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Assistente Administrativo - 2016


Página 1  •  Total 50 questões
119820Questão 1|Raciocínio Lógico|médio

Joana comprou uma mercadoria por R$ 30,00 e depois vendeu essa mesma mercadoria por R$ 39,00. Qual foi a porcentagem do acréscimo?

  • A

    35%.

  • B

    30%.

  • C

    25%.

  • D

    22%.

  • E

    20%.

119821Questão 2|Raciocínio Lógico|médio

Daniele colocou para lavar na máquina 3 blusas vermelhas, 2 blusas amarelas e 1 blusa azul. Como estava com pressa para sair, estendeu no varal apenas as quatro primeiras que pegou da máquina aleatoriamente. Sendo assim, o que podemos, com certeza, afirmar sobre as blusas que foram estendidas?

  • A

    Pelo menos uma das blusas era vermelha.

  • B

    Exatamente 2 blusas eram vermelhas e 2 amarelas.

  • C

    Pelo menos uma era a blusa azul.

  • D

    Exatamente uma blusa era vermelha, 2 eram amarelas e 1 era azul.

  • E

    Três blusas eram vermelhas e uma era azul.

119822Questão 3|Administração Pública|médio

De acordo com o Regimento Interno, é um órgão vinculado à Diretoria Vice-Presidência Executiva da EBSERH

  • A

    a Coordenadoria de Comunicação Social.

  • B

    a Coordenadoria de Formação Profissional.

  • C

    a Assessoria Parlamentar.

  • D

    o Conselho Fiscal.

  • E

    a Ouvidoria Geral.

119823Questão 4|Português|médio

Texto 1

Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas que fez na infância (e se sente péssimo)?

Acredite, isso serve para que você não faça coisas bizarras novamente

    

   Você está andando na rua e, de repente, lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são extremamente normais e têm até nome: “memória involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma, disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento é extremamente comum. “Depois de um trauma ou um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem essas lembranças”.

   

    Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso. É uma espécie de sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro lembra-se de experiências importantes – de perigo ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma coisa novamente”, diz Brewin.

    

   Você aprende associando experiências com os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino.

    

   A mesma coisa acontece com memórias traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu cérebro traz de volta sensações desagradáveis – medo e/ou vergonha – quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original. “Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.

     

   É comum que essas memórias involuntárias ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas lembranças podem te acompanhar por um bom tempo.

    

   Para a maioria das pessoas, as memórias involuntárias são apenas mais um modo de se sentir envergonhado e constrangido. Mas essas memórias também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo Wild, se você não se sente à vontade para sair de casa após uma dessas lembranças, procure um especialista.

Retirado e adaptado de: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html.

Conforme o texto 1, assinale a alternativa correta.

  • A

    Depois de um trauma ou evento constrangedor, todas as pessoas sempre carregam consigo as lembranças traumáticas.

  • B

    Todas as lembranças ruins nos acompanham durante a vida inteira.

  • C

    Embora as memórias involuntárias façam as pessoas se sentirem envergonhadas e constrangidas, essas sensações são as únicas consequências geradas.

  • D

    Durantes as situações traumáticas, nosso nível de adrenalina se reduz drasticamente, o que aumenta nossa consciência.

  • E

    Segundo Brewin, o cérebro lembra-se de experiências ruins relevantes para impedi-lo de realizar a mesma coisa outra vez.

119824Questão 5|Português|médio

Texto 1

Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas que fez na infância (e se sente péssimo)?

Acredite, isso serve para que você não faça coisas bizarras novamente

    

   Você está andando na rua e, de repente, lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são extremamente normais e têm até nome: “memória involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma, disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento é extremamente comum. “Depois de um trauma ou um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem essas lembranças”.

   

    Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso. É uma espécie de sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro lembra-se de experiências importantes – de perigo ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma coisa novamente”, diz Brewin.

    

   Você aprende associando experiências com os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino.

