Non omne quod licet honestum est
(Literalmente: Nem tudo que é lícito é honesto/honroso - Corrigido de 'No omne...') Aforismo latino que distingue a esfera da legalidade da esfera da moralidade ou da ética. Um ato pode ser permitido pela lei mas ainda assim ser considerado imoral desonesto ou antiético.
Aplicações práticas
Direito Penal
O princípio do non omne quod licet honestum est é frequentemente aplicado no Direito Penal para ilustrar que um ato considerado lícito, como a apropriação indébita, pode não ser moralmente aceitável.
Direito Civil
No âmbito do Direito Civil, a expressão é relevante na análise de contratos, onde um acordo pode ser legalmente válido, mas desonesto ou contrário à boa-fé objetiva.