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Economista - 2010


Página 3  •  Total 60 questões
137241Questão 21|Raciocínio Lógico|superior

Considere a sucessão dos infinitos múltiplos positivos de 4, escritos do seguinte modo:

63f51847ae05e742f61a01e356248a0fef1a0130b21e96a3e299a1e8875a1852-21-0.jpg

Nessa sucessão, a 168ª posição deve ser ocupada pelo algarismo

  • A
  • B
  • C
  • D
  • E
137242Questão 22|Informática|superior

As questões sobre os aplicativos consideram sempre a originalidade da versão referenciada e não quaisquer outras passíveis de

modificação (customização, parametrização, etc.) feita pelo usuário. As versões dos aplicativos são: Windows XP edição doméstica

(Português), Microsoft Office 2000 (editor de texto e planilha) e navegadores Mozilla Firefox 3.5.3 e Internet Explorer 8. Mouse padrão

destro.

Uma determinação da diretoria de um órgão público obriga que a segurança de zonas internet, intranet local, sites confiáveis e sites restritos seja configurada no nível padrão para todas elas. O local apropriado para configurar essa segurança de zona, no Internet Explorer, é na aba Segurança

  • A

    da opção Configurar página do menu Formatar.

  • B

    da opção Configurar página do menu Arquivo.

  • C

    das Opções da Internet do menu Editar.

  • D

    das Opções da Internet do menu Ferramentas.

  • E

    das Opções da Internet do menu Formatar.

137243Questão 23|Informática|superior

As questões sobre os aplicativos consideram sempre a originalidade da versão referenciada e não quaisquer outras passíveis de

modificação (customização, parametrização, etc.) feita pelo usuário. As versões dos aplicativos são: Windows XP edição doméstica

(Português), Microsoft Office 2000 (editor de texto e planilha) e navegadores Mozilla Firefox 3.5.3 e Internet Explorer 8. Mouse padrão

destro.

O supervisor de um departamento solicitou a um funcionário que ele fizesse uma lista de itens de hardware e de software que estavam em seu poder. O funcionário tinha em sua posse, além de uma CPU com Windows XP, um hard disk, um pen drive onde tinha gravado o Windows Media Player, e uma unidade de CD-ROM. Na CPU ele tinha instalado também o MS-Word e a Calculadora do Windows. Nessa situação, na lista que o funcionário fez corretamente constavam

  • A

    dois itens de hardware e três de software.

  • B

    três itens de hardware e quatro de software.

  • C

    três itens de hardware e cinco de software.

  • D

    quatro itens de hardware e três de software.

  • E

    quatro itens de hardware e quatro de software.

137244Questão 24|Informática|superior

As questões sobre os aplicativos consideram sempre a originalidade da versão referenciada e não quaisquer outras passíveis de

modificação (customização, parametrização, etc.) feita pelo usuário. As versões dos aplicativos são: Windows XP edição doméstica

(Português), Microsoft Office 2000 (editor de texto e planilha) e navegadores Mozilla Firefox 3.5.3 e Internet Explorer 8. Mouse padrão

destro.

Prestam-se a cópias de segurança (backup)

  • A

    quaisquer um destes: DVD; CD-ROM; disco rígido externo ou cópia externa, quando os dados são enviados para um provedor de serviços via internet.

  • B

    apenas estes: CD-ROM; disco rígido e cópia externa, quando os dados são enviados para um provedor de serviços via internet.

  • C

    apenas estes: DVD, CD-ROM e disco rígido externo.

  • D

    apenas estes: CD-ROM e disco rígido externo.

  • E

    apenas estes: DVD e CD-ROM.

137245Questão 25|Informática|superior

As questões sobre os aplicativos consideram sempre a originalidade da versão referenciada e não quaisquer outras passíveis de

modificação (customização, parametrização, etc.) feita pelo usuário. As versões dos aplicativos são: Windows XP edição doméstica

(Português), Microsoft Office 2000 (editor de texto e planilha) e navegadores Mozilla Firefox 3.5.3 e Internet Explorer 8. Mouse padrão

destro.

Foi solicitado que, no editor de textos, fosse aplicado o Controle de linhas órfãs/viúvas. Para tanto, esta opção pode ser habilitada na aba Quebras de linha e de página, no menu/Opção

  • A

    Arquivo/Configurar página.

