Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Assistente em Administração - 2015


Página 1  •  Total 40 questões
126130Questão 1|Português|médio

“Sempre quis escapar dessa imagem”, diz personagem de foto histórica da Guerra do Vietnã

   

     Poucas vezes uma foto simbolizou tão bem o horror de uma guerra. Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo HuynhCong ‘Nick’ Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de TrangBang, na província de TayNinh.

      Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena, que trazia uma personagem que entraria para a história: uma garotinha de 9 anos, nua, gritando “muito quente, muito quente”, enquanto tentava escapar das bombas.

      A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã e agora está perto de completar 40 anos. Hoje, a personagem da foto está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira.

    “Eu realmente quis escapar daquela menina”, diz Phan Thi Kim Phuc. “Eu queria escapar dessa imagem, mas parece que a foto não me deixou escapar”, disse ela, que hoje comanda uma fundação para ajudar crianças vítimas da guerra.

      “Eu fui queimada e me tornei uma vítima da guerra, mas crescendo, tornei-me outro tipo de vítima”, completa ela. Ao relembrar o momento em que a foto foi tirada, ela diz ter ouvido fortes explosões e que o chão “tremeu”.

      “Eu vou ficar feia, não serei mais normal. As pessoas vão me ver de um jeito diferente”, ela diz ter pensado na hora, ao perceber que sua mão e braço esquerdos estavam queimados.

      Em choque, ela correu atrás de seu irmão mais velho e não se lembra de reparar nos jornalistas estrangeiros reunidos enquanto corria na direção deles, gritando. Depois disso, ela perdeu a consci- ência.

      “Eu chorei quando a vi correndo”, diz Ut, que cobria a guerra pela Associated Press. “Se eu não a ajudasse e alguma coisa acontecesse que a levasse a morte, acho que eu me mataria depois”, comenta o fotógrafo, que nunca mais deixou de falar com Phuc. Ele a deixou em um pequeno hospital e fez os médicos garantirem que tomariam conta da garota.

      A foto foi publicada e, alguns dias depois, outro jornalista, Christopher Wain, um correspondente britânico que tinha dado água de seu cantil a Phuc, descobriu que ela tinha sobrevivido. A garota tinha sido transferida para uma unidade americana em Barsky, única instalação em Saigon equipada para lidar com ferimentos graves.

      “Eu não tinha ideia do que tinha acontecido comigo”, diz Phuc. “Acordei no hospital com muita dor e com enfermeiras ao meu redor. Acordei com um medo terrível”.

      “Toda manhã, às 8 horas, as enfermeiras me colocavam em uma banheira com água quente para cortar toda a minha pele morta. Eu só chorava e quando eu não aguentava mais, desmaiava”, relembra ela que hoje vive com o filho e o marido, Bui HuyToan, no Canadá.

      Depois de vários enxertos de pele e cirurgias, Phuc foi finalmente autorizada a deixar o hospital, 13 meses após o bombardeio. Ela tinha visto a foto de Ut, que até então tinha ganhado o Prêmio Pulitzer, mas ainda não sabia do alcance e poder da imagem.(...)

                                                                   (Folha de S. Paulo, 1/6/2012)

Segundo o texto, é correto afirmar que:

  • A

    o texto sintetiza a guerra do Vietnã e o poder da imagem fotográfica.

  • B

    o jornalista Christopher Wain tirou a foto histórica e também deu água para menina.

  • C

    a menina Phuc tornou-se enfermeira e hoje vive com o marido e o filho no Canadá.

  • D

    o fotógrafo que tirou a foto histórica nunca mais deixou de falar com Phuc.

  • E

    a menina foi salva pelos jornalistas que a levaram para uma unidade americana em Saigon.

126131Questão 2|Português|médio

“Sempre quis escapar dessa imagem”, diz personagem de foto histórica da Guerra do Vietnã

   

     Poucas vezes uma foto simbolizou tão bem o horror de uma guerra. Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo HuynhCong ‘Nick’ Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de TrangBang, na província de TayNinh.

      Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena, que trazia uma personagem que entraria para a história: uma garotinha de 9 anos, nua, gritando “muito quente, muito quente”, enquanto tentava escapar das bombas.

      A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã e agora está perto de completar 40 anos. Hoje, a personagem da foto está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira.

