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Agente de Polícia Civil - 2022


Página 1  •  Total 60 questões
160389Questão anuladaAnuladaQuestão 1|Português|médio

Realidade não passa de uma alucinação compartilhada

Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.

Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.

Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.

Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.

Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/

helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)

Conforme aponta o autor do texto,

  • A

    a ideia corrente entre neurocientistas de que o cérebro teria algum controle sobre a compreensão da realidade é descabida.

  • B

    as pesquisas em neurociência precisam evoluir muito antes que se possa fazer hipóteses sobre como percebemos o mundo.

  • C

    o livro de Anil Seth representa um divisor de águas, ao trazer dados que contradizem o que defendiam outros neurocientistas.

  • D

    o cérebro exerce papel intermediário e determinante para a forma como nossos sentidos irão apreender as coisas do mundo.

  • E

    a teoria segundo a qual é diretamente por meio dos sentidos que percebemos o mundo ganha apoio entre os neurocientistas.

160390Questão anuladaAnuladaQuestão 2|Português|médio

Realidade não passa de uma alucinação compartilhada

Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.

Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.

Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.

Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.

Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/

helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)

O autor destaca o termo “controlada” como uma parte importante da teoria apresentada, já que tal termo diz respeito à forma como

  • A

    os neurocientistas filtram as informações de seus estudos que serão divulgadas, para não chocar o público.

  • B

    a transformação da realidade em experiências subjetivas diminui a convicção e capacidade de ação do homem.

  • C

    a avaliação exaustiva dos perigos e oportunidades permite a compreensão simples e objetiva da realidade.

  • D

    o homem ajusta-se para perceber a realidade, valendo-se ora dos sentidos ora das experiências prévias.

  • E

    os sinais captados pelos sentidos são, a partir de expectativas prévias, organizados pelo cérebro.

160391Questão anuladaAnuladaQuestão 3|Português|médio

Realidade não passa de uma alucinação compartilhada

Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.

Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.

Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.

Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.

Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/

helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)

O termo destacado na frase do 1° parágrafo – ... diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. – forma expressão com sentido de

  • A

    modo.

  • B

    causa.

  • C

    posse.

  • D

    oposição.

  • E

    finalidade.

160392Questão anuladaAnuladaQuestão 4|Português|médio

Realidade não passa de uma alucinação compartilhada

Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.

Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.

Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.

Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.

Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/

helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, com a inserção da vírgula, a frase do penúltimo parágrafo – Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. – atende à norma-padrão de pontuação.

  • A

    Nesse contexto, faz sentido descrever a percepção como uma alucinação.

  • B

    Nesse contexto faz, sentido descrever a percepção como uma alucinação.

  • C

    Nesse contexto faz sentido, descrever a percepção como uma alucinação.

  • D

    Nesse contexto faz sentido descrever, a percepção como uma alucinação.

  • E

    Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como, uma alucinação.

160393Questão anuladaAnuladaQuestão 5|Português|médio

Realidade não passa de uma alucinação compartilhada

Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas, para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada” é uma parte importante da equação.

Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo a reduzir as incertezas da vida.

Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.

Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.

Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que, sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/

helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.

  • A

    Haviam pesquisas muito distintas abordando a forma como a realidade é percebida.

  • B

    É na ideia de controle por parte do cérebro que se fundamenta os estudos de Anil Seth.

  • C

    Garantir o sustento e reproduzir-se são atividades que exigem muito da espécie humana.

  • D

    São excessivos e contraditórios a quantidade de sinais captados pelos sentidos humanos.

  • E

    As percepções sobre as quais todos estamos de acordo constitui o que temos por realidade.

160394Questão anuladaAnuladaQuestão 6|Português|médio

Leia o texto para responder à questão. A revolução agrícola é um dos acontecimentos mais controversos da história. Os seus defensores afirmam que ela colocou _____ humanidade no caminho do progresso e da prosperidade; outros insistem que a levou _____ perdição, que os Sapiens abandonaram sua íntima simbiose com a natureza e correram rumo _____ ganância. Qualquer que fosse _____ direção dessa estrada não havia retorno. A agricultura permitiu que a humanidade aumentasse de maneira tão radical que nenhuma sociedade agrícola complexa poderia se sustentar novamente se voltasse a se dedicar _____ caça e _____ coleta. (Yuval Noah Harari. Sapiens : uma breve história da humanidade. 34a ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado) De acordo com a norma-padrão de uso da crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

  • A

    à … a … à … a … à … à

  • B

    a … à … à … a … à … à

  • C

    a … à … à … à … a … à

  • D

    à … a … a … a … à … à

  • E

    à … à … à … a … a … a

160395Questão anuladaAnuladaQuestão 7|Medicina|médio

¿Leer con poca luz daña realmente la vista?

Seguro que alguna que otra vez has leído con escasa luz y te han reñido por ello. Que si te vas a quedar ciego, que si se te va a quemar la vista… Sin embargo, ¿qué hay de cierto en esto? ¿De verdad nuestros ojos pueden perder visión con mala iluminación? El director de la revista Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología aclara esta cuestión: “Se trata de un mito muy extendido. No hay base científica en esto”. El especialista explica que “lo único que determinan los bajos niveles de iluminación es un sobreesfuerzo visual para compensarlos”. En este tipo de ambientes, funcionan más los bastones que los conos, es decir, las células de la retina que menos definición y rango cromático proporcionan. Por esta razón, la calidad de la visión es menor.

