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Assistente em Administração - 2023


Página 1  •  Total 50 questões
111483Questão 1|Português|médio

Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1

Arroz doce tradicional

Ingredientes

1/2 litro de leite

2 xícaras de arroz branco (já lavado)

3 xícaras de açúcar

canela em pau (uso e quantidade a gosto)

1 lata de leite condensado

Modo de preparo

Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela. Mexer de tempos em tempos e, 20 minutos depois, acrescentar o açúcar, deixar mais 20 minutos e, logo em seguida, acrescentar o leite condensado e deixar mais 20 minutos. Colocar em uma travessa, levar à geladeira e servir.

Disponível em: https://www.facebook.com/receitasdothales. Acesso em: 05 out. 2023.

Considerando o gênero textual das duas partes que compõem o texto, as sequências textuais predominantes são, respectivamente:

  • A

    dissertativas e narrativas.

  • B

    expositivas e injuntivas.

  • C

    narrativas e explicativas.

  • D

    expositivas e descritivas.

111484Questão 2|Português|médio

Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1

Arroz doce tradicional

Ingredientes

1/2 litro de leite

2 xícaras de arroz branco (já lavado)

3 xícaras de açúcar

canela em pau (uso e quantidade a gosto)

1 lata de leite condensado

Modo de preparo

Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela. Mexer de tempos em tempos e, 20 minutos depois, acrescentar o açúcar, deixar mais 20 minutos e, logo em seguida, acrescentar o leite condensado e deixar mais 20 minutos. Colocar em uma travessa, levar à geladeira e servir.

Disponível em: https://www.facebook.com/receitasdothales. Acesso em: 05 out. 2023.

Na segunda parte do texto lido, há uma sequência de verbos empregados na forma nominal do infinitivo “cozinhar, mexer, acrescentar, deixar, colocar, levar, servir”. Considere o gênero e a tipologia textual, bem como os elementos morfossintáticos que estruturam o texto. Essas formas verbais, nesse contexto, indicam o valor semântico

  • A

    de ordem, conselho ou orientação.

  • B

    de possibilidade, hipótese ou dúvida.

  • C

    de certeza, confirmação ou afirmação.

  • D

    de condição, possibilidade ou probabilidade.

111485Questão 3|Português|médio

Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2 

A variação linguística é uma realidade que, embora razoavelmente bem estudada pela sociolinguística, pela dialetologia e pela linguística histórica, provoca, em geral, reações sociais muito negativas. O senso comum tem escassa percepção de que a língua é um fenômeno heterogêneo que alberga grande variação e está em mudança contínua. Por isso, costuma folclorizar a variação regional, demoniza a variação social e tende a interpretar as mudanças como sinais de deterioração da língua.

O senso comum não se dá bem com a variação linguística e chega, muitas vezes, a explosões de ira e a gestos de grande violência simbólica diante de fatos de variação. Boa parte de uma educação de qualidade tem a ver precisamente com o ensino de língua – um ensino que garanta o domínio das práticas socioculturais de leitura, da escrita e da fala nos espaços públicos.

E esse domínio inclui o das variedades linguísticas historicamente identificadas como as mais próprias a essas práticas – isto é, as variedades escritas e faladas que devem ser identificadas como constitutivas da chamada norma culta. Isso pressupõe, inclusive, uma ampla discussão sobre o próprio conceito de norma culta e suas efetivas características no Brasil contemporâneo.

ZILLES, A. M; FARACO, C. A. Apresentação. In: ZILLES, A. M; FARACO, C. A. (org.). Pedagogia da variação linguística: língua, diversidade e ensino. São Paulo: Parábola, 2015. [Adaptado].

De acordo com o texto, a variação linguística

  • A

    é desconsiderada como objeto de estudo de áreas específicas dos estudos da linguagem.

  • B

    define-se pela compreensão de que a língua é um fenômeno homogêneo.

  • C

    motiva reações empáticas e compreensivas por parte do senso comum.

  • D

    revela-se na constante mudança da língua, fenômeno heterogêneo.

111486Questão 4|Português|médio

Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2 

A variação linguística é uma realidade que, embora razoavelmente bem estudada pela sociolinguística, pela dialetologia e pela linguística histórica, provoca, em geral, reações sociais muito negativas. O senso comum tem escassa percepção de que a língua é um fenômeno heterogêneo que alberga grande variação e está em mudança contínua. Por isso, costuma folclorizar a variação regional, demoniza a variação social e tende a interpretar as mudanças como sinais de deterioração da língua.

O senso comum não se dá bem com a variação linguística e chega, muitas vezes, a explosões de ira e a gestos de grande violência simbólica diante de fatos de variação. Boa parte de uma educação de qualidade tem a ver precisamente com o ensino de língua – um ensino que garanta o domínio das práticas socioculturais de leitura, da escrita e da fala nos espaços públicos.

E esse domínio inclui o das variedades linguísticas historicamente identificadas como as mais próprias a essas práticas – isto é, as variedades escritas e faladas que devem ser identificadas como constitutivas da chamada norma culta. Isso pressupõe, inclusive, uma ampla discussão sobre o próprio conceito de norma culta e suas efetivas características no Brasil contemporâneo.