    

   A mesma coisa acontece com memórias traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu cérebro traz de volta sensações desagradáveis – medo e/ou vergonha – quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original. “Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.

     

   É comum que essas memórias involuntárias ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas lembranças podem te acompanhar por um bom tempo.

    

   Para a maioria das pessoas, as memórias involuntárias são apenas mais um modo de se sentir envergonhado e constrangido. Mas essas memórias também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo Wild, se você não se sente à vontade para sair de casa após uma dessas lembranças, procure um especialista.

Retirado e adaptado de: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que pode substituir, sem causar prejuízo semântico, a palavra destacada em: “[...] lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos!”.

  • A

    Normal.

  • B

    Habitual.

  • C

    Esquisito.

  • D

    Frequente.

  • E

    Usual.

119825Questão 6|Psicologia|médio

Texto 1

Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas que fez na infância (e se sente péssimo)?

Acredite, isso serve para que você não faça coisas bizarras novamente

    

   Você está andando na rua e, de repente, lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são extremamente normais e têm até nome: “memória involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma, disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento é extremamente comum. “Depois de um trauma ou um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem essas lembranças”.

   

    Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso. É uma espécie de sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro lembra-se de experiências importantes – de perigo ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma coisa novamente”, diz Brewin.

    

   Você aprende associando experiências com os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino.

    

   A mesma coisa acontece com memórias traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu cérebro traz de volta sensações desagradáveis – medo e/ou vergonha – quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original. “Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.

     

   É comum que essas memórias involuntárias ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas lembranças podem te acompanhar por um bom tempo.

    

   Para a maioria das pessoas, as memórias involuntárias são apenas mais um modo de se sentir envergonhado e constrangido. Mas essas memórias também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo Wild, se você não se sente à vontade para sair de casa após uma dessas lembranças, procure um especialista.

Retirado e adaptado de: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html.

Em “Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino [...]”, as palavras em destaque pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:

  • A

    advérbio, substantivo e advérbio

  • B

    verbo, advérbio e substantivo.

  • C

    substantivo, substantivo e adjetivo.

  • D

    advérbio, verbo e adjetivo.

  • E

    advérbio, advérbio e substantivo.

119826Questão 7|Português|médio

Texto 1

Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas que fez na infância (e se sente péssimo)?

Acredite, isso serve para que você não faça coisas bizarras novamente

    

   Você está andando na rua e, de repente, lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são extremamente normais e têm até nome: “memória involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma, disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento é extremamente comum. “Depois de um trauma ou um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem essas lembranças”.

   

    Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso. É uma espécie de sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro lembra-se de experiências importantes – de perigo ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma coisa novamente”, diz Brewin.

    

   Você aprende associando experiências com os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino.

    

   A mesma coisa acontece com memórias traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu cérebro traz de volta sensações desagradáveis – medo e/ou vergonha – quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original. “Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.

     

   É comum que essas memórias involuntárias ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas lembranças podem te acompanhar por um bom tempo.

    

   Para a maioria das pessoas, as memórias involuntárias são apenas mais um modo de se sentir envergonhado e constrangido. Mas essas memórias também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo Wild, se você não se sente à vontade para sair de casa após uma dessas lembranças, procure um especialista.

Retirado e adaptado de: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html.

Em “Segundo Wild,

se

você não

se

sente à vontade para sair de casa [...]”, os termos em destaque funcionam, respectivamente, como

  • A

    conjunção subordinativa condicional e parte integrante do verbo.

  • B

    conjunção subordinativa condicional e pronome apassivador.

  • C

    índice de indeterminação do sujeito e parte integrante do verbo.

  • D

    parte integrante do verbo e conjunção subordinativa condicional.

  • E

    conjunção subordinativa condicional e índice de indeterminação do sujeito.

119827Questão 8|Português|médio

Texto 1

Por que você ainda se lembra das coisas embaraçosas que fez na infância (e se sente péssimo)?