    “Eu realmente quis escapar daquela menina”, diz Phan Thi Kim Phuc. “Eu queria escapar dessa imagem, mas parece que a foto não me deixou escapar”, disse ela, que hoje comanda uma fundação para ajudar crianças vítimas da guerra.

      “Eu fui queimada e me tornei uma vítima da guerra, mas crescendo, tornei-me outro tipo de vítima”, completa ela. Ao relembrar o momento em que a foto foi tirada, ela diz ter ouvido fortes explosões e que o chão “tremeu”.

      “Eu vou ficar feia, não serei mais normal. As pessoas vão me ver de um jeito diferente”, ela diz ter pensado na hora, ao perceber que sua mão e braço esquerdos estavam queimados.

      Em choque, ela correu atrás de seu irmão mais velho e não se lembra de reparar nos jornalistas estrangeiros reunidos enquanto corria na direção deles, gritando. Depois disso, ela perdeu a consci- ência.

      “Eu chorei quando a vi correndo”, diz Ut, que cobria a guerra pela Associated Press. “Se eu não a ajudasse e alguma coisa acontecesse que a levasse a morte, acho que eu me mataria depois”, comenta o fotógrafo, que nunca mais deixou de falar com Phuc. Ele a deixou em um pequeno hospital e fez os médicos garantirem que tomariam conta da garota.

      A foto foi publicada e, alguns dias depois, outro jornalista, Christopher Wain, um correspondente britânico que tinha dado água de seu cantil a Phuc, descobriu que ela tinha sobrevivido. A garota tinha sido transferida para uma unidade americana em Barsky, única instalação em Saigon equipada para lidar com ferimentos graves.

      “Eu não tinha ideia do que tinha acontecido comigo”, diz Phuc. “Acordei no hospital com muita dor e com enfermeiras ao meu redor. Acordei com um medo terrível”.

      “Toda manhã, às 8 horas, as enfermeiras me colocavam em uma banheira com água quente para cortar toda a minha pele morta. Eu só chorava e quando eu não aguentava mais, desmaiava”, relembra ela que hoje vive com o filho e o marido, Bui HuyToan, no Canadá.

      Depois de vários enxertos de pele e cirurgias, Phuc foi finalmente autorizada a deixar o hospital, 13 meses após o bombardeio. Ela tinha visto a foto de Ut, que até então tinha ganhado o Prêmio Pulitzer, mas ainda não sabia do alcance e poder da imagem.(...)

                                                                   (Folha de S. Paulo, 1/6/2012)

Considerando o vocabulário do texto, analise as afirmativas a seguir:

I) A palavra símbolos, no terceiro parágrafo, pode ser substituída por emblemas, sem prejuízo para o sentido.

II) A palavra cobria, no oitavo parágrafo, possui, no texto, o sentido de tampava, vedava.

III) A palavra enxertos, no último parágrafo, remete a um procedimento cirúrgico para transplantar tecidos celulares.

Está(ão) correta(s) apenas:

  • A

    I.

  • B

    II.

  • C

    III.

  • D

    I e II.

  • E

    I e III.

126132Questão 3|Português|médio

“Sempre quis escapar dessa imagem”, diz personagem de foto histórica da Guerra do Vietnã

   

     Poucas vezes uma foto simbolizou tão bem o horror de uma guerra. Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo HuynhCong ‘Nick’ Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de TrangBang, na província de TayNinh.

      Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena, que trazia uma personagem que entraria para a história: uma garotinha de 9 anos, nua, gritando “muito quente, muito quente”, enquanto tentava escapar das bombas.

      A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã e agora está perto de completar 40 anos. Hoje, a personagem da foto está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira.

    “Eu realmente quis escapar daquela menina”, diz Phan Thi Kim Phuc. “Eu queria escapar dessa imagem, mas parece que a foto não me deixou escapar”, disse ela, que hoje comanda uma fundação para ajudar crianças vítimas da guerra.

      “Eu fui queimada e me tornei uma vítima da guerra, mas crescendo, tornei-me outro tipo de vítima”, completa ela. Ao relembrar o momento em que a foto foi tirada, ela diz ter ouvido fortes explosões e que o chão “tremeu”.

      “Eu vou ficar feia, não serei mais normal. As pessoas vão me ver de um jeito diferente”, ela diz ter pensado na hora, ao perceber que sua mão e braço esquerdos estavam queimados.

      Em choque, ela correu atrás de seu irmão mais velho e não se lembra de reparar nos jornalistas estrangeiros reunidos enquanto corria na direção deles, gritando. Depois disso, ela perdeu a consci- ência.

