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Economista - 2017


Página 1  •  Total 60 questões
134332Questão 1|Português|superior

No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.

Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democrático-liberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.

Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugares-comuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.

Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.

Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.

(SOARES, Magda.  Linguagem e escola : uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).

A perspectiva que norteia esse texto pressupõe o entendimento da educação como

  • A

    ferramenta basilar de formação crítica da sociedade.

  • B

    recurso indispensável de qualificação para o trabalho.

  • C

    aparato crucial de valorização da pluralidade cultural.

  • D

    instrumento primordial de enfrentamento da pobreza.

  • E

    mecanismo fundamental de combate à injustiça social.

134333Questão 2|Português|superior

No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.

Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democrático-liberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.

Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugares-comuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.

Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.

Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.

(SOARES, Magda.  Linguagem e escola : uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).

“[...] diagnósticos , denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil.” (2º parágrafo) As palavras que, respectivamente, seguem as mesmas regras de acentuação dos vocábulos em destaque são as seguintes:

  • A

    pônei / águia.

  • B

    tarântula / égua.

  • C

    búfalo / babuíno.

  • D

    pássaro / libélula.

  • E

    cágado / camaleão.

134334Questão 3|Português|superior

No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.

Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democrático-liberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.

Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugares-comuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.

Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.

Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.

(SOARES, Magda.  Linguagem e escola : uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).

“[...] o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República.” (1º parágrafo) Em qual reestruturação do período acima a norma-padrão foi atendida?

  • A

    O discurso em favor da educação popular é antigo, pois sucederia-lhe a Proclamação da República.

  • B

    À Proclamação da República, ocorrida em 1889, precedeu o discurso em favor da educação popular.

  • C

    O discurso em favor da educação popular é antigo, já que a Proclamação da República foi-lhe sucedida.

  • D

    O discurso à favor da educação popular é antigo, visto que precedeu mesmo a Proclamação da República.

  • E

    A Proclamação da República ocorreu em 1889, logo, o discurso a favor da educação popular não sobreveio-lhe.

134335Questão 4|Português|superior

No Brasil, o discurso em favor da educação popular é antigo: precedeu mesmo a Proclamação da República. Já em 1822, Rui Barbosa, baseado em exaustivo diagnóstico da realidade brasileira da época, denunciava a vergonhosa precariedade do ensino e apresentava propostas de multiplicação de escolas e de melhoria qualitativa.

Desde então, e até hoje, diagnósticos, denúncias e propostas de educação popular têm estado sempre presentes no discurso político sobre a educação no Brasil. E também desde então, e até hoje, esse discurso vem sempre inspirado nos ideais democrático-liberais: o objetivo é a igualdade social, e a democratização do ensino é vista como instrumento essencial para a conquista desse objetivo.

Assim, as expressões “igualdade de oportunidades educacionais” e “educação como direito de todos” tornaram-se lugares-comuns, num repetido discurso em favor da democratização do ensino.

Ao longo do tempo, esse discurso ora toma uma direção quantitativa, em defesa da ampliação de ofertas educacionais — aumento do número de escolas para as classes populares, obrigatoriedade e gratuidade do ensino elementar —, ora se volta para a melhoria qualitativa do ensino — reformas educacionais, reformulações da organização escolar, introdução de novas metodologias, aperfeiçoamento de professores.

Na verdade, o discurso oficial pela democratização da escola, seja na direção quantitativa, seja na direção qualitativa, procura responder à demanda popular por educação, por acesso à instrução e ao saber. A escola pública não é, como erroneamente se pretende que seja, uma doação do Estado ao povo; ao contrário, ela é uma progressiva e lenta conquista das camadas populares em sua luta pela democratização do saber, através da democratização da escola.

(SOARES, Magda.  Linguagem e escola : uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado).

Assim , as expressões 'igualdade de oportunidades educacionais' e 'educação como direito de todos' tornaram-se lugares-comuns” (3º parágrafo) O elemento coesivo em destaque instaura, em relação ao parágrafo anterior do texto, um efeito de sentido de __________ e poderia ser substituída por ___________ , sem prejuízo à significação do período. Marque a alternativa cujos termos preenchem, corretamente, as lacunas da assertiva.

  • A

    adição / outrossim

  • B

    oposição / todavia

  • C

    conclusão / destarte

  • D

    proporção / portanto

  • E

    explicação / porquanto

134336Questão 5|Português|superior

49f4bc4ed3640a0aeb3aa955c1598ed603238968c9751a84d1ca290487a6f924-5-0.jpg Quanto às formas verbais empregadas na tirinha, é correto afirmar que todas

  • A

    atribuem atuações à segunda pessoa do singular.

