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Agente de Polícia - 2017


Página 1  •  Total 50 questões
159979Questão 1|Português|superior

Ações e limites

Quem nunca ouviu a frase “Conte até dez antes de agir”? Não é comum que se respeite esse conselho, somos tentados a dar livre vasão aos nossos impulsos, mas a recomendação tem sua utilidade: dez segundos são um tempo precioso, podem ser a diferença entre o ato irracional e a prudência, entre o abismo e a ponte para um outro lado. Entre as pessoas, como entre os grupos ou grandes comunidades, pode ser necessário abrir esse momento de reflexão e diplomacia, que antecede e costuma evitar os desastres irreparáveis.

Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios. Desse reconhecimento difícil depende nossa humanidade. Dar a si mesmo e ao outro um tempo mínimo de consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta, é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie. A racionalidade aceita e convocada para moderar o tumulto passional dificilmente traz algum arrependimento. Cansamo-nos de ouvir: “Eu não sabia o que estava fazendo naquela hora”. Pois os dez segundos existem exatamente para nos dar a oportunidade de saber.

O Direito distingue, é verdade, o crime praticado sob “violenta emoção” daquele “friamente premeditado”. Há, sim, atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio. Mas melhor seria se não houvesse crime algum, porque alguém se convenceu da importância de contar até dez.

(Décio de Arruda Tolentino, inédito )

A recomendação de se distinguir entre o ato irracional e a prudência , no primeiro parágrafo, é retomada nesta outra formulação do texto:

  • A

    Não é comum que se respeite esse conselho (1° parágrafo).

  • B

    Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios (2° parágrafo).

  • C

    é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie (2° parágrafo).

  • D

    consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta (2° parágrafo).

  • E

    atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio (3°parágrafo).

159980Questão 2|Português|superior

Ações e limites

Quem nunca ouviu a frase “Conte até dez antes de agir”? Não é comum que se respeite esse conselho, somos tentados a dar livre vasão aos nossos impulsos, mas a recomendação tem sua utilidade: dez segundos são um tempo precioso, podem ser a diferença entre o ato irracional e a prudência, entre o abismo e a ponte para um outro lado. Entre as pessoas, como entre os grupos ou grandes comunidades, pode ser necessário abrir esse momento de reflexão e diplomacia, que antecede e costuma evitar os desastres irreparáveis.

Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios. Desse reconhecimento difícil depende nossa humanidade. Dar a si mesmo e ao outro um tempo mínimo de consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta, é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie. A racionalidade aceita e convocada para moderar o tumulto passional dificilmente traz algum arrependimento. Cansamo-nos de ouvir: “Eu não sabia o que estava fazendo naquela hora”. Pois os dez segundos existem exatamente para nos dar a oportunidade de saber.

O Direito distingue, é verdade, o crime praticado sob “violenta emoção” daquele “friamente premeditado”. Há, sim, atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio. Mas melhor seria se não houvesse crime algum, porque alguém se convenceu da importância de contar até dez.

(Décio de Arruda Tolentino, inédito )

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

  • A

    nos dar a oportunidade de saber (2° parágrafo) // ensejar-nos a ocasião de ter ciência

  • B

    antecede [...] os desastres irreparáveis (1° parágrafo) // precede os sobressaltos desconcertados

  • C

    é parte do esforço civilizatório (2° parágrafo) // participa do arremedo cultural

  • D

    convocada para moderar (2° parágrafo) // instaurada para mediar

  • E

    dar livre vasão aos nossos impulsos (1° parágrafo) // impulsionar nossos desejos

159981Questão 3|Português|superior

Ações e limites

Quem nunca ouviu a frase “Conte até dez antes de agir”? Não é comum que se respeite esse conselho, somos tentados a dar livre vasão aos nossos impulsos, mas a recomendação tem sua utilidade: dez segundos são um tempo precioso, podem ser a diferença entre o ato irracional e a prudência, entre o abismo e a ponte para um outro lado. Entre as pessoas, como entre os grupos ou grandes comunidades, pode ser necessário abrir esse momento de reflexão e diplomacia, que antecede e costuma evitar os desastres irreparáveis.

Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios. Desse reconhecimento difícil depende nossa humanidade. Dar a si mesmo e ao outro um tempo mínimo de consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta, é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie. A racionalidade aceita e convocada para moderar o tumulto passional dificilmente traz algum arrependimento. Cansamo-nos de ouvir: “Eu não sabia o que estava fazendo naquela hora”. Pois os dez segundos existem exatamente para nos dar a oportunidade de saber.

O Direito distingue, é verdade, o crime praticado sob “violenta emoção” daquele “friamente premeditado”. Há, sim, atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio. Mas melhor seria se não houvesse crime algum, porque alguém se convenceu da importância de contar até dez.

(Décio de Arruda Tolentino, inédito )

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

  • A

    Não ocorrendo algum espaço de tempo entre o nosso impulso instintivo e alguma reflexão, incorreremos na violência da absoluta irracionalidade.

  • B

    A menos que se deixe haver um momento de reflexão, é forte nosso risco de se arrepender por conta da natureza dos nossos instintos.

  • C

    Os que se deixam levar pelas emoções, via de regra irão se arrepender por conta do gesto irrefletido de cujos efeitos serão abalados.

  • D

    Não fossem aqueles segundos necessários à uma boa avaliação, muitos se arrependeriam por se haver deixados dominar pelos impulsos de fúria.

  • E

    Seremos mártires de nossos próprios impulsos, no caso de nos pormos à prova de barbárie, quando respondemos de forma instintiva a uma provocação.

159982Questão 4|Português|superior

Ações e limites

Quem nunca ouviu a frase “Conte até dez antes de agir”? Não é comum que se respeite esse conselho, somos tentados a dar livre vasão aos nossos impulsos, mas a recomendação tem sua utilidade: dez segundos são um tempo precioso, podem ser a diferença entre o ato irracional e a prudência, entre o abismo e a ponte para um outro lado. Entre as pessoas, como entre os grupos ou grandes comunidades, pode ser necessário abrir esse momento de reflexão e diplomacia, que antecede e costuma evitar os desastres irreparáveis.

Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios. Desse reconhecimento difícil depende nossa humanidade. Dar a si mesmo e ao outro um tempo mínimo de consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta, é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie. A racionalidade aceita e convocada para moderar o tumulto passional dificilmente traz algum arrependimento. Cansamo-nos de ouvir: “Eu não sabia o que estava fazendo naquela hora”. Pois os dez segundos existem exatamente para nos dar a oportunidade de saber.

O Direito distingue, é verdade, o crime praticado sob “violenta emoção” daquele “friamente premeditado”. Há, sim, atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio. Mas melhor seria se não houvesse crime algum, porque alguém se convenceu da importância de contar até dez.

(Décio de Arruda Tolentino, inédito )

Considere estas orações: Os impulsos instintivos são brutais. A irracionalidade marca os impulsos instintivos. Precisamos dominar nossos impulsos instintivos. As orações acima estão articuladas, de modo claro, coerente e correto, no seguinte período:

  • A

    Dado que os instintos sejam brutais, em razão de sua irracionalidade, sendo necessário que nos urge dominá-los.

  • B

    Os brutais impulsos instintivos caracterizam-se pela irracionalidade, motivo pelo qual se impõe que os dominemos.

  • C

    Urge que venhamos a dominar aos nossos impulsos instintivos, conquanto marcam nossa brutalidade.

  • D

    O domínio dos impulsos instintivos mais brutais precisam de se impor diante de sua irracionalidade.

  • E

    Sendo brutais, os impulsos instintivos cuja a marca é a irracionalidade, impõe-se que sejam dominados.

