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Soldado - 2017


Página 1  •  Total 60 questões
59823Questão 1|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

O texto tem o objetivo de

  • A

    provar que a televisão analógica pode ser mais eficaz que os computadores para o acesso à internet sem fio.

  • B

    relatar as dificuldades enfrentadas pelas empresas que oferecem serviços de internet a comunidades carentes.

  • C

    descrever o processo de desenvolvimento de uma forma de transmissão mais segura de dados pela internet.

  • D

    informar acerca da iniciativa de ampliar o acesso à internet por meio de canais não usados da televisão analógica.

  • E

    convencer o leitor que mora na zona rural a usar aparelhos de televisão analógicos em vez de digitais.

59824Questão 2|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. (3° parágrafo)

A leitura dessa frase em seu contexto permite concluir que

  • A

    o super wi-fi não é uma tecnologia exclusiva da Microsoft.

  • B

    o super wi-fi foi inventado por funcionários da Microsoft.

  • C

    a Microsoft foi a primeira empresa a comercializar o super wi-fi.

  • D

    a ideia de levar o super wi-fi a regiões remotas nasceu na Microsoft.

  • E

    a Microsoft fez o primeiro teste bem-sucedido com o super wi-fi.

59825Questão 3|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

  • A

    a Microsoft não tem o interesse de lucrar com o desenvolvimento do super wi-fi.

  • B

    a implantação do super wi-fi depende da colaboração de reguladoras estatais.

  • C

    o super wi-fi deve substituir as tradicionais conexões às redes de computadores.

  • D

    a televisão analógica voltará a operar como operava antes da revolução digital.

  • E

    o uso de balões e drones para levar a internet ao campo não se mostrou eficaz.

59826Questão 4|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

De acordo com as informações do último parágrafo, a oferta do super wi-fi tem dois obstáculos:

  • A

    a ausência de recursos materiais para se chegar a regiões muito afastadas e a falta de compatibilidade da tecnologia com a TV analógica.

  • B

    a falta de interesse dos órgãos estatais em ampliar a oferta de serviços de internet e a concorrência entre as empresas de tecnologia.

  • C

    o alto custo envolvido na contratação de profissionais especializados nesse tipo de tecnologia e a demora para a emissão de licenças.

  • D

    o desconhecimento desse tipo de tecnologia por parte dos usuários e a disputa por consumidores com as emissoras de televisão.

  • E

    o fato de aparelhos que funcionam com essa tecnologia serem escassos e caros e a resistência das emissoras de TV em aceitá-la.

59827Questão 5|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. (6° parágrafo)

Essa frase permanecerá corretamente reescrita, no que se refere à norma-padrão da língua portuguesa, substituindo-se a forma verbal destacada por:

  • A

    existem.

  • B

    se encontra.

  • C

    se apresenta.

  • D

    é visto.

  • E

    são encontradas.

59828Questão 6|Português|superior

Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar

                                                a internet a lugares remotos

      Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados “espaços em branco” dos canais de televisão para levar a rede aos 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas).

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes.

      Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google  faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo.

      Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, milhões de “clientes em potencial” que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade.

     Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais.

     Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais.

(Adaptado de: Super wi-fi: como as frequências não usadas de TV podem levar a internet a lugares remotos. Disponível em: www.bbc.com. Publicado em: 19.07.2017)

Uma oração que expressa sentido de condição/hipótese está em destaque na seguinte passagem do texto:

  • A

    A tecnologia, informalmente conhecida como “super wi-fi”, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas [...]. (2° parágrafo)

  • B

    [...] ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, exportá-la para outros lugares do mundo. (3° parágrafo)

  • C

    [...] o Google faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. (3° parágrafo)

  • D

    Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais [...]. (5° parágrafo)

  • E

    Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? (4° parágrafo)

59829Questão 7|Português|superior

c452b8d56a806cf94c89e679c01cb46026e0c86c06663efe863d8875f982f319-7-0.jpg

O emprego da vírgula em Zero, quero a trincheira ali! tem a função de destacar o vocativo na oração, assim como na frase:

  • A

    Se os senhores precisarem de algo, chamem nossos comissários de bordo, que lhes atenderão prontamente.

  • B

    O avião irá decolar, os senhores devem permanecer com os cintos de segurança atados durante a viagem.

  • C

    Em caso de emergência, os senhores terão duas saídas, uma na parte dianteira e outra na parte traseira da aeronave.

  • D

    Senhores, permaneçam em seus assentos enquanto as luzes de suas cabines estiverem apagadas.

  • E

    Nós, comissários e pilotos, esperamos que os senhores apreciem nosso serviço de bordo.

59830Questão 8|Português|superior

Interessantes ditos populares

      Sou apreciador dos ditos populares. No meu tempo de criança, dificilmente um conselho dado pelos mais velhos não continha um ditado. Se alguns moleques estivessem “batendo perna” pelas vias públicas, alguém os mandava para casa, afirmando que “boa romaria faz, quem em casa fica em paz”.

      Certa vez, uns molecões praticaram um roubo no quintal de uma moradora do bairro central de Macapá levando toda a roupa que secava num varal. A pobre mulher ganhava o sustento da família como lavadeira e não tinha recursos para indenizar os fregueses lesados. A polícia foi acionada e não demorou a identificar os autores da gatunagem. A pista foi dada por um deles, o mais pobre, que apareceu todo na pinta num tertulhão do dançará Hally Gally1 .