  • B

    assinalam rupturas quanto ao aspecto das ações.

  • C

    apontam certeza com relação às ações praticadas.

  • D

    designam fatos de atuações sofridas pelos sujeitos.

  • E

    indicam ações produzidas em certo período passado.

134337Questão 6|Português|superior

49f4bc4ed3640a0aeb3aa955c1598ed603238968c9751a84d1ca290487a6f924-6-0.jpg Para produzir sintonia no uso da concordância entre pronome e verbo nesse texto, a alteração correta é colocar a seguinte frase em lugar de sua correspondente:

  • A

    A gente doa letras.

  • B

    Vocês doam letras.

  • C

    Todos doam letras.

  • D

    Alguém doa números.

  • E

    Nós doamos números.

134338Questão 7|Redação Oficial|superior

De acordo como o Manual de Redação da Presidência da República, para que uma mensagem de correio eletrônico tenha valor documental, demanda-se que haja

  • A

    padrão ofício.

  • B

    concisão e clareza.

  • C

    certificação digital.

  • D

    exposição de motivos.

  • E

    confirmação de leitura.

134339Questão 8|Português|superior

O jornal e suas metamorfoses Um senhor pega um bonde após comprar um jornal e pô-lo debaixo do braço. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço. Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona no banco da praça. Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal quando um rapaz o descobre, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal quando uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de acelga, que é para o que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses. (CORTÁZAR, Julio. Histórias de cronópios e de famas . Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. Adaptado). Conforme a visão que se constrói nesse conto, para que o monte de folhas impressas converta-se no jornal, é preciso que ocorra

  • A

    o deslocamento da sua finalidade original.

  • B

    a interação entre o leitor e suas informações.

  • C

    a passagem da edição de pessoa para pessoa.

  • D

    a conferência da veracidade de seu conteúdo.

  • E

    o contato sensorial entre seu papel e o homem.

134340Questão 9|Português|superior

Bahia não consegue bater metas de 2015 para a educação Publicado em 05 de abril de 2017 Se a Educação na Bahia fosse uma aluna, ela estaria reprovada. E isso não é exclusividade de uma rede ou de outra — mas de todas. Por aqui, ainda não alcançamos as metas do movimento Todos Pela Educação (TPE), fundado em 2006, para garantir educação de qualidade no país a todas as crianças e jovens até 2022. No relatório bienal divulgado hoje, o estado fica aquém dos resultados desejados nas duas metas avaliadas — a Meta 1, que prevê que toda criança e jovem de 4 a 17 anos esteja na escola; e a Meta 4, que define que todo jovem de 19 anos deve ter concluído o Ensino Médio. A metodologia analisa os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2015. A Bahia está abaixo da média brasileira em todos os indicadores, mas a situação do país é também crítica: o Brasil não atingiu nenhuma meta. (Disponível em: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/bahia/noticia/bahia-naoconsegue-bater-metas-de-2015-para-a-educacao/?cHash=bf1fd6846d6b296212193e-f947070baa. Acesso em: 17 abr. 2017. Adaptado). A característica determinante para enquadrar esse texto no gênero textual “notícia” é o fato de ele

  • A

    incluir teor sensacionalista para estimular a adesão do leitor às ideias veiculadas.

  • B

    apresentar marcas de subjetividade na oração que introduz o primeiro parágrafo.

  • C

    relatar uma informação de grande relevância para a sociedade e para o público leitor.

  • D

    mencionar um importante meio de mapeamento demográfico e socioeconômico.

  • E

    associar conjunturas educacionais de âmbito estadual e nacional na oração final do último parágrafo.

134341Questão 10|Português|superior

Não posso adiar o amor para outro século não posso ainda que o grito sufoque na garganta ainda que o ódio estale e crepite e arda sob montanhas cinzentas e montanhas cinzentas Não posso adiar este abraço que é uma arma de dois gumes amor e ódio Não posso adiar ainda que a noite pese séculos sobre as costas e a aurora indecisa demore não posso adiar para outro século a minha vida nem o meu amor nem o meu grito de libertação Não posso adiar o coração (ROSA, António Ramos. Animal olhar . São Paulo: Escrituras Editora, 2005). Nesse poema, o terceiro e quarto versos da primeira estrofe, além do segundo e terceiro versos da terceira estrofe estabelecem com suas respectivas orações antecedentes uma relação de sentido de

  • A

    causa.

  • B

    condição.

  • C

    concessão.

  • D

    comparação.

  • E

    consequência.

Economista - 2017 | Prova