      “Eu chorei quando a vi correndo”, diz Ut, que cobria a guerra pela Associated Press. “Se eu não a ajudasse e alguma coisa acontecesse que a levasse a morte, acho que eu me mataria depois”, comenta o fotógrafo, que nunca mais deixou de falar com Phuc. Ele a deixou em um pequeno hospital e fez os médicos garantirem que tomariam conta da garota.

      A foto foi publicada e, alguns dias depois, outro jornalista, Christopher Wain, um correspondente britânico que tinha dado água de seu cantil a Phuc, descobriu que ela tinha sobrevivido. A garota tinha sido transferida para uma unidade americana em Barsky, única instalação em Saigon equipada para lidar com ferimentos graves.

      “Eu não tinha ideia do que tinha acontecido comigo”, diz Phuc. “Acordei no hospital com muita dor e com enfermeiras ao meu redor. Acordei com um medo terrível”.

      “Toda manhã, às 8 horas, as enfermeiras me colocavam em uma banheira com água quente para cortar toda a minha pele morta. Eu só chorava e quando eu não aguentava mais, desmaiava”, relembra ela que hoje vive com o filho e o marido, Bui HuyToan, no Canadá.

      Depois de vários enxertos de pele e cirurgias, Phuc foi finalmente autorizada a deixar o hospital, 13 meses após o bombardeio. Ela tinha visto a foto de Ut, que até então tinha ganhado o Prêmio Pulitzer, mas ainda não sabia do alcance e poder da imagem.(...)

                                                                   (Folha de S. Paulo, 1/6/2012)

Considerando o texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) O verbo Era, no primeiro parágrafo, deveria estar no plural Eram para concordar com o numeral 8.

( ) As aspas foram usadas no segundo parágrafo para indicar a fala da menina Phuc.

( ) No título do texto, a palavra imagem e foto possuem o mesmo sentido.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

  • A

    F – V – F.

  • B

    F – F – V.

  • C

    F – V – V.

  • D

    V – F – V.

  • E

    V – V – F.

126133Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 4|Redação Oficial|médio

Leia o texto abaixo e responda à questão.

28f670d5598d579c6c7ff1f3d00fd14ed6e8f34e77f4ba5b505bd058f5441648-4-0.jpg

A partir do texto acima, assinale a alternativa correta, quanto à função do memorando.

  • A

    Documento que deve ser duplicado e encaminhado às pessoas responsáveis pelos setores com instruções.

  • B

    Documento firmado por servidor em razão do cargo que ocupa, ou função que exerce, declarando um fato existente, que consta em livros, papéis ou documentos em poder da Administração.

  • C

    Documento escrito em que alguém (pessoa ou empresa) declara ter recebido de outrem o que nele estiver especificado.

  • D

    Trata-se de uma comunicação interna que veicula informações entre os setores administrativas de empresas e órgãos públicos.

  • E

    Correspondência externa característica de entidades públicas, que comunicam fatos e decisões de interesse dos servidores.

126134Questão 5|Português|médio

Observe o trecho: “A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.” (Albert Einstein) Nessa frase, a palavra grifada está grafada junto, pois:

  • A

    é uma frase interrogativa.

  • B

    indica quando a imaginação é mais importante que a ciência.

  • C

    indica o modo como a imaginação supera a ciência.

  • D

    pode ser substituído pela locução pronominal “pelo qual”

  • E

    indica a razão de a imaginação ser mais importante que a ciência.

126135Questão 6|Português|médio

Assinale a alternativa na qual o emprego ou não do acento grave indicando crase está correto.

  • A

    O jornalista referia-se a região nordestina.

  • B

    O policial fez ameaças à algumas pessoas da comunidade.

  • C

    Meus amigos pretendem ir a maravilhosa Paris nas férias de julho.

  • D

    Esta rua é paralela à que corta a avenida principal da cidade de Curitiba.

  • E

    Os soldados americanos retornaram a terra em que nasceram assim que foram homenageados pelo Presidente.

126136Questão 7|Português|médio

Analise o seguinte trecho: “Daí a pouco, da bruta escuridão, surgiram dois olhos luminosos, fosforescentes, como dois vagalumes. Um sapo cururu grelou-os e ficou deslumbrado, com os olhos esbugalhados, presos naquela boniteza luminosa.” Marque a alternativa que apresenta a expressão a qual o pronome pessoal oblíquo átono “os” se refere.