Acredite, isso serve para que você não faça coisas bizarras novamente

    

   Você está andando na rua e, de repente, lembra-se de algo bizarro que aconteceu quando você tinha 13 anos! Fique tranquilo, esses flashbacks são extremamente normais e têm até nome: “memória involuntária”. A psicóloga Jennifer Wild, do Centro de Oxford para Transtornos de Ansiedade e Trauma, disse ao BuzzFeed que esse tipo de comportamento é extremamente comum. “Depois de um trauma ou um evento embaraçoso, a maioria das pessoas tem essas lembranças”.

   

    Já ouviu o termo memória seletiva? Segundo o professor Chris Brewin, do Instituto de Neurociência Cognitiva da UCL, nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso. É uma espécie de sistema de punição e recompensa. “Seu cérebro lembra-se de experiências importantes – de perigo ou humilhação – para impedi-lo de fazer a mesma coisa novamente”, diz Brewin.

    

   Você aprende associando experiências com os resultados. Esta é a psicologia clássica. Ivan Pavlov, famoso psicólogo russo, costumava tocar um sino antes de alimentar seus cães. Eventualmente, os cães começaram a salivar na expectativa de alimentos apenas ao ouvir o som do sino.

    

   A mesma coisa acontece com memórias traumáticas ou socialmente embaraçosas. Seu cérebro traz de volta sensações desagradáveis – medo e/ou vergonha – quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original. “Nessas situações, ficamos cheios de adrenalina e isso aumenta a nossa consciência”, diz Wild.

     

   É comum que essas memórias involuntárias ocorram alguns dias após o ocorrido, mas essas lembranças podem te acompanhar por um bom tempo.

    

   Para a maioria das pessoas, as memórias involuntárias são apenas mais um modo de se sentir envergonhado e constrangido. Mas essas memórias também podem resultar em doenças cognitivas mais graves, como depressão e fobia social. Segundo Wild, se você não se sente à vontade para sair de casa após uma dessas lembranças, procure um especialista.

Retirado e adaptado de: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/04/por-que-voce-ainda-lembra-das-coisas-embaracosas-que-fez-na-infancia-e-se-sente-pessimo.html.

Em relação à crase utilizada em “[...] quando ele se encontra em uma situação semelhante à do evento original.”, assinale a alternativa correta.

  • A

    O emprego da crase está adequado, pois o substantivo “situação” exige a presença da preposição antes dele.

  • B

    O emprego da crase está inadequado, pois o substantivo “situação” não admite a presença de preposição antes dele.

  • C

    O emprego da crase está adequado, pois o termo “semelhante” exige a presença da preposição depois dele e o termo situação, que está elíptico, admite artigo “a”.

  • D

    O emprego da crase está inadequado, pois não se utiliza crase antes de palavra masculina.

  • E

    O emprego da crase está inadequado, pois já houve o uso da preposição “de” após o termo “semelhante”, sendo redundante acrescentar a preposição “a”.

119828Questão 9|Português|médio

Em “[...] nossos cérebros retêm as informações sobre eventos traumáticos e todos os sentimentos associados a isso [...]”, as palavras destacadas apresentam qual divisão silábica?

  • A

    trau-má-ti-cos; as-so-cia-dos.

  • B

    tra-u-má-ti-cos; as-so-ci-a-dos.

  • C

    trau-má-ti-cos; a-sso-cia-dos.

  • D

    trau-má-ti-cos; as-so-ci-a-dos.

  • E

    tra-u-má-ti-cos; as-so-cia-dos.

119829Questão 10|Português|médio

Em “lembra-se de algo bizarro

que

aconteceu quando você tinha 13 anos!”, o termo em destaque

  • A

    é um pronome relativo que exerce a função de objeto direto.

  • B

    é um pronome relativo que exerce a função de sujeito.

  • C

    é uma conjunção integrante que retoma “algo bizarro”.

  • D

    é uma conjunção integrante que introduz uma oração subordinada adjetiva.

  • E

    é um pronome relativo que exerce a função de objeto indireto.