159983Questão 5|Português|superior

Ações e limites

Quem nunca ouviu a frase “Conte até dez antes de agir”? Não é comum que se respeite esse conselho, somos tentados a dar livre vasão aos nossos impulsos, mas a recomendação tem sua utilidade: dez segundos são um tempo precioso, podem ser a diferença entre o ato irracional e a prudência, entre o abismo e a ponte para um outro lado. Entre as pessoas, como entre os grupos ou grandes comunidades, pode ser necessário abrir esse momento de reflexão e diplomacia, que antecede e costuma evitar os desastres irreparáveis.

Tudo está em reconhecer os limites, os nossos e os alheios. Desse reconhecimento difícil depende nossa humanidade. Dar a si mesmo e ao outro um tempo mínimo de consideração e análise, antes de irromper em fúria sem volta, é parte do esforço civilizatório que combate a barbárie. A racionalidade aceita e convocada para moderar o tumulto passional dificilmente traz algum arrependimento. Cansamo-nos de ouvir: “Eu não sabia o que estava fazendo naquela hora”. Pois os dez segundos existem exatamente para nos dar a oportunidade de saber.

O Direito distingue, é verdade, o crime praticado sob “violenta emoção” daquele “friamente premeditado”. Há, sim, atenuantes para quem age criminosamente sob o impulso do ódio. Mas melhor seria se não houvesse crime algum, porque alguém se convenceu da importância de contar até dez.

(Décio de Arruda Tolentino, inédito )

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

  • A

    Dez segundos entre a reação e a decisão ( poder ) representar a diferença entre a civilização e a barbárie.

  • B

    As palavras abismo e ponte , empregadas de modo expressivo, ( constituir ) uma relação de antítese ou oposição.

  • C

    A distinção entre violenta emoção e premeditada violência ( implicar ) consideráveis abrandamentos na penalidade.

  • D

    Não ( caber ), aos violentos reincidentes, invocar razões de súbita emoção a cada crime que cometam.

  • E

    Depois que se ( deixar ) dominar pelos selvagens instintos , não há como o homem violento reparar sua brutalidade.

159984Questão 6|Português|superior

O lugar-comum

O lugar-comum, ou chavão, nos faculta falar e pensar sem esforço. Ninguém é levado a sério com ideias originais, que desafiam nossa preguiça. Ouvem-se aqui e ali frases como esta, dita ainda ontem por um político:

− Este país não fugirá de seu destino histórico!

O sucesso de tais tiradas é sempre infalível, embora os mais espertos possam desconfiar que elas não querem dizer coisa alguma. Pois nada foge mesmo ao seu destino histórico, seja um império que desaba ou uma barata esmagada.

(Adaptado de: QUINTANA, Mário. Caderno H . Porto Alegre: Globo, 1973, p. 52)

Segundo o escritor Mário Quintana, é próprio do lugar-comum

  • A

    acionar os mais espertos para que estes venham a descobrir o significado que o chavão costuma encerrar.

  • B

    deixar-se impregnar de um tipo de originalidade que acaba enfadando as pessoas mais acomodadas.

  • C

    dever o sucesso de sua propagação ao fato de parecer dizer muito quando na realidade nada significa.

  • D

    provocar em quem o ouça uma reação positiva, marcada pela surpresa do ineditismo de sua formulação.

  • E

    atuar sobre nós como uma forma concentrada de sabedoria, que a poucos se dá a compreender.

159985Questão 7|Português|superior

O lugar-comum

O lugar-comum, ou chavão, nos faculta falar e pensar sem esforço. Ninguém é levado a sério com ideias originais, que desafiam nossa preguiça. Ouvem-se aqui e ali frases como esta, dita ainda ontem por um político:

− Este país não fugirá de seu destino histórico!

O sucesso de tais tiradas é sempre infalível, embora os mais espertos possam desconfiar que elas não querem dizer coisa alguma. Pois nada foge mesmo ao seu destino histórico, seja um império que desaba ou uma barata esmagada.

(Adaptado de: QUINTANA, Mário. Caderno H . Porto Alegre: Globo, 1973, p. 52)

Há construção verbal na voz passiva e adequada articulação entre tempos e modos verbais na frase:

  • A

    Se queremos falar e pensar sem muito esforço, deveríamos ter-nos esforçado para cultivar os lugares-comuns.

