Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Agente Administrativo - 2014


Página 1  •  Total 50 questões
69755Questão 1|Português|médio

Enrolando a língua

Leio com frequência coisas assim: “as milhões de pessoas”... Me digam, milhões agora é feminino? Ah, é porque se trata de pessoas? Ao que saiba, a palavra milhão, como a palavra litro ou dúzia, indica quantidade: um milhão de alguma coisa; não é isso ou eu estou atrasado? Será então que devemos dizer uma litro de água porque água é feminino, e dois dúzias de ovos porque ovo é masculino? Devo insistir no uso correto da língua ou isto é coisa ultrapassada? Confesso que ando meio confuso.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://portalliteral.terra.com.br. Acesso em: 09/01/2013.)

O autor faz questionamentos que demonstram um posicionamento

  • A

    crítico em relação ao uso que faz da língua, afirmando ser ultrapassado.

  • B

    contrário ao uso da variedade coloquial da língua em determinadas situações.

  • C

    de descrença em relação ao uso, denominado por ele como correto, da língua

  • D

    favorável a aspectos que determinam a evolução da língua através dos tempos.

69756Questão 2|Português|médio

Enrolando a língua

Leio com frequência coisas assim: “as milhões de pessoas”... Me digam, milhões agora é feminino? Ah, é porque se trata de pessoas? Ao que saiba, a palavra milhão, como a palavra litro ou dúzia, indica quantidade: um milhão de alguma coisa; não é isso ou eu estou atrasado? Será então que devemos dizer uma litro de água porque água é feminino, e dois dúzias de ovos porque ovo é masculino? Devo insistir no uso correto da língua ou isto é coisa ultrapassada? Confesso que ando meio confuso.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://portalliteral.terra.com.br. Acesso em: 09/01/2013.)

Em “Ao que saiba, a palavra milhão, como a palavra litro ou dúzia, indica quantidade: um milhão de alguma coisa; não é isso ou eu estou atrasado?”, o autor utiliza como recurso argumentativo para expressar seus questionamentos um(a)

  • A

    citação.

  • B

    exemplo.

  • C

    comparação.

  • D

    enumeração.

69757Questão 3|Português|médio

Gerador de frases machistas

Campanha da ONU tenta mudar estereótipos femininos que se propagam em sistemas de buscas na internet.

Dessa os internautas de língua portuguesa escaparam por pouco. O órgão das Nações Unidas para a igualdade de gênero lançou campanha mundial em novembro deste 2013 contra o machismo entranhado nos sistemas de busca da internet. O preenchimento automático do Google sugere ao usuário uma lista dos termos mais procurados ligados aos termos digitados.

Ao digitar “women shouldn’t” (mulheres não devem) no campo de pesquisa, o publicitário Christopher Hunt (diretor de arte da agência Ogilvy & Mather, em Dubai, nos Emirados Árabes) percebeu que a ferramenta autocompletar frases sugeria construções como “mulheres não devem trabalhar”, “ter direitos”, “votar”, “falar na igreja”, “serem dignas de confiança” ou como “mulheres precisam ser disciplinadas”. A busca pela mesma expressão, com a palavra “homem” como sujeito, traz resultados bem diferentes: “homem não deve chorar”, “ser bonzinho” etc.

Em português, a expressão “mulheres não devem” não enumera sugestões sexistas ao Google, ao menos nas buscas mais populares no Brasil. Os estereótipos emergem, na verdade, quando o termo pesquisado é “mulherada”.

(Língua Portuguesa, Dez/2013.)

Os elementos de coesão são responsáveis pela clareza do texto. Ao iniciar o texto usando o pronome demonstrativo, é feita uma referência à

  • A

    mudança de estereótipos femininos.

  • B

    busca na Internet por estereótipos femininos.

  • C

    campanha da ONU para a igualdade de gênero.

  • D

    situação tratada quanto ao “gerador de frases machistas”.

69758Questão 4|Português|médio

Gerador de frases machistas

Campanha da ONU tenta mudar estereótipos femininos que se propagam em sistemas de buscas na internet.

Dessa os internautas de língua portuguesa escaparam por pouco. O órgão das Nações Unidas para a igualdade de gênero lançou campanha mundial em novembro deste 2013 contra o machismo entranhado nos sistemas de busca da internet. O preenchimento automático do Google sugere ao usuário uma lista dos termos mais procurados ligados aos termos digitados.

Ao digitar “women shouldn’t” (mulheres não devem) no campo de pesquisa, o publicitário Christopher Hunt (diretor de arte da agência Ogilvy & Mather, em Dubai, nos Emirados Árabes) percebeu que a ferramenta autocompletar frases sugeria construções como “mulheres não devem trabalhar”, “ter direitos”, “votar”, “falar na igreja”, “serem dignas de confiança” ou como “mulheres precisam ser disciplinadas”. A busca pela mesma expressão, com a palavra “homem” como sujeito, traz resultados bem diferentes: “homem não deve chorar”, “ser bonzinho” etc.

Em português, a expressão “mulheres não devem” não enumera sugestões sexistas ao Google, ao menos nas buscas mais populares no Brasil. Os estereótipos emergem, na verdade, quando o termo pesquisado é “mulherada”.

(Língua Portuguesa, Dez/2013.)