  • B

    Formatar/Parágrafo.

  • C

    Formatar/Tabulação.

  • D

    Exibir/Normal.

  • E

    Ferramentas/Estilo.

137246Questão 26|Informática|superior

As questões sobre os aplicativos consideram sempre a originalidade da versão referenciada e não quaisquer outras passíveis de

modificação (customização, parametrização, etc.) feita pelo usuário. As versões dos aplicativos são: Windows XP edição doméstica

(Português), Microsoft Office 2000 (editor de texto e planilha) e navegadores Mozilla Firefox 3.5.3 e Internet Explorer 8. Mouse padrão

destro.

O chefe do departamento financeiro apresentou a um funcionário uma planilha contendo o seguinte: 63f51847ae05e742f61a01e356248a0fef1a0130b21e96a3e299a1e8875a1852-26-0.jpg

Em seguida solicitou ao funcionário que selecionasse as 6 células (de A1 até C2) e propagasse o conteúdo selecionado para as 6 células seguintes (de A3 até C4), arrastando a alça de preenchimento habilitada na borda inferior direita de C2. Após essa operação, o respectivo resultado contido nas células C3 e C4 ficou

  • A

    11 e 13.

  • B

    13 e 15.

  • C

    15 e 19.

  • D

    17 e 19.

  • E

    17 e 21.

137247Questão 27|Português|superior

Cultura de massa e cultura popular

O poder econômico expansivo dos meios de

comunicação parece ter abolido, em vários momentos e

lugares, as manifestações da cultura popular, reduzindo-as à

função de folclore para turismo. Tal é a penetração de certos

programas de rádio e TV junto às classes pobres, tal é a

aparência de modernização que cobre a vida do povo em todo o

território brasileiro, que, à primeira vista, parece não ter sobrado

mais nenhum espaço próprio para os modos de ser, pensar e

falar, em suma, viver, tradicionais e populares.

A cultura de massa entra na casa do caboclo e do

trabalhador da periferia, ocupando-lhe as horas de lazer em que

poderia desenvolver alguma forma criativa de autoexpressão;

eis o seu primeiro tento. Em outro plano, a cultura de massa

aproveita-se dos aspectos diferenciados da vida popular e os

explora sob a categoria de reportagem popularesca e de

turismo. O vampirismo é assim duplo e crescente; destrói-se por

dentro o tempo próprio da cultura popular e exibe-se, para

consumo do telespectador, o que restou desse tempo, no

artesanato, nas festas, nos ritos. Poderíamos, aqui, configurar

com mais clareza uma relação de aparelhos econômicos

industriais e comerciais que exploram, e a cultura popular, que é

explorada. Não se pode, de resto, fugir à luta fundamental: é o

capital à procura de matéria-prima e de mão de obra para

manipular, elaborar e vender. A macumba na televisão, a escola

de samba no Carnaval estipendiado para o turista, são

exemplos de conhecimento geral.

No entanto, a dialética é uma verdade mais séria do que

supõe a nossa vã filosofia. A exploração, o uso abusivo que a

cultura de massa faz das manifestações populares não foi ainda

capaz de interromper para sempre o dinamismo lento, mas

seguro e poderoso da vida arcaico-popular, que se reproduz

quase organicamente em microescalas, no interior da rede

familiar e comunitária, apoiada pela socialização do parentesco,

do vicinato e dos grupos religiosos.

(Alfredo Bosi.

Dialética da colonização

. S. Paulo: Companhia

das Letras, 1992, pp. 328-29)

Um mesmo fenômeno é expresso pelos segmentos:

  • A

    poder econômico expansivo e socialização do parentesco.

  • B

    aparência de modernização e forma criativa de autoexpressão.

  • C

    aspectos diferenciados da vida popular e reportagem popularesca.

  • D

    aparelhos econômicos e a dialética é uma verdade mais séria.

  • E

    o dinamismo lento e se reproduz quase organicamente.

137248Questão 28|Português|superior

Cultura de massa e cultura popular

O poder econômico expansivo dos meios de

comunicação parece ter abolido, em vários momentos e

lugares, as manifestações da cultura popular, reduzindo-as à

função de folclore para turismo. Tal é a penetração de certos

programas de rádio e TV junto às classes pobres, tal é a

aparência de modernização que cobre a vida do povo em todo o

território brasileiro, que, à primeira vista, parece não ter sobrado

mais nenhum espaço próprio para os modos de ser, pensar e

falar, em suma, viver, tradicionais e populares.

