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Oficial Bombeiro Militar - 2023


Página 8  •  Total 90 questões
153455Questão 71|Português|médio

A respeito de O livro das semelhanças , de Ana Martins Marques, considere as seguintes afirmativas: 1. A obra possui caráter explicitamente confessional, o que se materializa na forma dos poemas, que simulam registros de um diário pessoal. 2. O livro está dividido em quatro partes, “Livro”, “Cartografias”, “Visitas ao lugar-comum” e “O livro das semelhanças”, sendo a última a mais longa delas. 3. A seção intitulada “Livro” possui um aspecto metaliterário, organizando-se conforme a estrutura de um livro de poemas. 4. Os poemas desta obra se caracterizam pelo emprego de métrica e de esquemas de rimas regulares. Assinale a alternativa correta.

  • A

    Somente a afirmativa 1 é verdadeira.

  • B

    Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.

  • C

    Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.

  • D

    Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.

  • E

    As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.

153456Questão 72|Atualidades|médio

Leia o seguinte trecho, do romance de Bernardo Carvalho: Leusipo perguntou o que eu tinha ido fazer na aldeia. Preferi achar que o tom era amistoso e, no meu paternalismo ingênuo, comecei a lhe explicar o que era um romance. Ele não estava interessado. Queria saber o que eu tinha ido fazer na aldeia. Os velhos estavam preocupados, queriam saber por que eu vinha remexer no passado, e ele não gostava quando os velhos ficavam preocupados. Eu tentava convencê-lo de que não havia motivo para preocupação. Tudo o que eu queria saber já era conhecido. E ele me perguntava: “Então, por que você quer saber, se já sabe?”. Tentei lhe explicar que pretendia escrever um livro e mais uma vez o que era um romance, o que era um livro de ficção (e mostrava o que tinha nas mãos), que seria tudo historinha, sem nenhuma consequência na realidade. Ele seguia incrédulo. Fazia-se desentendido, mas na verdade só queria me intimidar. Eu estava entre irritado e amedrontado. Tinha vontade de mandar o índio à puta que o pariu, mas não podia me indispor com a aldeia. Se é que havia alguma coisa a descobrir (e Leusipo a me intimidar punha ainda mais lenha nessa minha fantasia), era preciso ser diplomático. CARVALHO, Bernardo. Nove noites. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 85. Com base no fragmento acima transcrito e na leitura integral de Nove noites, assinale a alternativa correta.

  • A

    O fragmento é parte da narração do jornalista que, obcecado em buscar a verdade sobre a morte de Buell Quain, acaba incursionando sobre o próprio passado, defrontando-se com sua relação com o próprio pai.

  • B

    O fragmento é parte da narração do antropólogo Buell Quain, personagem real que, em 1939, foi assassinado em condições misteriosas, quando fazia pesquisa de campo junto aos índios krahô, no Tocantins.

  • C

    O romance se constrói em torno da investigação, conduzida pela antropóloga Ruth Benedict, acerca da morte do norte-americano Buell Quain, revelando fatos e informações até então desconhecidos e desvendando enfim as causas do seu falecimento.

  • D

    O fragmento é parte de uma das cartas do engenheiro Manoel Perna, que participa ativamente na investigação acerca dos últimos momentos que antecederam a morte do seu amigo Buell Quain.

  • E

    Apesar do conflito narrado no fragmento, a convivência entre índios e brancos é apresentada no romance de modo predominantemente positivo, enfatizando a riqueza das trocas entre diferentes culturas.

153457Questão 73|Sociologia Jurídica|médio

“Max Weber (1864-1920) endossa o ponto de vista segundo o qual as ciências sociais visam a compreensão de eventos culturais enquanto singularidades. O alvo é, portanto, captar a especificidade dos fenômenos estudados e seus significados. Mas sendo a realidade cultural infinita, uma investigação exaustiva, que considerasse todas as circunstâncias ou variáveis envolvidas num determinado acontecimento, torna-se uma pretensão inatingível. Por isso, o cientista social precisa isolar, da ‘imensidade absoluta, um fragmento ínfimo’ que considera relevante. [...] Pode-se dizer, então, que o particular ou o específico não é aquilo que vem dado pela experiência, nem muito menos o ponto de partida do conhecimento, mas o resultado de um esforço cognitivo que discrimina, organiza e, enfim, abstrai certos aspectos da realidade na tentativa de explicar as causas associadas à produção de determinados fenômenos”. QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Marcia Gardênia Monteiro de. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. p. 100. Considerando o trecho acima, assinale a alternativa que apresenta corretamente a definição de objetividade da pesquisa científica, segundo Weber.