  • B

    Frases como a indicada no texto são capazes de nos convencer de sua sabedoria, ainda quando nada tivessem a dizer.

  • C

    Ao localizar a força de um lugar-comum na fala de um político, o autor do texto mostraria certa aversão a determinados discursos.

  • D

    Ainda que não tivessem qualquer profundidade, os chavões que ele diz acabariam por encantar seus ingênuos ouvintes.

  • E

    Se quisermos que a nossa preguiça não venha a ser desafiada por alguma expressão original, recorramos à mesmice dos chavões.

159986Questão 8|Português|superior

O lugar-comum

O lugar-comum, ou chavão, nos faculta falar e pensar sem esforço. Ninguém é levado a sério com ideias originais, que desafiam nossa preguiça. Ouvem-se aqui e ali frases como esta, dita ainda ontem por um político:

− Este país não fugirá de seu destino histórico!

O sucesso de tais tiradas é sempre infalível, embora os mais espertos possam desconfiar que elas não querem dizer coisa alguma. Pois nada foge mesmo ao seu destino histórico, seja um império que desaba ou uma barata esmagada.

(Adaptado de: QUINTANA, Mário. Caderno H . Porto Alegre: Globo, 1973, p. 52)

No segmento

  • A

    Ninguém é levado a sério com ideias originais, que desafiam nossa preguiça , a exclusão da vírgula altera o sentido da frase.

  • B

    O lugar-comum, ou chavão, nos faculta falar e pensarsem esforço , o elemento sublinhado tem o mesmo sentido de involuntariamente .

  • C

    Ouvem-se aqui e ali frases como esta , a forma verbal é exemplo de voz ativa .

  • D

    embora os mais espertos possam desconfiar , o elemento sublinhado tem o mesmo valor semântico de uma vez que .

  • E

    nada foge mesmo ao seu destino histórico , a substituição de foge por se exclui permite manter o restante da frase tal e qual se apresenta.

159987Questão 9|Direito Ambiental|superior

Dentre as iniciativas de desenvolvimento econômico do Amapá com preocupação de preservação ambiental, no século XX, podemos citar

  • A

    a regulamentação da Zona Franca Verde, que favoreceu a exportação para a indústria de cosméticos e de fitoterápicos.

  • B

    a inauguração da Rodovia Perimetral Norte, que interligou Amazonas, Pará, Amapá e Roraima, sem prejudicar as reservas indígenas.

  • C

    o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, que estimulou a exportação de produtos derivados da castanha.

  • D

    a criação do Parque Amazônico do Amapá, que ocupa mais da metade do Estado e abriga a agricultura familiar.

  • E

    o reconhecimento internacional conferido ao Complexo Minerador do Amapá, que recuperou todas as áreas prejudicadas pela extração de minérios.

159988Questão 10|História|superior

Durante o movimento social conhecido como Cabanagem, houve a

  • A

    tomada, por parte dos rebeldes, da cidade de Belém, onde foi constituído um governo republicano, que proclamou a independência do Grão Pará com apoio de Portugal e Inglaterra.

  • B

    morte de milhares de pessoas, a maioria delas provenientes das classes mais desfavorecidas, ao longo de cinco anos de violentos conflitos que se espalharam pelas principais cidades da região norte.

  • C

    pronta adesão das autoridades locais amapaenses às propostas dos cabanos, o que obrigou o governo federal a combater com prioridade o núcleo dirigente do movimento, estabelecido em Macapá.

  • D

    condução das massas revoltosas por padres católicos e líderes messiânicos, que defendiam a instituição de uma nova monarquia sem relações com o Vaticano, que garantisse melhores condições de vida para os pobres.

  • E

    defesa dos princípios da Revolução Francesa − liberdade, igualdade e fraternidade − junto com o consenso de que se deveria formar um governo exclusivamente popular, sem a participação das elites.