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Analista Judiciário - Área Judiciária - 2010


Página 2  •  Total 60 questões
100999Questão 11|Português|superior

A leitura dos clássicos

Os clássicos são livros que exercem uma influência

particular quando se impõem como inesquecíveis e também

quando se ocultam nas dobras da memória, preservando-se no

inconsciente.

Por isso, deveria existir um tempo na vida adulta dedicado

a revisitar as leituras mais importantes da juventude. Se os

livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à

luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza

mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.

Portanto, usar o verbo ler ou o verbo reler não tem muita

importância. De fato, poderíamos dizer: toda releitura de um

clássico é uma leitura de descoberta, como a primeira.

(Ítalo Calvino, "Por que ler os clássicos")

Atente para as seguintes afirmações:

I. A releitura de uma obra clássica é reconfortante pela recuperação exata do sentido que já lhe atribuímos no passado.

II. Uma nova perspectiva histórica pode ser determinante para uma nova compreensão de uma mesma obra clássica.

III. Assim como nós podemos permanecer os mesmos ao longo do tempo, o sentido de uma obra clássica pereniza-se na história.

Em relação ao texto, APENAS está correto o que se afirma em:

  • A

    I.

  • B

    II.

  • C

    III.

  • D

    I e II.

  • E

    II e III.

101000Questão 12|Português|superior

A leitura dos clássicos

Os clássicos são livros que exercem uma influência

particular quando se impõem como inesquecíveis e também

quando se ocultam nas dobras da memória, preservando-se no

inconsciente.

Por isso, deveria existir um tempo na vida adulta dedicado

a revisitar as leituras mais importantes da juventude. Se os

livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à

luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza

mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.

Portanto, usar o verbo ler ou o verbo reler não tem muita

importância. De fato, poderíamos dizer: toda releitura de um

clássico é uma leitura de descoberta, como a primeira.

(Ítalo Calvino, "Por que ler os clássicos")

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:

  • A

    ......-se (atribuir) aos clássicos a propriedade de nos encantar em qualquer tempo ou idade que os busquemos.

  • B

    ......-se (distinguir) os clássicos pelo fato de conservarem o mesmo poder de revelação ao longo do tempo.

  • C

    ......-nos (impressionar) nos clássicos o sentido de uma perenidade que não implica cristalização.

  • D

    ......-se (queixar) dos clássicos apenas quem os lê com a desatenção ou o desamor das tarefas obri- gatórias.

  • E

    ......-nos (confortar) nos clássicos a companhia dos mais altos valores humanos que põem à nossa disposição.

101001Questão 13|Português|superior

A leitura dos clássicos

Os clássicos são livros que exercem uma influência

particular quando se impõem como inesquecíveis e também

quando se ocultam nas dobras da memória, preservando-se no

inconsciente.

Por isso, deveria existir um tempo na vida adulta dedicado

a revisitar as leituras mais importantes da juventude. Se os

livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à

luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza

mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.

Portanto, usar o verbo ler ou o verbo reler não tem muita

importância. De fato, poderíamos dizer: toda releitura de um

clássico é uma leitura de descoberta, como a primeira.

(Ítalo Calvino, "Por que ler os clássicos")

...toda releitura de um clássico é uma leitura de descoberta, como a primeira. Uma nova, clara e correta redação da frase acima apresenta-se em:

  • A

    Tal como a primeira, as outras leituras de um clássico sempre constituem uma revelação.

  • B

    Sendo de um clássico, todas as outras leituras são como de primeiras descobertas.

  • C

    É como se fosse uma primeira leitura de um clássico todas as descobertas que ele nos proporciona.

  • D

    Assim como é uma descoberta a leitura de um clássico, outras leituras também serão como a primeira.

  • E

    Todas as leituras de um clássico, haja vista a primeira, têm aquela mesma revelação.

101002Questão 14|Português|superior

A leitura dos clássicos

Os clássicos são livros que exercem uma influência

particular quando se impõem como inesquecíveis e também

quando se ocultam nas dobras da memória, preservando-se no

inconsciente.

Por isso, deveria existir um tempo na vida adulta dedicado

a revisitar as leituras mais importantes da juventude. Se os

livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à

luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza

mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.

Portanto, usar o verbo ler ou o verbo reler não tem muita

importância. De fato, poderíamos dizer: toda releitura de um

clássico é uma leitura de descoberta, como a primeira.

(Ítalo Calvino, "Por que ler os clássicos")

Está correto o emprego do elemento sublinhado na frase:

  • A

    Os clássicos são livros em cuja particular influência torna-os inesquecíveis.

  • B

    As dobras da memória, aonde se ocultam imagens dos clássicos, são o refúgio do inconsciente.

  • C

    Há um tempo na vida adulta no qual poderíamos utilizar para uma redescoberta dos clássicos.

  • D

    A perspectiva histórica é determinante, por cuja os clássicos ganham um novo significado.

  • E

    O poder de revelação de que se imbuem os clássicos acaba por nos revelar para nós mesmos.

101003Questão 15|Informática|superior

Os notebooks PC quando se apresentam sob a marca Intel Centrino significa que estes computadores são caracterizados por

  • A

    um processador da família Centrino, apenas.

  • B

    um processador da família Pentium M, apenas.

  • C

    uma plataforma que combina um processador e um chipset específicos, apenas.

  • D

    uma plataforma particular que combina um processador e uma interface de rede sem fio, apenas.