ZILLES, A. M; FARACO, C. A. Apresentação. In: ZILLES, A. M; FARACO, C. A. (org.). Pedagogia da variação linguística: língua, diversidade e ensino. São Paulo: Parábola, 2015. [Adaptado].

Considere o seguinte período do texto: “A variação linguística é uma realidade que, embora razoavelmente bem estudada pela sociolinguística, pela dialetologia e pela linguística histórica, provoca, em geral, reações sociais muito negativas”. A oração subordinada destacada indica o valor semântico de

  • A

    causa.

  • B

    concessão.

  • C

    finalidade.

  • D

    proporção.

111487Questão 5|Português|médio

Leia a tirinha a seguir.

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Disponível em: https://www.pedrocordier.com/tag/calvin-e-haroldo/. Acesso em: 30 out. 2023.

Na tira, a construção do efeito de ironia deve-se

  • A

    ao emprego do vocativo “Haroldo”, no primeiro balão do primeiro quadrinho.

  • B

    à ideia capitalista de que o ócio é a negação da possibilidade de produção.

  • C

    à proposta feita por Calvin para ajudar Haroldo a fazer coisa alguma.

  • D

    ao sentido absoluto da palavra “nada”, que remete ao existencialismo.

111488Questão 6|Português|médio

Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3

As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer essas memórias, somos levados tanto a reconstituir a fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em uma prosa una e única − a palavra do narrador.

BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 222. [Adaptado].

No período “As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia”. A estrutura destacada resulta da contração entre a preposição “de” e um

  • A

    artigo definido.

  • B

    pronome demonstrativo.

  • C

    pronome indefinido.

  • D

    pronome pessoal oblíquo.

111489Questão 7|Português|médio

Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3

As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer essas memórias, somos levados tanto a reconstituir a fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em uma prosa una e única − a palavra do narrador.

BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 222. [Adaptado].

O texto remete à definição de “literatura de testemunho” como uma produção literária em que

  • A

    a intenção de retratar de modo fiel a realidade compromete a expressão criativa de quem escreve.

  • B

    a ficção e a realidade neutralizam-se mutuamente, enfraquecendo a própria produção artística.

  • C

    os elementos da narrativa ficcional são utilizados para expressar as experiências vividas por quem escreve.

  • D

    a narração é estabelecida pela criação ficcional, a qual ignora completamente os dados históricos.

111490Questão 8|Português|médio

Leia a tirinha a seguir.

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La Vie En Rose por Adão Iturrusgarai. Folha de São Paulo, 30/09/2013. Disponível em: http://adao.blog.uol.com.br/. Acesso em: 30 out. 2023.

Com base nos aspectos morfossintáticos, visuais e semânticos que constroem a tira,

  • A

    o sufixo presente nas palavras do primeiro balão está ausente na palavra “abismo”.

  • B

    o sentido geral da tira fundamenta-se sobre uma visão positiva e otimista das situações da vida.

  • C

    o personagem, no segundo balão, demonstra ter uma personalidade flexível e aberta ao diálogo.

  • D

    as palavras elencadas no primeiro balão, quanto a seu processo de formação, são exemplos de derivação prefixal.

111491Questão 9|Português|médio

Leia o Texto 4 para responder a questão.

Meu filho, você não merece nada

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

 BRUM, Eliane. Revista Época. Disponível em:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca. Acesso em: 07 out. 2023.

Considere os recursos de coesão e de coerência textual sobre a repetição das palavras “preparada” e “despreparada”. Na organização do texto, essa repetição

  • A

    prejudica a progressão temática, evidenciando desconhecimento dos mecanismos de coesão textual.

  • B

    concretiza uma estrutura paralelística, enfatizando os argumentos que comprovam a tese defendida.

  • C

    cria problemas sintáticos, revelando inabilidade na elaboração de sentenças gramaticalmente aceitas.

  • D

    instaura imprecisões semânticas, dificultando a identificação dos argumentos que sustentam a tese.

111492Questão 10|Português|médio

Leia o Texto 4 para responder a questão.

Meu filho, você não merece nada

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

 BRUM, Eliane. Revista Época. Disponível em:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca. Acesso em: 07 out. 2023.

No período “Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada.”, a palavra “que” ocorre três vezes, sendo que, na primeira ocorrência, ela é um pronome relativo, introduzindo uma oração subordinada adjetiva

  • A

    explicativa; na segunda ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva; e na terceira ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva.

  • B

    restritiva; na segunda ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva completiva nominal; e na terceira ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva subjetiva.

  • C

    restritiva; na segunda ocorrência, a palavra “que” é um pronome relativo, introduzindo uma oração subordinada adjetiva explicativa; e na terceira ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

  • D

    restritiva; na segunda ocorrência, a palavra “que” é um pronome relativo, introduzindo uma oração subordinada adjetiva restritiva; e na terceira ocorrência, a palavra “que” é uma conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.