraude processual.

  • C

    pratica crime de comunicação falsa de crime.

  • D

    pratica crime de falso testemunho.

  • E

    não pratica crime algum, pois não há vítima.