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Auditor de Controle Externo - Auditoria Governamental - 2023


Página 2  •  Total 80 questões
52982Questão 11|Matemática e Estatística|superior

Certo produto é vendido por um valor x, em reais, sem desconto. Com o desconto de 20%, o preço é de R$ 100,00. O valor de x é:

  • A

    R$ 115,00;

  • B

    R$ 120,00;

  • C

    R$ 125,00;

  • D

    R$ 130,00;

  • E

    R$ 135,00.

52983Questão 12|Matemática e Estatística|superior

Pedro está pensando em comprar um bem que custa R$ 1.700,00, caso o pagamento seja à vista. O vendedor oferece a opção de pagar em 2 parcelas mensais fixas de R$ 1.000,00 sem entrada, com a primeira parcela a ser paga um mês após a data da compra.

A equação que a taxa mensal de juros

  • A

    1700 ⋅ (1 + x) = 2000

  • B

    1000 ⋅ (1 + x) + 1000 ⋅ (1 + x)² = 1700

  • C

    2 1700/1+x = 2000

  • D

    1000/1+x + 1000/(1+x)² = 1700

  • E

    2000/(1+x)² = 1700/1+x

52984Questão 13|Conhecimentos Bancários|superior

Considere um empréstimo de R$ 10.000,00, com taxa de juros de 2% ao mês, a ser pago em 10 parcelas mensais iguais, de acordo com a tabela Price.

Sabendo-se que a primeira parcela é de R$ 1.113,27, a parte da amortização nessa parcela é:

  • A

    R$ 800,00;

  • B

    R$ 815,73;

  • C

    R$ 886,73;

  • D

    R$ 913,27;

  • E

    R$ 1.000,00.

52985Questão 14|Administração Geral|superior

Uma Instituição de Ensino Superior (IES) formulou um mapa estratégico visando a organizar os objetivos estratégicos para os próximos dez anos, considerando as dimensões tradicionais do modelo Balanced Scorecard (BSC). Dentre os objetivos, estão contemplados em uma mesma dimensão o aumento da receita e o reinvestimento na IES, bem como a captação de recursos para pesquisas.

Em relação ao mapa estratégico, é correto afirmar que os indicadores pertencem à dimensão:

  • A

    do aprendizado;

  • B

    educacional;

  • C

    financeira;

  • D

    dos processos internos;

  • E

    da sociedade.

52986Questão 15|Administração Pública|superior

Em uma política de incentivo fiscal, de um determinado Estado brasileiro, foi observada a existência de lacunas, redundâncias e incoerências na definição das responsabilidades de vários órgãos e setores dos três poderes tanto na implementação quanto no monitoramento e avaliação dos resultados da política. Esse cenário revelou problemas na atuação de diversas “agências estatais” que deveriam ter o poder legal e a capacidade para supervisionar rotinas administrativas e aplicar sanções caso se verificassem irregularidades nas ações de outros órgãos e setores estatais.

Em termos de transparência e responsabilização entre diferentes órgãos de Estado, esse cenário descreve um problema na garantia de:

  • A

    accountability horizontal;

  • B

    accountability vertical;

  • C

    gestão de custos;

  • D

    governo eletrônico;

  • E

    construção de agenda.

52987Questão 16|Administração Pública|superior

No desenvolvimento de uma política pública podem existir diferentes formas de coprodução com o cidadão. Essa diferenciação ocorre em função do tipo de participação e envolvimento do cidadão ao longo do processo. Por exemplo, há políticas em que a comunidade toma as iniciativas e se articula, permanentemente, como microcosmo que age em prol do bem comum, independentemente de o cidadão ser ou não solicitado ou convocado pelo poder público.

Essa modalidade de coprodução envolve a participação do tipo:

  • A

    por consulta;

  • B

    passiva;

  • C

    funcional;

  • D

    interativa;

  • E

    automobilização.

52988Questão 17|Direito Administrativo|superior

Em direção ao desenvolvimento de um paradigma pós-burocrático, a estratégia de flexibilização denominada publicização foi implantada a partir dos anos 1990 no Brasil. Esta foi definida como o processo de descentralização da execução de serviços, como educação, saúde, cultura e pesquisa científica, dentre outros. A estratégia de publicização introduziu também a possibilidade de união entre dois ou mais entes da federação (Municípios, Estados) com a finalidade de prestar serviços e desenvolver ações conjuntas que visem ao interesse coletivo e benefícios públicos.

