Economista - 2014
Com a queda no preço da cerveja, a linha de orçamento se desloca de O1 para O2, a renda real do consumidor aumenta, havendo, ainda, um efeito-substituição, medido pela distância entre C1 e E, e um efeito-renda, medido pela distância entre E e C2.
Dada essa diminuição do preço, a linha de orçamento se deslocou de O1 para O2, sendo correto afirmar que o efeito medido pela distância entre C1 e E indica que cerveja é um bem inferior.
À medida que a utilização de um determinado fator de produção aumenta, o volume adicional do produto diminui, mesmo que os quantitativos dos demais fatores sejam dados, e, em certo momento, a queda do produto marginal se encontra com o máximo produto médio, iniciando o estágio economicamente viável que vai até o ponto em que zera o nível de produção.
Considerando-se a função de produção q = F(K,L) = AKα Lβ , em que A é uma constante que representa a escala de produção, K e L representam, respectivamente, os fatores de produção capital e trabalho, enquanto α e β são parâmetros da função cuja soma se iguala à unidade, pode-se concluir que a produtividade marginal do capital é igual ao produto de α com a produtividade média desse fator, sendo a produtividade marginal do trabalho igual a β vezes a produtividade média do trabalho.
A partir da análise dos gráficos, pode-se dizer que o rendimento de escala da firma A é crescente, enquanto o da firma B é constante, isso porque, ao se aumentar a quantidade do insumo x1, mantendo constante a quantidade de x2, se percebe que o produto da firma A aumenta mais que proporcionalmente, enquanto o da firma B tem aumento uniforme.
Quando o mercado é perfeitamente competitivo, as firmas oferecem um produto homogêneo, são tomadoras de preço no mercado, defrontam-se com demandas perfeitamente elásticas e têm total liberdade para entrar ou sair desse mercado.
Em condições de competição perfeita e com todas as firmas idênticas, o equilíbrio de longo prazo é alcançado quando todas as firmas que atuam no mercado conseguem maximizar seus lucros econômicos e, apesar de seus preços serem fixados ao nível dos custos marginais, eles ficam acima dos custos médios, significando lucro positivo para as firmas.
O governo pode melhorar os resultados do mercado quando existem falhas associadas a externalidades e competição imperfeita, sendo sua intervenção também justificada, quando se busca mais igualdade distributiva e justiça social.
Uma empresa, desfrutando de uma situação de monopólio para seu produto, tem uma demanda expressa por QD = 10 – 2P, sendo Q a quantidade demandada e P, o preço, e, assim, seu departamento de vendas chegou à conclusão de que a demanda inversa pode ser apresentada como P = 5 – 0,5QD, permitindo uma receita total igual a RT = 5QD – 0,5QD2, de maneira que se pode afirmar que a receita marginal é dada pela expressão RMg = 5 – QD e a receita média, por RMe = 5 – 0,5QD.
Empresas que operam em situação de monopólio costumam exercer uma discriminação de preço em diferentes graus, com o objetivo de cobrar diversos preços para clientes que não diferem quanto aos seus rendimentos e sua capacidade de pagamento, política que, naturalmente, visa captar o excedente do consumidor e transferi-lo para o produtor.