De acordo com o texto, a expressão “mulheres não devem” era autocompletada com expressões prontas. A respeito dos complementos, é correto afirmar que “trabalhar” e “votar” constituem

  • A

    complementos nominais exigidos pelo verbo dever.

  • B

    junto à expressão que os antecede, uma locução verbal.

  • C

    um estado do sujeito indicado em “mulheres não devem”.

  • D

    complementos desnecessários para o entendimento da expressão anterior.

69759Questão 5|Português|médio

Gerador de frases machistas

Campanha da ONU tenta mudar estereótipos femininos que se propagam em sistemas de buscas na internet.

Dessa os internautas de língua portuguesa escaparam por pouco. O órgão das Nações Unidas para a igualdade de gênero lançou campanha mundial em novembro deste 2013 contra o machismo entranhado nos sistemas de busca da internet. O preenchimento automático do Google sugere ao usuário uma lista dos termos mais procurados ligados aos termos digitados.

Ao digitar “women shouldn’t” (mulheres não devem) no campo de pesquisa, o publicitário Christopher Hunt (diretor de arte da agência Ogilvy & Mather, em Dubai, nos Emirados Árabes) percebeu que a ferramenta autocompletar frases sugeria construções como “mulheres não devem trabalhar”, “ter direitos”, “votar”, “falar na igreja”, “serem dignas de confiança” ou como “mulheres precisam ser disciplinadas”. A busca pela mesma expressão, com a palavra “homem” como sujeito, traz resultados bem diferentes: “homem não deve chorar”, “ser bonzinho” etc.

Em português, a expressão “mulheres não devem” não enumera sugestões sexistas ao Google, ao menos nas buscas mais populares no Brasil. Os estereótipos emergem, na verdade, quando o termo pesquisado é “mulherada”.

(Língua Portuguesa, Dez/2013.)

Ao substituir o sujeito da expressão “mulheres não devem trabalhar” pela palavra “homem”, de acordo com o texto, ocorrem “resultados bem diferentes”, significando que

  • A

    o efeito machista a que o título do texto faz referência é eliminado.

  • B

    a forma verbal “devem” é substituída, obrigatoriamente, por “deve”.

  • C

    “chorar” e “trabalhar” pertencem a classes gramaticais de palavras diferentes.

  • D

    os complementos possuem um efeito de sentido diferente para homens e mulheres.

69760Questão 6|Português|médio

É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa (...).

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988.)

A relação estabelecida pelos elementos destacados contribui para a organização dos enunciados do texto. A partir desta perspectiva, assinale a relação corretamente indicada.

  • A

    “[...] se bem que seja um penar jubiloso.” – condição

  • B

    “[...] preocupa e acende nela o facho da ação, que a torna feliz.” – adição

  • C

    “[...] tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) [...]”– explicação

  • D

    “[...] sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar.” – causa

69761Questão 7|Português|médio

É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa (...).

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988.)

Os elementos destacados em “Todo sofrimento alheio

a

preocupa e acende

nela

o facho da ação, que

a

torna feliz.” são responsáveis por importantes funções de coesão textual, estabelecendo vínculos com elementos já anunciados. Com base no trecho anterior, marque

V

para as afirmativas verdadeiras e

F

para as falsas.

( ) Os pronomes destacados possuem o mesmo referente, indicado anteriormente no texto.

( ) Os dois registros do pronome “a” podem ser substituídos pelo pronome “lhe”.

( ) O uso do pronome pessoal reto “ela” (nela), nesse caso, só é permitido porque está antecedido de preposição.

A sequência está correta em

  • A

    F, V, F.

  • B

    V, V, F.

  • C

    V, F, V.

  • D

    V, V, V.

69762Questão 8|Português|médio

É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa (...).

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988.)

Dissertar significa debater um tema, ou seja, apresentar uma tese e encontrar argumentos para defendê-la. Considerando tal pressuposto, é correto afirmar que o ponto de vista assumido no texto defende que

  • A

    a distinção entre “gente” e “bicho” é inadequada em qualquer situação.

  • B

    pessoas menos sensíveis são mais suscetíveis a problemas do que as outras.

  • C

    as ações solidárias, de ajuda ao próximo, são trabalhosas, mas causam satisfação.

  • D

    todo sofrimento deve ser evitado, não importando tratar-se de “gente” ou “bicho”.

69763Questão 9|Português|médio

associated-text-5d3466e18e50291b4ba8906e57585a9dfe6f08bed2c7a4a56eced871fa42002d-9-0..jpg

Acerca das expressões utilizadas na tirinha – “vista para o lago”, “ecologicamente planejado” e “aconchegante” –, é correto afirmar que indicam

  • A

    a descrição feita pelo homem em seu sentido real.

  • B

    a intenção de tornar o imóvel agradável e desejado em sua descrição.

  • C

    que os argumentos do homem foram aceitos e utilizados pelo cachorro.

  • D

    a substituição de uma linguagem informal por uma linguagem técnica, necessária ao contexto.

69764Questão 10|Português|médio

associated-text-5d3466e18e50291b4ba8906e57585a9dfe6f08bed2c7a4a56eced871fa42002d-10-0..jpg

Na expressão “Os cômodos são

ridiculamente

pequenos!”, o termo em destaque está diretamente ligado ao adjetivo “pequenos” e estabelece, na frase, uma relação de sentido de

  • A

    meio.

  • B

    causa.

  • C

    modo.

  • D

    intensidade.

Agente Administrativo - 2014 | Prova