  • A

    Todo contexto histórico implica a existência de certas visões de mundo que, por sua vez, correspondem à adoção de categorias próprias de uma dada sociedade que, ao produzir conhecimento, assume para si a ideia de neutralidade axiológica e constitui a objetividade sem a necessidade de qualquer recorte particular da realidade.

  • B

    A compreensão dos fenômenos sociais implica a construção de uma ciência que seja absolutamente neutra, pois somente nessas condições é que se pode anular os interesses subjetivos do pesquisador e alcançar a objetividade científica absoluta nas ciências sociais.

  • C

    Os aspectos particulares e específicos de uma dada ciência, por si só, já exprimem a objetividade científica, pois são resultado da criação de categorias teóricas formuladas a partir de metodologia verificada e chancelada pela comunidade científica na área das ciências sociais.

  • D

    O critério de seleção operante nesse processo é dado pelo significado que certos fenômenos possuem, tanto para o pesquisador como para a cultura e a época em que estão inseridos, pois é na consideração de ambos os registros que será possível o ideal de objetividade e inteligibilidade nas ciências sociais.

  • E

    O princípio da objetividade é algo impraticável nas ciências sociais, pois ao considerarem as ações e relações sociais entre indivíduos ou mesmo grupos de indivíduos, os cientistas sociais apenas operam com as subjetividades das sociedades, sem que haja uma compreensão satisfatória dos fenômenos sociais.

153458Questão 74|Sociologia Jurídica|médio

“Desenvolver uma reflexão sociológica sobre a participação de mulheres no desenvolvimento da Sociologia implica incluir, tanto as ideias daquelas que produziram em ambientes legitimados, quanto daquelas que atuaram nas margens e que, por circunstância de classe, raça ou nacionalidade foram relegadas ao esquecimento [...]. Ao frisarmos a importância de lermos e estudarmos suas obras, não o fazemos simplesmente com base no argumento de que é preciso incluir mulheres no cânone, mas pela constatação que por meio de suas obras podemos trazer para a órbita da Sociologia clássica uma série de temas e perspectivas que não estão contempladas atualmente: vida privada, cotidiano, intimidade, família, casamento, sexualidade e divisão sexual do trabalho são alguns dos temas mais evidentes nas suas obras”. DAFLON, Veronica Toste; CAMPOS, Luna Ribeiro [org.]. Pioneiras da sociologia: mulheres intelectuais nos séculos XVIII e XIX. Niterói: EdUFF, 2022. p. 18-19. Considerando a reflexão apresentada pelas autoras sobre mulheres sociólogas, é correto afirmar que:

  • A

    o trabalho de teorização de mulheres na sociologia contribui para pensar a relação entre gênero e as diversas instituições, mas também possibilita colocar novos desafios a análises hegemônicas sobre o poder, a solidariedade, desigualdades e outros processos sociais que marcaram o mundo moderno e contemporâneo.

  • B

    a reflexão sociológica desenvolvida por mulheres favorece a construção de um questionamento crítico do conhecimento criando condições epistemológicas para o banimento da chamada sociologia clássica dos currículos escolares e das pesquisas em ciências sociais.

  • C

    as chamadas “pioneiras da sociologia”, ao incorporarem o tema de gênero no campo das ciências sociais, denotam o esforço de recompor as tradições sociológicas do século XIX e elaborar uma crítica contundente sobre os movimentos feministas dos séculos XX e XXI.

  • D

    a sociologia sempre teve participação das mulheres no processo de elaboração das teorias sociais sobre a vida moderna e contemporânea, mas que não foram suficientemente eficazes porque a questão do gênero ocupou centralidade analítica em seus sistemas teóricos.

  • E

    a construção do cânone sociológico, via de regra, sempre considerou a participação de mulheres na formulação dos sistemas e das teorias sociais, visto que a discussão de classe, raça ou nacionalidade prescinde da questão de gênero, pois diz respeito a qualquer cidadão do mundo moderno e contemporâneo.

153459Questão 75|Direitos Humanos|médio

“O racismo avoluma e desfigura o rosto da cultura que o pratica. A literatura, as artes plásticas, as canções para costureirinhas, os provérbios, os hábitos, os patterns , quer se proponham a fazer-lhe o processo ou banalizá-lo, restituem o racismo. O mesmo é dizer que um grupo social, um país, uma civilização, não podem ser racistas inconscientemente. [...] O racismo não é uma descoberta acidental. Não é um elemento oculto. Não se exigem esforços sobre-humanos para o pôr em evidência. O racismo entra pelos olhos adentro precisamente porque se insere num conjunto caracterizado: o da exploração desavergonhada de um grupo de homens sobre outro que chegou a um estágio de desenvolvimento técnico superior. É por isso que, na maioria das vezes, a opressão militar e econômica precede, possibilita e legitima o racismo”. FANON, Frantz. Racismo e cultura. Brasil: Terra sem Amos, 2022. p. 18-19. Considerando a descrição apresentada pelo autor sobre a relação entre cultura e racismo, é correto afirmar:

  • A

    As sociedades contemporâneas não devem se preocupar em combater o racismo, pois já se produz literatura, artes plásticas, canções e demais manifestações culturais que deslegitimam qualquer forma discriminatória que tenha por base as noções de raça.