  • A

    Bruta escuridão.

  • B

    Dois vagalumes.

  • C

    Boniteza luminosa.

  • D

    Olhos esbugalhados.

  • E

    Dois olhos luminosos.

126137Questão 8|Português|médio

Leia o texto a seguir e responda à questão.

Saúde prevenção feminina

Ricardo Boechat / Ronaldo Herdy

Colunistas da Istoé Independente

Estudo sobre as vendas de anticoncepcionais no Brasil apontou alta de 8,7%, de janeiro a setembro (receita de R$ 1,8 bilhão). São a esses produtos, então, em grande escala, que as mulheres recorrem para fugir de uma gravidez indesejada. O IMS Health, que audita o setor, aponta que, dos medicamentos mais comercializados no País, dois são anticoncepcionais: (Ciclo 21 – 5º e Microvlar – 10º). Apesar disso, a polícia deve continuar a combater sem trégua as clínicas clandestinas de aborto.

Assinale a alternativa correta, quanto a gramática do texto.

  • A

    A expressão “a esses produtos”, em negrito no texto, refere-se a “vendas de anticoncepcionais”, especificamente.

  • B

    O verbo “apontar”, em negrito no texto, concorda com “Brasil”.

  • C

    O verbo “recorrer”, em negrito no texto, exige a preposição “a” que antecede a expressão “a esses produtos”, em negrito no texto.

  • D

    A expressão “apesar disso”, em negrito no texto, poderia ser substituída por “inclusive”, sem prejuízo para o significado.

  • E

    As expressões adverbiais “em grande escala” e “sem trégua”, em negrito no texto, correspondem, respectivamente, a “acirradamente” e a “domesticadamente”.

126138Questão 9|Português|médio

Assinale a alternativa correta, quanto à pontuação.

  • A

    Ao todo, os campi da PUCPR, da Universidade Positivo e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) têm 10.949 alunos que estudam em Curitiba e moram em algum município da região metropolitana, excluindo a capital.

  • B

    Em comunicado, as autoridades explicaram que atenderam, a um pedido feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para acolher a pessoa, cuja identidade não foi revelada.

  • C

    Um dos lugares favoritos dos jovens, e das famílias de trabalhadores de Havana, nos fins de semana é o Malecón, uma esplanada de, aproximadamente, 8 km, ao largo da costa da cidade.

  • D

    Interditado desde dezembro, o Ginásio de Esportes do Tarumã, que fará 50 anos, em janeiro próximo, acumula problemas, enquanto espera uma reforma completa, na infraestrutura, para voltar a funcionar – promessa do poder público.

  • E

    A um mês e meio do fim de 2014, apenas 6 das 362 emendas de bancada para ações exclusivas aprovadas no orçamento, receberam recursos – ainda assim, parcialmente.

126139Questão 10|Português|médio

Leia o texto abaixo, fragmento da norma para utilização de veículos oficiais na UTFPR, e responda à questão.

NORMAS PARA UTILIZAÇÃO

Os veículos oficiais da UTFPR destinam-se ao uso exclusivo de servidores e alunos, para atendimento prioritário das atividades externas, funcionais e protocolares e, no _____ interesse da Instituição;

(...)

Na _____ de executar o serviço por falta de motorista, poderá ser liberado um veículo mediante autorização;

(...)

De posse da Autorização e da CNH, o usuário _____ ao Serviço de Transporte para confirmar a reserva do veículo;

O servidor, _____ habilitado, deverá dirigir conforme sua habilitação, veículos de natureza leve de acordo com as Técnicas de Direção Defensiva, obedecendo às Normas do Código Nacional de Trânsito;

Em viagens com grupos de até cinco passageiros será _____ autorização para duas pessoas conduzirem o veículo, de forma que haja escala para descanso;

(...)

A alternativa que apresenta as formas que preenchem adequada e coerentemente os espaços vazios no texto, sem prejuízo ao significado, é:

  • A

    limitado – exclusividade – irá – devidamente – negada.

  • B

    estrito – impossibilidade – se dirigirá – devidamente – concedida.

  • C

    limitado – eventualidade – irá – precariamente – determinada.

  • D

    estrito – eventualidade – virá – adequadamente – negada.

  • E

    restrito – impossibilidade –dirigir-se-á – precariamente – concedida.

Assistente em Administração - 2015 | Prova