  • E

    uma plataforma particular que combina um processador, um chipset e uma interface de rede sem fio.

101004Questão 16|Informática|superior

A seleção do esquema de energia com as configurações mais adequadas ao computador poderá ser executada no Windows XP por meio da janela Propriedades de Vídeo, na guia

  • A

    Temas.

  • B

    Aparência.

  • C

    Proteção de tela.

  • D

    Área de trabalho.

  • E

    Configurações.

101005Questão 17|Informática|superior

Para inserir um cabeçalho em um documento inteiro do Word a partir da segunda página, pode-se

I. definir a página 1 como Seção 1, sem cabeçalho, e as demais páginas como Seção 2, com cabeçalho.

II. selecionar "Diferente na primeira página" em "Cabeçalhos e rodapés" na guia Layout de Configurar Página e deixar a página 1 sem cabeçalho e as demais páginas com cabeçalho.

III. posicionar o cursor na página 2 e inserir o cabeçalho na página 2, que o Word expandirá automaticamente somente para as demais páginas seguintes da seção.

Está correto o que se afirma em

  • A

    I, apenas.

  • B

    II, apenas.

  • C

    III, apenas.

  • D

    I e II, apenas.

  • E

    I, II e III.

101006Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 18|Informática|superior

Ao digitar a letra de uma unidade e o nome de uma pasta (por exemplo, C:\Arquivos de programas) na barra de Endereços do Internet Explorer e pressionar ENTER,

  • A

    o conteúdo da pasta será exibido em uma nova janela.

  • B

    o conteúdo da pasta será exibido na mesma janela.

  • C

    nada acontecerá porque o comando não é reconhecido.

  • D

    uma mensagem de erro será exibida.

  • E

    uma nova janela em branco será aberta.

101007Questão 19|Informática|superior

Para copiar um arquivo de uma pasta para outra, dentro da mesma unidade (drive), pode-se arrastar o arquivo com o mouse da pasta de origem para a pasta de destino, mantendo pressionada a tecla

  • A

    Shift.

  • B

    Ctrl.

  • C

    Tab.

  • D

    Alt.

  • E

    Insert.

101008Questão 20|Português|superior

Entre a cruz e a caldeirinha

"Quantas divisões tem o Papa?", teria dito Stalin quando

alguém lhe sugeriu que talvez valesse a pena ser mais tolerante

com os católicos soviéticos, a fim de ganhar a simpatia de Pio

XI. Efetivamente, além de um punhado de multicoloridos

guardas suíços, o poder papal não é palpável. Ainda assim, como

bem observa o escritor Elias Canetti, "perto da Igreja, todos

os poderosos do mundo parecem diletantes".

Há estatísticas controvertidas sobre esse poder eclesiástico.

Ao mesmo tempo que uma pesquisa da Fundação Getúlio

Vargas indica que, a cada geração, cai o número de católicos

no Brasil, outra, da mesma instituição, revela que, para os

brasileiros, a única instituição democrática que funciona é a

Igreja Católica, com créditos muito superiores aos dados à

classe política. Daí os sentimentos mistos que acompanharam a

visita do papa Bento XVI ao Brasil.

"O Brasil é estratégico para a Igreja Católica. Está sendo

preparada uma Concordata entre o Vaticano e o nosso país.

Nela, todo o relacionamento entre as duas formas de poder

(religioso e civil) será revisado. Tudo o que depender da Igreja

será feito no sentido de conseguir concessões vantajosas para

o seu pastoreio, inclusive com repercussões no direito comum

interno ao Brasil (pesquisas com células-tronco, por exemplo,

aborto, e outras questões árduas)", avalia o filósofo Roberto

Romano. E prossegue: "Não são incomuns atos religiosos que

são usados para fins políticos ou diplomáticos da Igreja. Quem

olha o Cristo Redentor, no Rio, dificilmente saberá que a

estátua significa a consagração do Brasil à soberania espiritual

da Igreja, algo que corresponde à política eclesiástica de

denúncia do laicismo, do modernismo e da democracia liberal.

A educadora da USP Roseli Fischman, no artigo "Ameaça

ao Estado laico", avisa que a Concordata poderá incluir o retorno

do ensino religioso às escolas públicas. "O súbito chamamento

do MEC para tratar do ensino religioso tem repercussão

quanto à violação de direitos, em particular de minorias religiosas

e dos que têm praticado todas as formas de consciência e

crença neste país, desde a República", acredita a pesquisadora.

Por sua vez, o professor de Teologia da PUC-SP Luiz Felipe

Pondé responde assim àquela famosa pergunta de Stalin:

"Quem precisa de divisões tendo como exército a eternidade?"

(Adaptado de Carlos Haag, Pesquisa FAPESP n. 134, 2007)

A expressão "entre a cruz e a caldeirinha" indica uma opção muito difícil de se fazer. Justifica-se, assim, sua utilização como título de um texto que, tratando da atuação da Igreja, enfatiza a dificuldade de se considerar em separado

  • A

    a ingerência eclesiástica nas atividades comerciais e nas diplomáticas.

  • B

    a instância do poder espiritual e o campo das posições políticas.

  • C

    o crescente prestígio do ensino religioso e a decadência do ensino laico.

  • D

    os efetivos militares à disposição do Papa e a força do pontificado.

  • E

    as denúncias papais do laicismo e os valores da democracia liberal.