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Analista Judiciário - Área Judiciária - 2015


Página 1  •  Total 60 questões
98562Questão 1|Português|superior

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Quanto ao emprego de termos estrangeiros em nosso país, a posição do autor do texto consiste, resumidamente, em

  • A

    abolir toda e qualquer palavra ou expressão cujo sentido técnico esteja fora do alcance do brasileiro.

  • B

    discriminar esse uso, justificando em cada caso a razão pela qual devem ou não ser evitados.

  • C

    acatar esse uso, desde que a razão disso seja o fato de não haver expressão similar em nossa língua.

  • D

    tolerar essa prática, uma vez que ela já está arraigada no uso comum do falar brasileiro.

  • E

    acolher os vocábulos que constituírem uma espécie de apropriação de palavras do português.

98563Questão 2|Português|superior

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Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1o parágrafo, o autor sugere que sempre é possível encontrar numa determinada língua uma expressão cujo sentido seja equivalente ao de uma expressão de outra língua.

II. No 2o parágrafo, o emprego da palavra cafezinho, no lugar da expressão “coffee break", é apresentado como exemplo de uma forma de nacionalismo exacerbado e, até certo ponto, injustificável.

III. No 3o parágrafo, a importância histórica do café em nossa economia e em nossa cultura é ressaltada pelo autor do texto para mostrar o ridículo do emprego da expressão “coffee break".

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

  • A

    I, II e III.

  • B

    I e II, apenas.

  • C

    II e III, apenas.

  • D

    I e III, apenas.

  • E

    III, apenas.

98564Questão 3|Português|superior

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Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de uma expressão em:

  • A

    cujo sentido muito específico na língua original (1o parágrafo) = uma significação que torna criativa a língua de que proveio

  • B

    é um tanto ridículo o abuso pretensioso (2o parágrafo) = é algo risível o uso indiscriminado e afetado

  • C

    pontos de conversa amiga (2o parágrafo) = intervalos de tolerância recíproca

  • D

    a filial da periferia (3o parágrafo) = a sucursal das vizinhanças

  • E

    não é preciso subestimar (3o parágrafo) = não carece de se vangloriar

98565Questão 4|Português|superior

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Está inteiramente clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

  • A

    O autor não se revela que sua posição esteja inteiramente intolerante diante dos estrangeirismos, uma vez que chega a justificá-lo dependendo do que for o caso.

  • B

    Foi especialmente o emprego da expressão "coffee break" onde o autor se mostrou irritado, de vez que o uso de “cafezinho” seria inevitavelmente melhor.

  • C

    Conquanto mostre plena relutância ao se valerem de termos estrangeiros, o autor não o evita de fazer em casos específicos, tal como o dos tecnológicos.

  • D

    Ao aceitar o emprego de termos estrangeiros quando estes não tiverem tradução satisfatória, o autor mostra que não é um purista em defesa da língua portuguesa.

  • E

    O prestígio de que alguns acenam para o uso de palavras inglesas é visto como injustificável na ótica do autor do texto quando se refere a este linguajar.

98566Questão 5|Português|superior

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As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

  • A

    Vincula-se ao nosso antigo complexo de povo colonizado hábitos como o que nos leva ao emprego indiscriminado de termos estrangeiros.

  • B

    Somente no caso de haverem razões plenamente justificáveis admite-se, na opinião do autor do texto, o uso de vocábulos estrangeiros.

  • C

    Constam nos programas de congressos acadêmicos, como se fosse natural, chamamento em inglês para o nosso brasileiríssimo cafezinho.

  • D

    O emprego de termos estrangeiros cujas acepções originais não têm tradução adequada conta com o respaldo do autor do texto.

  • E

    Aquilo que os estrangeiros parecem dizer melhor, com palavras mais apropriadas, quase sempre encontram perfeita tradução em nosso idioma.

98567Questão 6|Português|superior

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Está plenamente adequado o emprego de ambas as expressões sublinhadas na frase:

  • A

    Há vocábulos estrangeiros em cujo emprego se faz desnecessário, uma vez que nossa língua conta com termos de que o sentido traduz plenamente o daqueles.

  • B

    O abuso no emprego de estrangeirismos, ao qual o autor se bate, é um mal em cujo reconhecimento pouca gente é capaz.