(https://cuidateplus.marca.com/bienestar/2022/02/05/leer-luz-dana

-realmente-vista-179537.html. Adaptado)

Según el autor, es probable que por leer con poca luz las personas hayan sido

  • A

    inducidas por especialistas a dejar el hábito.

  • B

    recompensadas por su esfuerzo.

  • C

    estimuladas a tener hábitos similares.

  • D

    socialmente ignoradas.

  • E

    reprendidas alguna vez.

160396Questão anuladaAnuladaQuestão 8|Biologia|médio

¿Leer con poca luz daña realmente la vista?

Seguro que alguna que otra vez has leído con escasa luz y te han reñido por ello. Que si te vas a quedar ciego, que si se te va a quemar la vista… Sin embargo, ¿qué hay de cierto en esto? ¿De verdad nuestros ojos pueden perder visión con mala iluminación? El director de la revista Archivos de la Sociedad Española de Oftalmología aclara esta cuestión: “Se trata de un mito muy extendido. No hay base científica en esto”. El especialista explica que “lo único que determinan los bajos niveles de iluminación es un sobreesfuerzo visual para compensarlos”. En este tipo de ambientes, funcionan más los bastones que los conos, es decir, las células de la retina que menos definición y rango cromático proporcionan. Por esta razón, la calidad de la visión es menor.

(https://cuidateplus.marca.com/bienestar/2022/02/05/leer-luz-dana

-realmente-vista-179537.html. Adaptado)

En el enunciado “No hay base científica en esto .”, la palabra subrayada hace referencia al hecho de que

  • A

    la visión pueda verse afectada por usarla con poca luz.

  • B

    la gente reacciona con miedo ante problemas oculares.

  • C

    la lectura cotidiana se realiza con luz irregular.

  • D

    la ceguera es un temido muy extendido entre la gente.

  • E

    los ojos se esfuerzan para concentrase leyendo.

160397Questão anuladaAnuladaQuestão 9||médio

5 formas de entrenar si andas con poco tiempo

Para la mayoría, el ritmo de vida actual es tan agitado que a duras penas se puede sacar el tiempo necesario para alimentarse bien y descansar. Con tantas ocupaciones, o más probable es que aquellos momentos para cuidar de nosotros mismos pasen a un segundo plano. Sin embargo, vale la pena mencionar que una vida tan llena de compromisos, en la que nuestro bienestar no sea una prioridad, es una vida en riesgo. Si tenemos poco tiempo para entrenar podemos ejercitarnos en casa, utilizando los elementos que tenemos a nuestro alcance. Otras buenas opciones son aprovechar la hora del almuerzo para hacer ejercicios, entrenar cardio y musculación a la vez, transformar el viaje a las labores en una oportunidad de ejercitarnos (montando bicicleta, por ejemplo) y dividir la rutina de entrenamiento en dos partes.

(https://mejorconsalud.as.com/5-formas-de-entrenar

-si-tienes-poco-tiempo/. Adaptado)

Según el texto, el hecho de no cuidar debidamente la salud puede

  • A

    perjudicar la alimentación.

  • B

    comprometer la vida de la gente.

  • C

    restringir las opciones de práctica de ejercicios.

  • D

    aumentar los compromisos sociales.

  • E

    obligarnos a hacer ejercicios domésticos.

160398Questão anuladaAnuladaQuestão 10|Português|médio

5 formas de entrenar si andas con poco tiempo

Para la mayoría, el ritmo de vida actual es tan agitado que a duras penas se puede sacar el tiempo necesario para alimentarse bien y descansar. Con tantas ocupaciones, o más probable es que aquellos momentos para cuidar de nosotros mismos pasen a un segundo plano. Sin embargo, vale la pena mencionar que una vida tan llena de compromisos, en la que nuestro bienestar no sea una prioridad, es una vida en riesgo. Si tenemos poco tiempo para entrenar podemos ejercitarnos en casa, utilizando los elementos que tenemos a nuestro alcance. Otras buenas opciones son aprovechar la hora del almuerzo para hacer ejercicios, entrenar cardio y musculación a la vez, transformar el viaje a las labores en una oportunidad de ejercitarnos (montando bicicleta, por ejemplo) y dividir la rutina de entrenamiento en dos partes.

(https://mejorconsalud.as.com/5-formas-de-entrenar

-si-tienes-poco-tiempo/. Adaptado)

El fragmento “Sin embargo, vale la pena mencionar…” se podría reescribir sin cambio de sentido como:

  • A

    “Por lo tanto, podemos afirmar...”

  • B

    “En consecuencia, es correcto asegurar...”

  • C

    “A pesar de ello, convendría destacar...”

  • D

    “Por lo hasta aquí dicho, deberíamos considerar...”

  • E

    “Dígase, pues, es necesario corroborar...”