A cultura de massa entra na casa do caboclo e do

trabalhador da periferia, ocupando-lhe as horas de lazer em que

poderia desenvolver alguma forma criativa de autoexpressão;

eis o seu primeiro tento. Em outro plano, a cultura de massa

aproveita-se dos aspectos diferenciados da vida popular e os

explora sob a categoria de reportagem popularesca e de

turismo. O vampirismo é assim duplo e crescente; destrói-se por

dentro o tempo próprio da cultura popular e exibe-se, para

consumo do telespectador, o que restou desse tempo, no

artesanato, nas festas, nos ritos. Poderíamos, aqui, configurar

com mais clareza uma relação de aparelhos econômicos

industriais e comerciais que exploram, e a cultura popular, que é

explorada. Não se pode, de resto, fugir à luta fundamental: é o

capital à procura de matéria-prima e de mão de obra para

manipular, elaborar e vender. A macumba na televisão, a escola

de samba no Carnaval estipendiado para o turista, são

exemplos de conhecimento geral.

No entanto, a dialética é uma verdade mais séria do que

supõe a nossa vã filosofia. A exploração, o uso abusivo que a

cultura de massa faz das manifestações populares não foi ainda

capaz de interromper para sempre o dinamismo lento, mas

seguro e poderoso da vida arcaico-popular, que se reproduz

quase organicamente em microescalas, no interior da rede

familiar e comunitária, apoiada pela socialização do parentesco,

do vicinato e dos grupos religiosos.

(Alfredo Bosi.

Dialética da colonização

. S. Paulo: Companhia

das Letras, 1992, pp. 328-29)

Quanto à concordância verbal, está inteiramente correta a frase:

  • A

    Devem-se ressaltar, nos meios de comunicação, a constância com que promovem abusos, na exploração da cultura popular.

  • B

    Nem mesmo um pequeno espaço próprio querem conceder à cultura popular os que a exploram por interesses estritamente econômicos.

  • C

    Restam das festas, dos ritos e dos artesanatos da cultura popular pouco mais que um resistente núcleo de práticas comunitárias

  • D

    Muita gente acredita que se devem imputar aos turistas a responsabilidade por boa parte desses processos de falseamento da cultura popular.

  • E

    Produzem-se nas pequenas células comunitárias, a despeito das pressões da cultura de massa, lento e seguro dinamismo de cultura popular.

137249Questão 29|Português|superior

Assédio eletrônico

Quem já se habituou ao desgosto de receber textos não

solicitados de cem páginas aguardando sua leitura? Ou quem

não se irrita por ser destinatário de mensagens automáticas que

nem lhe dizem respeito? E, mesmo sem aludir a entes mais

sinistros como os hackers e os vírus, como aturar os abusos da

propaganda que vem pelo computador, sob pretexto da

liberdade de acesso à informação?

Entre as vantagens do correio eletrônico - indiscutíveis

-, a pergunta que anda percorrendo todas as bocas visa a

apurar se a propagação do e-mail veio ressuscitar a carta. A

esta altura, o e-mail lembra mais o deus dos começos, Janus

Bifronte, a quem era consagrado o mês de janeiro. No templo

de Roma ostentava duas faces, uma voltada para a frente e

outra para trás. A divindade presidia simultaneamente à morte e

ao ressurgimento do ciclo anual, postada na posição

privilegiada de olhar nas duas direções, para o passado e para

o futuro. Analogamente, o e-mail tanto pode estar completando

a obsolescência da carta como pode dar-lhe alento novo.

Sem dúvida, o golpe certeiro na velha prática da

correspondência, de quem algumas pessoas, como eu, andam

com saudades, não foi desferido pelo e-mail nem pelo fax. O

assassino foi o telefone, cuja difusão, no começo do século XX,

quase exterminou a carta, provocando imediatamente enorme

diminuição em sua frequência. A falta foi percebida e muita

gente, à época, lamentou o fato e o registrou por escrito.

