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Sargento da Polícia Militar - 2022


Página 1  •  Total 60 questões
25285Questão 1|Português|superior

Leia os quadrinhos para responder à questão.

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(https://www.uol.com.br/splash. Adaptado)

As informações apresentadas nos quadrinhos permitem concluir corretamente que

  • A

    a opção por viver por conta própria amenizou a tristeza de Horácio, como exemplificam as expressões “Shuif!”, “Shuif!”.

  • B

    a simpatia de Horácio mostrou que acusações falsas não o abalaram, o que se comprova com as expressões “Shuif!”, “Shuif!”.

  • C

    a tristeza de Horácio, ratificada com as expressões “Shuif!”, “Shuif!”, decorreu da sua saída da aldeia dos homens.

  • D

    a simpatia de Horácio, reforçada pelas expressões “Shuif!”, “Shuif!”, criou mal-estar entre os homens da aldeia.

25286Questão 2|Português|superior

Leia os quadrinhos para responder à questão.

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(https://www.uol.com.br/splash. Adaptado)

O enunciado que atende à norma-padrão de concordância nominal é:

  • A

    Será que Horácio está triste porque acha que a floresta pode ser meia perigosa?

  • B

    Será que a acusação e o convite que foram feitas a Horácio foram justas com ele?

  • C

    Será que a aldeia era um lugar com menas possibilidades de risco a Horácio?

  • D

    Será que a tristeza e a solidão imensas podem acabar com a simpatia de Horácio?

25287Questão 3|Português|superior

A solidão do personagem Horácio, de Maurício de Sousa, comove em HQs como a publicada no final de 1968, quando se desilude ao tentar conversar com algo que considerava ser um possível amigo dentro de uma caverna.

(https://www.uol.com.br/splash. Adaptado)

Em conformidade com a norma-padrão, a sequência para o texto está adequadamente pontuada em:

  • A

    Em outra o tom é, mais otimista; depois de lamuriar pela suposta falta de atrativos; nota como seu aspecto ajuda – na camuflagem.

  • B

    Em outra o tom, é mais otimista depois de lamuriar, pela suposta falta de atrativos, nota como seu aspecto ajuda, na camuflagem.

  • C

    Em outra, o tom é mais otimista – depois de lamuriar pela suposta falta de atrativos nota, como seu aspecto, ajuda na camuflagem.

  • D

    Em outra, o tom é mais otimista: depois de lamuriar pela suposta falta de atrativos, nota como seu aspecto ajuda na camuflagem.

25288Questão 4|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

O texto deixa claro que

  • A

    a origem da figura de Papai Noel decorre da fusão cultural de lendas pagãs e cristãs.

  • B

    a imprecisão quanto à origem do Papai Noel diminui sua aceitação ao redor do mundo.

  • C

    a designação de Papai Noel como um mito é errônea, pois é uma figura nebulosa.

  • D

    a origem do Papai Noel se deu no século 19 e deve-se ao ilustrador Thomas Nast.

25289Questão 5|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que

  • A

    a ideia de associar Papai Noel a São Nicolau foi do americano Thomas Nast.

  • B

    a generosidade e os milagres de São Nicolau alçaram-no ao mito de Papai Noel.

  • C

    a presença do Papai Noel como distribuidor de presentes é uma criação recente.

  • D

    a sociedade atual prefere o Papai Noel de Thomas Nast por causa do tabagismo.

25290Questão 6|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

Mantendo o sentido original, o trecho do 1º parágrafo – ... o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar... – está corretamente reescrito em:

  • A

    ... o único esboço que se dissocia significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava esporadicamente...

  • B

    ... o único detalhe que decorre significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sucessivamente...

  • C

    ... a única característica que diverge significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava ininterruptamente...

  • D

    ... a única semelhança que se diversifica significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava eventualmente...

25291Questão 7|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

Na oração do 3º parágrafo – ... o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade. –, o uso da preposição “por” mantém-se caso a forma verbal destacada seja substituída por:

  • A

    apropriou-se

  • B

    valeu-se

  • C

    decidiu-se

  • D

    utilizou-se

25292Questão 8|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

Na passagem – ... o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. (3º parágrafo) –, a oração destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido e em conformidade com a norma-padrão, por:

  • A

    mesmo que a data primitiva ainda será observada por parte da população na Holanda e na Bélgica.

  • B

    uma vez que a data primitiva ainda é observada por parte da população na Holanda e na Bélgica.

  • C

    tanto que a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica.

  • D

    apesar de a data primitiva ainda ser observada por parte da população na Holanda e na Bélgica.

25293Questão 9|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

Releia a passagem do 2º parágrafo: ... seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

Os travessões e a exclamação entre parênteses empregados no texto têm a função de sinalizar ao leitor, correta e respectivamente,

  • A

    correção e indignação.

  • B

    explicação e surpresa.

  • C

    divagação e emoção.

  • D

    advertência e exaltação.

25294Questão 10|Português|superior

A verdadeira história do Papai Noel

        O Papai Noel que conhecemos hoje, gordo e bonachão, barba branca, vestes vermelhas, é produto de um imemorial sincretismo1 de lendas pagãs e cristãs, a tal ponto que é impossível identificar uma fonte única para o mito. Sabe-se, porém, que sua aparência foi fixada e difundida para o mundo na segunda metade do século 19 por um famoso ilustrador e cartunista americano, Thomas Nast. Nas gravuras de Nast, o único traço que destoa significativamente do Noel de hoje é o longo cachimbo que o personagem dele fumava sem parar, algo que nossos tempos antitabagistas já não permitem ao bom velhinho.

        O sucesso da representação pictórica feita por Nast não significa que ele possa reivindicar qualquer naco2 da paternidade da lenda, mas apenas que seu Santa Claus – o nome de Papai Noel em inglês – deixou no passado e nas enciclopédias de folclore a maior parte das variações regionais que a figura do distribuidor de presentes exibia, dos trajes verdes em muitos países europeus aos chifres de bode (!) em certas lendas nórdicas.

        Antes de prevalecer a imagem atual, um fator de unificação desses personagens era a referência mais ou menos direta, quase sempre distorcida por crenças locais, a São Nicolau, personagem historicamente nebuloso que viveu entre os séculos 3 e 4 da era cristã e que gozou da fama de ser, além de milagreiro, especialmente generoso com os pobres e as crianças. É impreciso o momento em que o costume de presentear as crianças no dia de São Nicolau, 6 de dezembro, foi transferido para o Natal na maior parte dos países europeus, embora a data primitiva ainda seja observada por parte da população na Holanda e na Bélgica. Nascia assim o personagem do Père Noël (como o velhinho é chamado na França) ou Pai Natal (em Portugal) – o Brasil, como se vê, optou por uma tradução pela metade.

(Sérgio Rodrigues. Em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)

1 sincretismo: combinação

2 naco: parte, pedaço

Assinale a alternativa em que as palavras estão grafadas segundo o novo acordo ortográfico.

  • A

    Papai Noel é um generoso velhinho cujo voo pelo céu na noite de Natal povoa a imaginação de muitas pessoas.

  • B

    Quando se fala em Papai Noel, a idéia que muitas pessoas têm dele é a de um velhinho de barbas brancas.

  • C

    A fórma como as pessoas imaginam Papai Noel é um velhinho simpático de longas barbas brancas e sorridente.

  • D

    Ao redor do mundo, as pessoas vêem Papai Noel como o velhinho carismático que distribui presentes às crianças.