Técnico Judiciário - 2021
“Após sucessivos anos de poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas brasileiras nas regiões Sudeste e Sul chegaram ao mês de setembro em seu pior nível histórico, abaixo mesmo do patamar de 2001, quando o país enfrentou um severo racionamento de energia. Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, esse cenário torna elevado o risco de apagões (interrupções temporárias localizadas de fornecimento), ainda mais em momentos de picos de consumo, que ficam mais frequentes com a volta do calor.” (BBC News Brasil, 19/09/2021)
O segmento “chegaram ao mês de setembro em seu pior nível histórico” podia ser reescrito, de forma correta e com a manutenção do seu sentido original, do seguinte modo:
“Após sucessivos anos de poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas brasileiras nas regiões Sudeste e Sul chegaram ao mês de setembro em seu pior nível histórico, abaixo mesmo do patamar de 2001, quando o país enfrentou um severo racionamento de energia. Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, esse cenário torna elevado o risco de apagões (interrupções temporárias localizadas de fornecimento), ainda mais em momentos de picos de consumo, que ficam mais frequentes com a volta do calor.” (BBC News Brasil, 19/09/2021)
A frase abaixo em que o vocábulo “quando” mostra o mesmo valor daquele apresentado no texto acima é:
“Um estudante matou oito pessoas a tiros no campus da Universidade de Perm, uma cidade nos Urais, no leste da Rússia, antes de ser ferido e preso nesta segunda-feira (20), de acordo com o Comitê de Investigação russo. Várias pessoas atingidas pelos disparos ficaram feridas, informa o comunicado divulgado pelo órgão, que ainda não estabeleceu um balanço definitivo do número de vítimas.” (RFI, 20/09/2021)
No primeiro período desse pequeno texto há um problema de estruturação que pode levar à seguinte informação errada:
Sobre expressões como “Uma mãe é uma mãe”, “Uma mulher é uma mulher”, “A Amazônia é a Amazônia”, é correto afirmar que:
“Também conhecida como esteatose hepática, ela é uma inflamação do fígado que se caracteriza pela presença de esteatose (acúmulo anormal de gordura em um órgão) associada a evidências de agressão hepática, que é quando as veias do fígado ficam obstruídas, dificultando o fluxo sanguíneo.
Uma das causas da gordura no fígado está relacionada a hábitos pouco saudáveis, como uma alimentação rica em gordura e açúcar e sedentarismo. Então, pessoas com obesidade, colesterol ou triglicerídeos altos, hepatite B ou C crônica, que fazem uso de medicamentos que contribuem para o acúmulo de gordura no fígado, ficam mais vulneráveis, diz um nutricionista.” (Boa Forma, 18/09/2021)
O primeiro parágrafo desse texto dá uma série de informações sobre a gordura no fígado. A informação que está presente nessa série é:
“Neste mês, os incêndios florestais aumentaram de forma significativa em praticamente toda Minas Gerais, com o forte calor e a vegetação seca dificultando o combate e favorecendo a expansão das chamas. Mas, nesse período, um antigo problema decorrente da longa estiagem também se agravou: a falta de água para o abastecimento humano. Sem chuva há seis meses em Francisco Sá, no Norte de Minas, uma lagoa que tinha mais de um hectare de lâmina d'água foi reduzida a uma poça de lama. O flagelo da seca se soma aos impactos da crise gerada pela pandemia da Covid-19, com redução da renda no campo devido à interrupção das feiras livres, que serviam como opção de venda da pequena produção da agricultura familiar.” (Estado de Minas, Luiz Ribeiro 20/09/2021)
Considerando ser essa uma notícia de jornal, há uma série de problemas citados nos parágrafos do texto, mas o mais relevante deles é:
“Neste mês, os incêndios florestais aumentaram de forma significativa em praticamente toda Minas Gerais, com o forte calor e a vegetação seca dificultando o combate e favorecendo a expansão das chamas. Mas, nesse período, um antigo problema decorrente da longa estiagem também se agravou: a falta de água para o abastecimento humano. Sem chuva há seis meses em Francisco Sá, no Norte de Minas, uma lagoa que tinha mais de um hectare de lâmina d'água foi reduzida a uma poça de lama. O flagelo da seca se soma aos impactos da crise gerada pela pandemia da Covid-19, com redução da renda no campo devido à interrupção das feiras livres, que serviam como opção de venda da pequena produção da agricultura familiar.” (Estado de Minas, Luiz Ribeiro 20/09/2021)
O problema citado no texto, que é decorrente da pandemia da Covid-19, é:
“De acordo com o jornal Deming Headlight, uma brasileira morreu de fome e sede ao tentar entrar clandestinamente nos Estados Unidos. Agentes da fronteira do estado do Novo México encontraram o corpo dela nessa semana. A família da vítima confirmou ao jornal O Globo que ela se chama Lenilda dos Santos e tinha 49 anos. De acordo com o relato dos familiares, ela cruzou a fronteira dos EUA com o México, no entanto, acabou ficando para trás, sem água nem comida em pleno deserto, porque ficou cansada. O grupo prometeu que voltaria para dar ajuda, porém isso não aconteceu. Lenilda ainda conseguiu falar com a família por mensagens de celular, inclusive com compartilhamento de localização. Ela parou de responder e, então, eles solicitaram ajuda às autoridades do Novo México, estado no sudoeste dos EUA.” (Catraca Livre, 17/09/2021)
A frase abaixo, retirada do texto, que mostra um erro gramatical é:
A afirmativa abaixo que mostra uma contradição interna é:
Muitas vezes, as alegações presentes num raciocínio apresentam deficiências argumentativas. Numa redação escolar, havia o seguinte segmento: “Napoleão só podia mesmo perder a batalha em Waterloo, pois estava gripado, febril, como pude ver num filme de produção americana”.
O problema dessa alegação é que ela: