Agente de Polícia Civil - 2022
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Conforme aponta o autor do texto,
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
O autor destaca o termo “controlada” como uma parte importante da teoria apresentada, já que tal termo diz respeito à forma como
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
O termo destacado na frase do 1° parágrafo – ... diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. – forma expressão com sentido de
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, com a inserção da vírgula, a frase do penúltimo parágrafo – Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. – atende à norma-padrão de pontuação.
Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Leia o texto para responder à questão. A revolução agrícola é um dos acontecimentos mais controversos da história. Os seus defensores afirmam que ela colocou _____ humanidade no caminho do progresso e da prosperidade; outros insistem que a levou _____ perdição, que os Sapiens abandonaram sua íntima simbiose com a natureza e correram rumo _____ ganância. Qualquer que fosse _____ direção dessa estrada não havia retorno. A agricultura permitiu que a humanidade aumentasse de maneira tão radical que nenhuma sociedade agrícola complexa poderia se sustentar novamente se voltasse a se dedicar _____ caça e _____ coleta. (Yuval Noah Harari. Sapiens : uma breve história da humanidade. 34a ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado) De acordo com a norma-padrão de uso da crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
¿Leer con poca luz daña realmente la vista?
Seguro que alguna que otra vez has leído con escasa luz y te han reñido por ello. Que si te vas a quedar ciego, que si se te va a quemar la vista… Sin embargo, ¿qué hay de cierto en esto? ¿De verdad nuestros ojos pueden perder visión con mala iluminación? El director de la revista Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología aclara esta cuestión: “Se trata de un mito muy extendido. No hay base científica en esto”. El especialista explica que “lo único que determinan los bajos niveles de iluminación es un sobreesfuerzo visual para compensarlos”. En este tipo de ambientes, funcionan más los bastones que los conos, es decir, las células de la retina que menos definición y rango cromático proporcionan. Por esta razón, la calidad de la visión es menor.
(https://cuidateplus.marca.com/bienestar/2022/02/05/leer-luz-dana
-realmente-vista-179537.html. Adaptado)
Según el autor, es probable que por leer con poca luz las personas hayan sido
¿Leer con poca luz daña realmente la vista?
Seguro que alguna que otra vez has leído con escasa luz y te han reñido por ello. Que si te vas a quedar ciego, que si se te va a quemar la vista… Sin embargo, ¿qué hay de cierto en esto? ¿De verdad nuestros ojos pueden perder visión con mala iluminación? El director de la revista Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología aclara esta cuestión: “Se trata de un mito muy extendido. No hay base científica en esto”. El especialista explica que “lo único que determinan los bajos niveles de iluminación es un sobreesfuerzo visual para compensarlos”. En este tipo de ambientes, funcionan más los bastones que los conos, es decir, las células de la retina que menos definición y rango cromático proporcionan. Por esta razón, la calidad de la visión es menor.
(https://cuidateplus.marca.com/bienestar/2022/02/05/leer-luz-dana
-realmente-vista-179537.html. Adaptado)
En el enunciado “No hay base científica en esto .”, la palabra subrayada hace referencia al hecho de que
5 formas de entrenar si andas con poco tiempo
Para la mayoría, el ritmo de vida actual es tan agitado que a duras penas se puede sacar el tiempo necesario para alimentarse bien y descansar. Con tantas ocupaciones, o más probable es que aquellos momentos para cuidar de nosotros mismos pasen a un segundo plano. Sin embargo, vale la pena mencionar que una vida tan llena de compromisos, en la que nuestro bienestar no sea una prioridad, es una vida en riesgo. Si tenemos poco tiempo para entrenar podemos ejercitarnos en casa, utilizando los elementos que tenemos a nuestro alcance. Otras buenas opciones son aprovechar la hora del almuerzo para hacer ejercicios, entrenar cardio y musculación a la vez, transformar el viaje a las labores en una oportunidad de ejercitarnos (montando bicicleta, por ejemplo) y dividir la rutina de entrenamiento en dos partes.
(https://mejorconsalud.as.com/5-formas-de-entrenar
-si-tienes-poco-tiempo/. Adaptado)
Según el texto, el hecho de no cuidar debidamente la salud puede
5 formas de entrenar si andas con poco tiempo
Para la mayoría, el ritmo de vida actual es tan agitado que a duras penas se puede sacar el tiempo necesario para alimentarse bien y descansar. Con tantas ocupaciones, o más probable es que aquellos momentos para cuidar de nosotros mismos pasen a un segundo plano. Sin embargo, vale la pena mencionar que una vida tan llena de compromisos, en la que nuestro bienestar no sea una prioridad, es una vida en riesgo. Si tenemos poco tiempo para entrenar podemos ejercitarnos en casa, utilizando los elementos que tenemos a nuestro alcance. Otras buenas opciones son aprovechar la hora del almuerzo para hacer ejercicios, entrenar cardio y musculación a la vez, transformar el viaje a las labores en una oportunidad de ejercitarnos (montando bicicleta, por ejemplo) y dividir la rutina de entrenamiento en dos partes.
(https://mejorconsalud.as.com/5-formas-de-entrenar
-si-tienes-poco-tiempo/. Adaptado)
El fragmento “Sin embargo, vale la pena mencionar…” se podría reescribir sin cambio de sentido como: