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Assistente em Administração - 2019


Página 1  •  Total 50 questões
122947Questão 1|Português|médio

Sinais da velhice

Quando a moça dá lugar no ônibus

Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.

            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 

        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?

       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 

      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 

A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.

Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.

Considerando a interpretação do texto, assinale a alternativa correta.

  • A

    Durante a vida do narrador, ele nunca sentiu dificuldades em aceitar sua idade, exceto com a chegada dos 60 anos.

  • B

    É possível afirmar que os meninos não costumam ceder o lugar no ônibus para pessoas idosas.

  • C

    As pessoas nos ônibus esperam que os mais jovens não cedam seus lugares no ônibus. Quando isso acontece, surpreende a todos.

  • D

    Para o narrador, aceitar o lugar da menina do ônibus seria assumir a velhice e isso o incomodou a ponto de discutir em voz alta com ela.

  • E

    O narrador se sentou quando outro banco vagou a fim de demonstrar que não cederia à gentileza da menina que ofereceu seu lugar, pois ceder seria uma forma de assumir a velhice, algo que tanto o incomoda.

122948Questão 2|Português|médio

Sinais da velhice

Quando a moça dá lugar no ônibus

Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.

            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 

        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?

       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 

      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 

A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.

Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.

Em relação ao texto, é correto afirmar que

  • A

    os verbos que estão no tempo presente, no último parágrafo, são utilizados para indicar ações e sentimentos que o narrador vive no momento atual.

  • B

    a utilização de períodos mais curtos, como na sequência “Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar.”, serviram para evitar o uso de conectivos de adição, tais como “Além disso” e “Também”, os quais não são comumente utilizados em crônicas.

  • C

    a linguagem não pertence ao padrão culto na maior parte do texto.

  • D

    o eu lírico não considera o ato de ceder o lugar no ônibus algo educado, tanto que isso o aborreceu.

  • E

    trata-se de um texto com sequências argumentativas, a fim de promover uma crítica social sobre a forma de tratamento de idosos.

122949Questão 3|Português|médio

Sinais da velhice

Quando a moça dá lugar no ônibus

Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.

            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 

        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?

       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 

      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 

A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.

Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.

A palavra destacada no trecho “A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho.” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

  • A

    acreditar.

  • B

    sentar.

  • C

    discutir.

  • D

    ceder.

  • E

    entender.

122950Questão 4|Português|médio

Sinais da velhice

Quando a moça dá lugar no ônibus

Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.

            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 

        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?

       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 

      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 

A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.

Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.

Em relação às classes gramaticais e aos processos de formação de palavras, assinale a alternativa correta.

  • A

    Em “Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora.”, o termo em destaque é um advérbio que indica tempo e se forma pela justaposição das palavras “outra” e “hora”.

  • B

    Em “A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada.”, o termo destacado é um adjetivo, que indica o modo como o personagem agiu.

  • C

    Em “Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia.”, o termo destacado funciona como advérbio de modo e se forma pelo processo de sufixação.

  • D

    Em “Alguém se levantou noutro lugar para descer.”, a palavra destacada é um pronome demonstrativo, formado pela aglutinação da preposição “em” e do pronome “outro”.

  • E

    Em “Ceder o lugar para o velhinho”, o elemento em destaque é um substantivo, formado pela derivação parassintética.

122951Questão 5|Português|médio

Sinais da velhice

Quando a moça dá lugar no ônibus

Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.

            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 

        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?

       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 

      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 

A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.

Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/

cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.

Analise sintaticamente os trechos propostos a seguir e assinale a alternativa correta.

  • A

    Em “O meu problema, porém, é o contrário.”, o termo em destaque é um adjunto adnominal já que caracteriza o núcleo do sujeito, “problema”.

  • B

    Em “Eu me recusava a capitular.”, o elemento em destaque é um agente apassivador que complementa o sentido do verbo “recusava”.

  • C

    Em “Era um confronto de gerações.”, o verbo destacado é intransitivo, pois não exige um complemento.

  • D

    Em “Alguém se levantou noutro lugar para descer.”, o termo em destaque funciona como objeto direto do verbo “levantou”.

  • E

    Em “Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”.”, o termo destacado configura um sujeito composto.

122952Questão 6|Raciocínio Lógico|médio

Para celebrar o aumento nas vendas de uma loja atacadista, o gerente decidiu dividir R$ 12.000,00 entre os oito funcionários contratados da loja, todos recebendo a mesma quantia em dinheiro. O dono da loja, ao ficar ciente da decisão do gerente, resolveu acrescentar mais R$ 3.000,00 ao valor inicial e, além dos oito funcionários, incluiu mais quatro funcionários estagiários da loja, sendo que, novamente, essa nova quantia foi dividida igualmente entre o total de funcionários contratados e estagiários. Como a decisão do dono da loja foi executada, se compararmos a quantia em dinheiro que um dos funcionários contratados receberia na partilha do valor inicial com a quantia que esse funcionário recebeu após a nova partilha, com o adicional proposto pelo dono da loja, então esse funcionário recebeu

  • A

    R$ 250,00 a mais do que receberia na divisão inicial.

  • B

    R$ 500,00 a menos do que receberia na divisão inicial.

  • C

    a mesma quantia que receberia na divisão inicial.

  • D

    R$ 250,00 a menos do que receberia na divisão inicial.

  • E

    R$ 500,00 a mais do que receberia na divisão inicial.

122953Questão 7|Matemática e Estatística|médio

Uma determinada máquina industrial despeja, por minuto, 2 litros de uma solução aquosa, em um reservatório com determinada capacidade em 1 hora e 40 minutos. O tempo que essa máquina levaria para despejar 2,5 litros dessa mesma solução aquosa, por minuto, mantida a capacidade do reservatório, é igual a

  • A

    1 hora e 15 minutos.

  • B

    1 hora e 20 minutos.

  • C

    1 hora e 25 minutos.

  • D

    1 hora e 30 minutos.

  • E

    1 hora e 35 minutos.

122954Questão 8|Matemática e Estatística|médio

Ao realizar uma prova de um concurso público, João respondeu a quinze questões diferentes nessa prova. Os critérios de classificação e correção desse concurso são: cada vez que um candidato responde corretamente a questão, ele recebe 10 pontos; cada vez que um candidato erra a questão ou a deixa sem resposta, ele perde 6 pontos. Para ser aprovado e realizar a segunda etapa do concurso, cada candidato deve pontuar, no mínimo, 70 pontos nessa prova. No dia do resultado de sua nota, João verificou que acertou 60% do total de questões da prova. Dessa forma, é correto afirmar que

  • A

    ele foi aprovado para a segunda etapa do concurso, com nota igual a 80.

  • B

    ele errou ou deixou de responder a nove questões dessa prova.

  • C

    ele foi reprovado nessa prova, acertando exatamente sete questões.

  • D

    caso ele tivesse acertado mais uma questão da prova, então teria sido aprovado para participar da segunda etapa da prova.

  • E

    ele acertou 6 questões dessa prova.

122955Questão 9|Matemática e Estatística|médio

Seja k um número real, onde k > 0, tal que esse número k seja a raiz positiva da equação do segundo grau x2 – 2x – 4 = 0, é correto afirmar que

  • A

    k é um número inteiro e par.

  • B

    k é um número natural divisor de 50.

  • C

    k é um número irracional menor que 4.

  • D

    k é um número natural e ímpar.

  • E

    k é um número racional e múltiplo de 5.

122956Questão 10|Raciocínio Lógico|médio

Considere cada uma das afirmações a seguir:

• se eu não for almoçar, então termino meu relatório; • se eu for almoçar, então não pago minha conta no banco.

Sabendo que a conta foi paga, é correto afirmar que

  • A

    eu fui almoçar e terminei meu relatório.

  • B

    eu fui almoçar e não terminei meu relatório.

  • C

    eu não fui almoçar e terminei meu relatório.

  • D

    eu não fui almoçar e não terminei o meu relatório.

  • E

    se não pago minha conta no banco, então terminei meu relatório.