  • C

    Nossas exportações de café, às quais tanto devemos, levaram a outros países um hábito cujo cultivo tornou-se parte de nossa identidade.

  • D

    Um hábito ridículo, do qual muita gente se curva, está no emprego abusivo de palavras estrangeiras, nas quais se atribui um prestígio maior.

  • E

    Há expressões estrangeiras, como “shopping center”, onde o uso se justifica plenamente, uma vez que nomeiam realidades em que o estabelecimento se deu em outros países.

98568Questão 7|Português|superior

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Está plenamente adequada a correlação entre os tempos e modos verbais na frase:

  • A

    A menos que sejam absolutamente indispensáveis, não se devia empregar palavras estrangeiras quando houver no vernáculo termos equivalentes.

  • B

    A menos que encontre forte justificativa, o emprego de palavras estrangeiras deve ser evitado, até porque é ridículo atribuir mecanicamente prestígio ao que vem de fora.

  • C

    Não fosse o café, nossa economia não terá se beneficiado com as volumosas exportações, e o nosso desenvolvimento social estaria ocorrendo em outro ritmo.

  • D

    Seria um tolo complexo de inferioridade a razão pela qual muitos de nós emprestássemos mais prestígio a termos estrangeiros do que aos que pertencessem ao nosso idioma.

  • E

    Muitos ainda julgam que a simplicidade de uma palavra como “cafezinho” não esteja à altura de eventos a que se pretendesse conferir grandeza e solenidade.

98569Questão 8|Português|superior

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Atente para as seguintes afirmações:

I. O texto de Machado de Assis constitui-se de frases avulsas, criadas pelo autor, e cada uma delas se apresenta com o aspecto característico de provérbios populares.

II. Numa das máximas, um cocheiro entende que o prazer advindo do uso de uma carruagem perderia muito caso esse uso deixasse de ser um privilégio de uns poucos.

III. A reflexão de um joalheiro, numa das máximas, leva a crer que ele condena o referido hábito dos botocudos porque ele é contra o uso vaidoso de adereços.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em

  • A

    II e III.

  • B

    I e III.

  • C

    I e II.

  • D

    III.

  • E

    II.

98570Questão 9|Português|superior

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Considerando-se aspectos construtivos do texto, é correto afirmar que

  • A

    a máxima Suporta-se com paciência a cólica do próximo apresenta uma forma verbal na voz passiva.

  • B

    a máxima Crê em ti; mas nem sempre duvides dos outros constitui-se de duas orações com sujeitos distintos.

  • C

    em Matamos o tempo; o tempo nos enterra há ocorrência tanto da voz ativa como da voz passiva.

  • D

    em Não te irrites se te pagarem mal um benefício o termo benefício assume a função de sujeito.

  • E

    em antes cair das nuvens, que de um terceiro andar o termo sublinhado está indicando anterioridade.

98571Questão 10|Português|superior

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Ocorre pontuação plenamente adequada na frase:

  • A

    Criador de frases ferinas, Machado de Assis aproveitou- se dessa qualidade para, num romance famoso, compor um capítulo unicamente com aforismos, sempre bem-humorados e argutos, entre os quais alguns que volta e meia são citados até hoje.

  • B

    Criador de frases ferinas Machado de Assis, aproveitou- se dessa qualidade, para num romance famoso compor um capítulo unicamente com aforismos, sempre bem-humorados e argutos, entre os quais, alguns que volta e meia são citados até hoje.

  • C

    Criador de frases ferinas, Machado de Assis, aproveitou- se dessa qualidade para num romance famoso compor um capítulo, unicamente com aforismos, sempre bem-humorados, e argutos entre os quais alguns que volta e meia são citados até hoje.

  • D

    Criador de frases ferinas, Machado de Assis aproveitou- se dessa qualidade, para num romance famoso, compor um capítulo, unicamente com aforismos sempre bem-humorados, e argutos, entre os quais alguns que volta e meia são citados até hoje.

  • E

    Criador de frases ferinas Machado de Assis aproveitou-se dessa qualidade, para num romance famoso compor um capítulo, unicamente com aforismos, sempre bem-humorados, e argutos entre os quais, alguns que volta e meia são citados até hoje.