Perito criminal - Área 19: Genética Forense - 2025
Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue o próximo item.
O valor da razão de verossimilhança para esse locus é 1/0,15.
Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue o próximo item.
Se o valor da razão de verossimilhança não for superior a 10, a evidência genética nesse locus será considerada conclusiva para a paternidade.
Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue o próximo item.
A mãe pode ter contribuído com o alelo A ou B para a criança, o que torna incerta a origem do alelo B.
Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue o próximo item.
O conhecimento do genótipo da mãe é essencial à perícia de investigação de paternidade, uma vez que possibilita a identificação precisa do material genético paterno do filho, excluindo-se o materno, o que aumenta a precisão nos cálculos de probabilidade de paternidade.
Julgue o próximo item, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Na genética forense, a razão de verossimilhança representa a força da evidência genética, sendo calculada como a razão entre a probabilidade da evidência sob H1 (hipótese da acusação) e a probabilidade da evidência sob H2 (hipótese da defesa).
Julgue o próximo item, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Se a razão de verossimilhança for igual a 1, a evidência genética pode tornar diferentes as probabilidades a priori de duas hipóteses.
Julgue o próximo item, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Se a frequência de um perfil for de 1/1.000.000, o valor da razão de verossimilhança será igual a 1.000.000.
Julgue o próximo item, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Em casos de vínculo genético, como paternidade, a exclusão de um alelo compartilhado entre suposto pai e filho invalida a hipótese de paternidade com 100% de certeza.
Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue o item que se segue.
Ao se utilizarem loci independentes, o cálculo do valor da razão de verossimilhança será o produto do inverso das frequências dos fenótipos dos resultados genéticos dos marcadores analisados para a resolução do caso, considerada a população de referência apropriada.
Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue o item que se segue.
A razão de verossimilhança entre as hipóteses de culpa e de inocência do suspeito é igual a 90.