      O investigador desconfiou do sujeito e foi chamar a lavadeira. De longe, a mulher começou a gritar: “Prendam este safado. A camisa de seda que ele está usando pertence ao professor Pedro Ribeiro, meu freguês de lavagem”. Alarme dado e providência tomada. O toque especial deste caso partiu de um velho morador do Laguinho, que corujava2 a festa dançante: “O alheio reclama seu dono”. Outro observador comentou: “O sem-vergonha quer luxar, mas não tem condições”.

(Adaptado de: MONTORIL, Nilson. Interessantes ditos populares. Disponível em: www.diariodoamapa.com.br. Publicado em: 15.07.2017) 

1 apareceu todo bem vestido em uma determinada casa de dança;

2 que espreitava, observava com curiosidade.

No contexto, o dito popular “O alheio reclama seu dono” faz referência ao fato de

  • A

    o bandido ser imediatamente preso depois de confessar ter roubado a camisa que estava no varal da lavadeira.

  • B

    o criminoso ser discriminado pelos que participavam na festa dançante devido à forma como estava vestido.

  • C

    a camisa do freguês da lavadeira não servir no ladrão, uma vez que havia sido talhada para o corpo de outra pessoa.

  • D

    a lavadeira declarar ser a proprietária da camisa de seda roubada, apesar de o dono legítimo ser um professor.

  • E

    a camisa de seda vestida pelo gatuno ser logo reconhecida pela lavadeira como pertencendo ao professor Pedro Ribeiro.

59831Questão 9|Português|superior

Interessantes ditos populares

      Sou apreciador dos ditos populares. No meu tempo de criança, dificilmente um conselho dado pelos mais velhos não continha um ditado. Se alguns moleques estivessem “batendo perna” pelas vias públicas, alguém os mandava para casa, afirmando que “boa romaria faz, quem em casa fica em paz”.

      Certa vez, uns molecões praticaram um roubo no quintal de uma moradora do bairro central de Macapá levando toda a roupa que secava num varal. A pobre mulher ganhava o sustento da família como lavadeira e não tinha recursos para indenizar os fregueses lesados. A polícia foi acionada e não demorou a identificar os autores da gatunagem. A pista foi dada por um deles, o mais pobre, que apareceu todo na pinta num tertulhão do dançará Hally Gally1 .

      O investigador desconfiou do sujeito e foi chamar a lavadeira. De longe, a mulher começou a gritar: “Prendam este safado. A camisa de seda que ele está usando pertence ao professor Pedro Ribeiro, meu freguês de lavagem”. Alarme dado e providência tomada. O toque especial deste caso partiu de um velho morador do Laguinho, que corujava2 a festa dançante: “O alheio reclama seu dono”. Outro observador comentou: “O sem-vergonha quer luxar, mas não tem condições”.

(Adaptado de: MONTORIL, Nilson. Interessantes ditos populares. Disponível em: www.diariodoamapa.com.br. Publicado em: 15.07.2017) 

1 apareceu todo bem vestido em uma determinada casa de dança;

2 que espreitava, observava com curiosidade.

No terceiro parágrafo, uma expressão usada para se referir ao ladrão da camisa é:

  • A

    sujeito.

  • B

    freguês.

  • C

    alheio.

  • D

    velho.

  • E

    observador.

59832Questão 10|Português|superior

Interessantes ditos populares

      Sou apreciador dos ditos populares. No meu tempo de criança, dificilmente um conselho dado pelos mais velhos não continha um ditado. Se alguns moleques estivessem “batendo perna” pelas vias públicas, alguém os mandava para casa, afirmando que “boa romaria faz, quem em casa fica em paz”.

      Certa vez, uns molecões praticaram um roubo no quintal de uma moradora do bairro central de Macapá levando toda a roupa que secava num varal. A pobre mulher ganhava o sustento da família como lavadeira e não tinha recursos para indenizar os fregueses lesados. A polícia foi acionada e não demorou a identificar os autores da gatunagem. A pista foi dada por um deles, o mais pobre, que apareceu todo na pinta num tertulhão do dançará Hally Gally1 .

      O investigador desconfiou do sujeito e foi chamar a lavadeira. De longe, a mulher começou a gritar: “Prendam este safado. A camisa de seda que ele está usando pertence ao professor Pedro Ribeiro, meu freguês de lavagem”. Alarme dado e providência tomada. O toque especial deste caso partiu de um velho morador do Laguinho, que corujava2 a festa dançante: “O alheio reclama seu dono”. Outro observador comentou: “O sem-vergonha quer luxar, mas não tem condições”.

(Adaptado de: MONTORIL, Nilson. Interessantes ditos populares. Disponível em: www.diariodoamapa.com.br. Publicado em: 15.07.2017) 

1 apareceu todo bem vestido em uma determinada casa de dança;

2 que espreitava, observava com curiosidade.

O dito popular “Boa romaria faz, quem em casa fica em paz” está reescrito na ordem direta, sem prejuízo do sentido, em:

  • A

    Fica em paz quem em casa faz boa romaria.

  • B

    Faz boa romaria em casa quem fica em paz.

  • C

    Quem fica em paz em casa faz boa romaria.

  • D

    Em paz quem faz boa romaria fica em casa.

  • E

    Em casa faz boa romaria quem em paz fica.