  • B

    Embora o racismo possua componentes culturais que estão dispostos em diferentes práticas sociais e na circulação de ideias, ele não pode ser considerado um racismo estrutural, pois manifestações literárias, musicais e artísticas não dizem respeito à estrutura social, mas à cultura de uma dada sociedade.

  • C

    O racismo não deve ser compreendido como um fenômeno social isolado que resulta unicamente da relação discriminatória entre diferentes etnias, mas como um componente estrutural que reforça a distinção entre diferentes grupos étnicos que se reproduz cultural e ideologicamente.

  • D

    O racismo flagrante nas sociedades contemporâneas independe de formas de dominação estrutural ou distinção social, mas se apresenta como resultado da opressão militar e econômica de uma sociedade organizada a partir das noções de embranquecimento.

  • E

    O ocultamento do racismo é presente nas sociedades com grande desigualdade social, sobretudo em virtude da cultura que encobre as relações de dominação e impede que se combata as relações estruturais de discriminação e opressão social.

153460Questão 76|Sociologia Jurídica|médio

“Nós surgimos, efetivamente, do cruzamento de uns poucos brancos com multidões de mulheres índias e negras. Essa situação não chega a configurar uma democracia racial, como quis Gilberto Freyre e muita gente mais, tamanha é a carga de opressão, preconceito e discriminação antinegro que ela encerra. Não o é também, obviamente, porque a própria expectativa de que o negro desapareça pela mestiçagem é um racismo. [...] O aspecto mais perverso do racismo assimilacionista é que ele dá de si uma imagem de maior sociabilidade, quando de fato, desarma o negro para lutar contra a pobreza que lhe é imposta, e dissimula as condições de terrível violência a que é submetido. [...] Tudo isso demonstra, claramente, que a democracia racial é possível, mas só é praticável conjuntamente com a democracia social. Ou bem há democracia para todos, ou não há democracia para ninguém”. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995. p. 225-227. No que concerne ao tema da democracia racial expressa no fragmento acima, é correto afirmar:

  • A

    A democracia social possui maior viabilidade que a democracia racial, pois esta última apenas acentua os traços conflitivos entre diferentes classes sociais que compõem a sociedade brasileira, enquanto a democracia social daria condições efetivas de construção de uma sociedade sem classes.

  • B

    A mestiçagem é uma forma de racismo dissimulado, que impede a construção de uma sociedade fundada na ideia de democracia racial e, portanto, oblitera a realização de uma democracia social, livre de qualquer luta de classe entre brancos e negros.

  • C

    A assimilação da população negra pela sociedade branca é um fator importante na construção de uma resistência antirracista, sobretudo porque se soma aos elementos da cultura indígena presente na sociedade brasileira e firma um pacto social pela diversidade étnica.

  • D

    A democracia racial é uma tese sociológica problemática na medida em que ela está relacionada aos princípios da luta de classes e não promove a integração racial mas, ao contrário, a disputa étnica entre diferentes grupos que buscam o domínio político na democracia social.

  • E

    A tese da democracia racial, empregada para ensejar a integração entre diferentes etnias que formaram a sociedade brasileira, deixa de ser realmente democrática quando empregada para justificar o apagamento das culturas africanas, o qual anula seu caráter de resistência quando da incorporação da população negra à sociedade branca.

153461Questão 77|Sociologia Jurídica|médio

“Na passagem do idealismo para o materialismo dialético, Ludwig Feuerbach (1804-1872), hegeliano de esquerda, foi uma figura-chave. Feuerbach sustentava que a alienação fundamental tem suas raízes no fenômeno religioso, que cinde a natureza humana, fazendo com que os homens se submetam a forças divinas, as quais, embora criadas por eles próprios, são percebidas como autônomas e superiores. O mundo religioso é concebido por Feuerbach como uma projeção fantástica da mente humana, por isso mesmo alienada. A supressão desse mundo, por meio da crítica religiosa, faria desaparecer a própria alienação, promovendo a liberdade de consciência. Embora inicialmente seduzidos pelas teses de Feuerbach, logo Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) rebateram-nas vigorosamente por considerarem tal crítica religiosa uma simples ‘luta contra frases’. É nesse ponto que a teoria marxista articula a dialética e o materialismo sob uma perspectiva histórica, negando, assim, tanto o idealismo hegeliano quanto o materialismo dos neo-hegelianos”. QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Marcia Gardênia Monteiro de. Um toque de clássicos : Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. p. 27-28. Considerando o trecho acima sobre a relação de Karl Marx e Friedrich Engels com a obra de Ludwig Feuerbach, é correto afirmar:

  • A

    A teoria social marxista diferia da análise realizada por Feuerbach porque, segundo Marx e Engels, seria possível considerar a religião como um conjunto de crenças passível de coexistência com o materialismo histórico, desde que os fundamentos da economia política não interferissem nas liturgias do catolicismo e do protestantismo.

  • B

    Marx e Engels questionavam o materialismo feuerbachiano, que se limitava a captar o mundo como objeto de contemplação da consciência religiosa, porque para ambos a alienação estava associada às condições materiais de vida e somente a transformação do processo da vida real poderia eliminá-la.

  • C

    A crítica de Marx e Engels à teologia de Feuerbach deu-se, sobretudo, pelo fato de que este último pretendia fazer do cristianismo uma nova filosofia que se opunha aos princípios comunistas, logo, poderia servir aos propósitos de uma existência alienada e fundamentalista.

  • D

    Embora a crítica de Marx e Engels a Feuerbach tenha sido bastante severa, não houve modificações significativas na teoria social marxista, que continuou a figurar apenas como uma crítica à religião e uma subsunção ao comunismo como corrente política contrária à luta de classes.

  • E

    A articulação entre dialética e materialismo histórico deu à teoria feuerbachiana um componente revolucionário que Marx e Engels foram incapazes de formular, seja porque ambos desconsideravam o papel da religião nas sociedades modernas, seja porque eles nunca deixaram de ser neo-hegelianos.

153462Questão 78|Filosofia do Direito|médio

“O bom senso é a coisa do mundo melhor partilhada [...]. [...] Não é suficiente ter o espírito bom, o principal é aplicá-lo bem”. DESCARTES, René. Discurso do método . Tradução: Bento Prado Jr. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983. p. 37. Considerando a importância do método para a filosofia de Descartes, assinale a alternativa que contém um dos preceitos para bem direcionar-se o espírito e, assim, adquirir-se conhecimentos.

  • A

    Seguir a sabedoria dos antigos.

  • B

    Praticar a dialética.

  • C

    Educar-se por meio de viagens e de observações de diferentes costumes e opiniões.

  • D

    Seguir a ordem progressiva dos pensamentos, dos mais simples aos mais complexos.

  • E

    Aceitar a impossibilidade de fundar um conhecimento certo e indubitável em um mundo tão diverso e variado.

153463Questão 79|Filosofia do Direito|médio

No artigo Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era pós-socialista , Nancy Fraser trata do dilema entre duas demandas de justiça, típicas de nossa era: demandas por redistribuição e demandas por reconhecimento. De acordo com a autora, esse dilema reside no fato de que:

  • A

    demandas por redistribuição requerem a transformação da sociedade, ao passo que demandas por reconhecimento, não.

  • B

    a correção de injustiças distributivas produz injustiças de reconhecimento e vice-versa.

  • C

    lutas por reconhecimento são prioritárias, pois diferenças culturais determinam as econômicas.

  • D

    lutas por reconhecimento desmobilizam as lutas por distribuição.

  • E

    a lógica da redistribuição é a de acabar com a diferença entre os grupos, enquanto a lógica do reconhecimento é a de valorizar diferenças.

153464Questão 80|Filosofia do Direito|médio

No Tratado da Tolerância , Voltaire argumenta que a condenação de Jean Calas à morte, em 9 de março de 1762, foi um erro judiciário fomentado pela intolerância. Levando em consideração essa obra, assinale a alternativa que corresponde à posição de Voltaire diante desse acontecimento.

  • A

    Os algozes de Jean Calas devem ser tolerados, pois a tolerância é a melhor forma de combater a intolerância.

  • B

    A pena de morte deve ser abolida, uma vez que o sistema judiciário está sujeito a erros.

  • C

    A intolerância é um crime passível de punição, pois coloca em risco a sociedade.

  • D

    O Estado deve evitar a multiplicação de seitas religiosas, a fim de combater a intolerância.

  • E

    A intolerância é um mal inerente à natureza humana, estando presente em todas as épocas e lugares.

Oficial Bombeiro Militar - 2023 | Prova