Perito criminal - Área 19: Genética Forense - 2025
Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue o item que se segue.
Uma vez que a coincidência genética não ocorre ao acaso, é correto afirmar que o suspeito é o autor do crime.
Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue o item que se segue.
A coincidência genética aumenta a probabilidade de culpa do suspeito de 0,33% para aproximadamente 25%
Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue o item que se segue.
A probabilidade de o suspeito ser culpado, uma vez que houve coincidência genética, é de aproximadamente 25%.
Com base na norma ISO/IEC 17025:2017, julgue o item que se segue.
Agirá incorretamente um perito que, atuando em laboratório acreditado segundo a norma citada, decidir não estimar a incerteza de medição de um método validado para tipagem de DNA, mediante a justificativa de que esse método é amplamente reconhecido por organismos internacionais e já possui incerteza estabelecida e verificada, sendo utilizado conforme instruções técnicas e com controle documentado dos fatores de influência.
Com base na norma ISO/IEC 17025:2017, julgue o item que se segue.
Um laboratório de genética forense deve estar legalmente acreditado segundo a referida norma para que seus laudos sejam aceitos judicialmente.
Com base na norma ISO/IEC 17025:2017, julgue o item que se segue.
Em um laboratório de genética forense acreditado, a adoção de áreas separadas para extração, PCR e análise, com fluxo unidirecional e controle ambiental, está em conformidade com os princípios da referida norma, ainda que isso não seja exigido expressamente por ela.
Julgue o item a seguir, considerando as normativas aplicáveis à genética forense.
Em um laboratório acreditado e integrante da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), a aplicação das diretrizes estabelecidas nas resoluções da RIBPG — referentes à validação e ao controle de qualidade dos métodos utilizados nos exames genéticos forenses — é obrigatória e deve ocorrer de forma complementar às exigências da ISO/IEC 17025:2017, sem substituí-las.
Julgue o item a seguir, considerando as normativas aplicáveis à genética forense.
A atuação do perito criminal na área de genética forense deve observar, entre outras normas, a Constituição Federal de 1988, o Código de Processo Penal e a Lei n.º 12.654/2012, que trata da identificação criminal por perfil genético.
Julgue o item a seguir, considerando as normativas aplicáveis à genética forense.
Conforme a Resolução n.º 12/2019 do Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), a identificação de não conformidades que comprometam a confiabilidade dos dados de um laboratório integrante da RIBPG obriga o Comitê Gestor a suspender temporariamente o compartilhamento dos perfis genéticos do laboratório auditado com o Banco Nacional de Perfis Genéticos, até que as irregularidades sejam integralmente sanadas.
Julgue o próximo item, no que diz respeito a testes de proficiência e ensaios interlaboratoriais.
A participação em ensaios interlaboratoriais é indicada apenas para laboratórios que ainda não são acreditados segundo a norma ISO/IEC 17025:2017, como forma de comprovar sua competência técnica para fins de credenciamento.