Médico Clínico - 2025
Em relação à ética médica e à bioética, julgue o próximo item. O médico pode eximir-se da responsabilidade sobre algum procedimento médico indicado por ele, desde que outro colega, também médico, tenha participado da execução desse procedimento.
Em relação à ética médica e à bioética, julgue o próximo item. Se houver registro legal, em prontuário, de diretivas antecipadas de vontade que ateste a recusa de paciente a reanimação cardiopulmonar em caso de patologia em estágio irreversível e incurável, o médico deverá considerar tais diretivas a despeito do desejo contrário de familiar no momento de uma eventual parada cardiorrespiratória.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. Recomenda-se receitar à paciente metoprolol como medicamento complementar, com vistas a um melhor controle da HAS.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. O diagnóstico etiológico será elucidado com a dosagem das metanefrinas urinárias de 24 horas.
Uma paciente de 44 anos de idade foi atendida em consulta ambulatorial. Relatou diagnóstico de síndrome do túnel do carpo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes do tipo 2 (DM2) havia cinco anos, em uso regular de anlodipino, enalapril, hidroclorotiazida, metformina e vildagliptina nas doses máximas preconizadas. Ela mencionou lombalgia e hiperidrose. Ao exame físico, apresentava hiperlordose lombar, prognatismo mandibular, circunferência abdominal de 98 cm, pressão arterial de 154 mmHg × 98 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 60 bpm, além de dor e limitação articular na região lombar. Os demais achados do exame físico mostraram-se normais. Foram pedidos alguns exames laboratoriais de rotina cujos resultados revelaram: triglicerídeos de 198 mg/dl, colesterol total de 240 mg/dl; HDL colesterol de 30 mg/dl, LDL colesterol de 170 mg/dl, glicemia de jejum de 150 mg/dl e hemoglobina glicada de 8%. Os demais exames não revelaram anormalidades significativas e o eletrocardiograma obtido é apresentado a seguir.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. A paciente apresenta indícios de lesão em órgão alvo devido à HAS.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. Nesse caso, é recomendável a substituição do enalapril por sacubitril/valsartana.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. O paciente apresenta quatro critérios diagnósticos maiores de Framingham de insuficiência cardíaca.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. No caso em questão, indica-se a dobutamina por sua ação inotrópica positiva e pela redução da pós-carga.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. O modelo clínico-hemodinâmico de descompensação no caso apresentado é o mais frequentemente observado e o de melhor prognóstico.
Um paciente de 66 anos de idade, com antecedente de HAS havia 12 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia três anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais, que, na semana anterior à consulta ambulatorial, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, com frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 118 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 92%, estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente e ritmo cardíaco regular em três tempos (terceira bulha) sem sopros. Adicionalmente, notou-se edema de tornozelos bilateralmente. Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades significativas. O ecocardiograma, realizado havia dois meses, revelou fração de ejeção de 36%.
Com base no caso hipotético precedente, julgue o item seguinte, conforme a Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda. Deve-se solicitar, também, nesse caso, a dosagem da troponina ultrassensível.