Essa união é denominada:

  • A

    autarquia;

  • B

    consórcio público;

  • C

    organização social;

  • D

    parceria público-privada;

  • E

    empresa de propósito específico.

52989Questão 18|Administração Geral|superior

O desenvolvimento da gestão de riscos abrange conduzir um processo multidisciplinar e coletivo que envolve diferentes decisões a cada etapa do processo. Por exemplo, na gestão de uma unidade hospitalar, uma das etapas iniciais é mapear os principais fatores internos e externos que podem afetar o alcance dos objetivos e os resultados de uma organização pública, como, por exemplo, a identificação de potenciais questões epidemiológicas, ou mudanças em legislações pertinentes aos serviços prestados.

Essa etapa do processo é denominada:

  • A

    avaliação dos riscos;

  • B

    melhoria contínua;

  • C

    estabelecimento do contexto;

  • D

    consulta às partes interessadas;

  • E

    tratamento dos riscos.

52990Questão 19|Direito Administrativo|superior

Em inspeção ordinária realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo, foi constatado que determinada entidade da administração pública indireta, com personalidade jurídica de direito público, adotava procedimento de fiscalização dos contratos administrativos que se mostrava inadequado, estando à margem da lei, sendo falho e lesivo ao interesse público. Após a instauração de procedimento específico no âmbito do Tribunal de Contas, o dirigente máximo da referida entidade consultou sua assessoria a respeito da possibilidade de ser celebrado termo de ajustamento de gestão.

A assessoria respondeu, corretamente, que o referido termo:

  • A

    deve individualizar a obrigação, fixar o prazo de até trinta e seis meses para o seu cumprimento e cominar sanções para a hipótese de descumprimento;

  • B

    somente pode ser celebrado na fase de execução das decisões do Tribunal de Contas, sendo utilizado como mecanismo de abreviação de cumprimento;

  • C

    é um mecanismo de conformação normativa, a ser celebrado com o Tribunal de Contas, mas que somente pode ser firmado por pessoas naturais, não por pessoas jurídicas;

  • D

    pode ser firmado pela referida entidade da administração pública indireta, como forma de regularização de atos e procedimentos, e deve ser aprovado pelo Tribunal Pleno;

  • E

    é exemplo de consensualidade de colaboração, em que a pessoa natural ou jurídica deve oferecer elementos que contribuam para a conclusão da investigação, beneficiando-se de sanções mais brandas caso ajuste sua conduta.

52991Questão anuladaAnuladaQuestão 20|Administração Pública|superior

O presidente da autarquia Alfa, vinculada ao Poder Executivo do Estado do Espírito Santo, foi informado por um assessor que o enquadramento legal, no âmbito das despesas públicas, de determinado valor pago à generalidade dos servidores, seguia uma normativa antiga, já superada por alterações posteriores. Outro assessor, no entanto, entendia que o enquadramento estava correto, pois as alterações legislativas se aplicariam a outras situações, que não essa, acrescendo, ainda, que havia prejulgado do Tribunal de Contas a respeito do enquadramento realizado, prejulgado este que, apesar de antigo, não sofrera qualquer alteração com o passar dos anos.

Ao perceber a existência do impasse, o presidente da autarquia Alfa questionou seus assessores sobre a possibilidade de ser formulada consulta em tese, a ser respondida pelo Tribunal de Contas.

Os assessores responderam em uníssono que a consulta:

  • A

    não pode ser formulada, pois somente o chefe do Poder Executivo pode formular consultas, não entidades da administração pública indireta;

  • B

    pode ser formulada pelo presidente da autarquia Alfa, mas o reexame da decisão anterior do Tribunal de Contas exigirá o voto favorável de cinco conselheiros, computando-se o voto do presidente;

  • C

    pode ser formulada, mas não será conhecida, pois existe prejulgado, o qual, à míngua de alteração posterior de entendimento, revela a posição do Tribunal de Contas a respeito da matéria;

  • D

    pode ser formulada, desde que o chefe do Poder Executivo anua em submetê-la ao Tribunal de Contas, que poderá rever livremente o prejulgado, considerando a ausência de efeito vinculante para o próprio órgão;

  • E

    pode ser formulada por qualquer interessado, mas a existência de prejulgado pressupõe que não haja rejeição ao reexame da matéria pelo voto de dois terços dos conselheiros, excluindo-se o voto do presidente.

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