Seria conveniente pensar qual é a lacuna que se

interpõe entre a carta e o e-mail. Podem-se relevar três pontos

em que a diferença é mais patente. O primeiro é o suporte, que

passou do papel para o impulso eletrônico. O segundo é a

temporalidade: nada poderia estar mais distante do e-mail do

que a concepção de tempo implicada na escritura e envio de

uma carta. Costumava-se começar por um rascunho; passavase

a limpo, em letra caprichada, e escolhia-se o envelope

elegante - tudo para enfrentar dias, às vezes semanas, de

correio. O terceiro aspecto a ponderar é a tremenda invasão da

privacidade que a Internet propicia. Na pretensa cumplicidade

trazida pelo correio eletrônico, as pessoas dirigem-se a quem

não conhecem a propósito de assuntos sem interesse do infeliz

destinatário.

(Walnice Nogueira Galvão,

O tapete afegão

)

A lembrança da imagem de Janus Bifronte ocorre por conta de uma específica duplicidade, representada pelos segmentos:

  • A

    vantagens do correio eletrônico // propagação do email.

  • B

    receber textos não solicitados // ser destinatário de mensagens automáticas.

  • C

    obsolescência da carta // dar-lhe alento novo.

  • D

    lacuna que se interpõe // entre a carta e o e-mail.

  • E

    invasão da privacidade // pretensa cumplicidade.

137250Questão 30|Português|superior

Assédio eletrônico

Quem já se habituou ao desgosto de receber textos não

solicitados de cem páginas aguardando sua leitura? Ou quem

não se irrita por ser destinatário de mensagens automáticas que

nem lhe dizem respeito? E, mesmo sem aludir a entes mais

sinistros como os hackers e os vírus, como aturar os abusos da

propaganda que vem pelo computador, sob pretexto da

liberdade de acesso à informação?

Entre as vantagens do correio eletrônico - indiscutíveis

-, a pergunta que anda percorrendo todas as bocas visa a

apurar se a propagação do e-mail veio ressuscitar a carta. A

esta altura, o e-mail lembra mais o deus dos começos, Janus

Bifronte, a quem era consagrado o mês de janeiro. No templo

de Roma ostentava duas faces, uma voltada para a frente e

outra para trás. A divindade presidia simultaneamente à morte e

ao ressurgimento do ciclo anual, postada na posição

privilegiada de olhar nas duas direções, para o passado e para

o futuro. Analogamente, o e-mail tanto pode estar completando

a obsolescência da carta como pode dar-lhe alento novo.

Sem dúvida, o golpe certeiro na velha prática da

correspondência, de quem algumas pessoas, como eu, andam

com saudades, não foi desferido pelo e-mail nem pelo fax. O

assassino foi o telefone, cuja difusão, no começo do século XX,

quase exterminou a carta, provocando imediatamente enorme

diminuição em sua frequência. A falta foi percebida e muita

gente, à época, lamentou o fato e o registrou por escrito.

Seria conveniente pensar qual é a lacuna que se

interpõe entre a carta e o e-mail. Podem-se relevar três pontos

em que a diferença é mais patente. O primeiro é o suporte, que

passou do papel para o impulso eletrônico. O segundo é a

temporalidade: nada poderia estar mais distante do e-mail do

que a concepção de tempo implicada na escritura e envio de

uma carta. Costumava-se começar por um rascunho; passavase

a limpo, em letra caprichada, e escolhia-se o envelope

elegante - tudo para enfrentar dias, às vezes semanas, de

correio. O terceiro aspecto a ponderar é a tremenda invasão da

privacidade que a Internet propicia. Na pretensa cumplicidade

trazida pelo correio eletrônico, as pessoas dirigem-se a quem

não conhecem a propósito de assuntos sem interesse do infeliz

destinatário.

(Walnice Nogueira Galvão,

O tapete afegão

)

Está adequada a correlação entre os tempos e modos verbais na frase:

  • A

    A pergunta que percorresse todas as bocas visa a apurar se a propagação do e-mail venha a ressuscitar a carta.

  • B

    Quem não se irritava por ter sido destinatário de mensagens automáticas que não lhe dirão respeito?

  • C

    O e-mail tanto poderia estar completando a obsolescência da carta como pudesse estar representando um novo alento para ela.

  • D

    Teria sido conveniente pensar qual fosse a lacuna que se interponha entre a carta e o e-mail.

  • E

    Nada pode estar mais distante do e-mail do que o tempo que se costuma levar para que uma carta seja escrita e postada.

Economista - 2010 | Prova