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Economista - 2016


Página 1  •  Total 60 questões
134622Questão 1|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

PENSAR É TRANSGREDIR Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos – para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar! ” [...] LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005. p. 21. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/MjgzMzA0/. Acesso em: 23 set. 2016. No segundo parágrafo, a conjunção “mas”, que inicia o período, exerce uma função importante na estrutura textual, pois estabelece relação de sentido (oposição ou contraste) entre dois enunciados. Isso significa dizer que a autora

  • A

    somente iria deixar para reinventar-se posteriormente.

  • B

    teria que sair de sua zona de conforto para reinventar-se.

  • C

    entendeu, naquele momento, numa inspiração súbita, o que antes não sabia.

  • D

    já sabia que “viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos”.

  • E

    somente aprendeu a lidar com as inquietações cotidianas naquele momento.

134623Questão 2|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

São Paulo Olímpica: tocha chega _____ capital paulista neste domingo e passa por seus lugares mais emblemáticos Personagens ligados ao esporte, _____ cultura e _____ diversidade farão parte do revezamento da chama pela cidade. Disponível em: https://www.rio2016.com/noticias/. Acesso em: 23 jul. 2016. Os vocábulos que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do texto são

  • A

    a / à / a.

  • B

    a / à / à.

  • C

    à / a / à.

  • D

    à / à / a.

  • E

    à / à / à.

134624Questão 3|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Brasis Seu Jorge [...] É negro, é branco, é nissei é verde, é índio peladão é mameluco, é cafuzo, é confusão [...] Oh Pindorama quero seu Porto Seguro suas palmeiras, suas peras, seu café suas riquezas, praias, cachoeiras quero ver o seu povo de cabeça em pé Disponível em: https://www.vagalume.com.br/seu-jorge/brasis.html. Acesso em: 23 jul. 2016. A partir da leitura do fragmento textual, é correto afirmar que ele

  • A

    aborda o pluralismo representado pelas classes sociais instauradas desde a colonização do Brasil.

  • B

    aborda historicamente os idiomas que influenciaram a variação existente no português.

  • C

    se refere apenas às questões regionalistas brasileiras, as quais são abrangentes.

  • D

    apresenta o pluralismo étnico e cultural na formação da sociedade brasileira.

  • E

    apresenta ideias que dizem respeito à economia brasileira.

134625Questão 4|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

730023404992b5e43327de9b50e1184f76cb82c22dd28e95378d5b5e911cef80-4-0..png Acesso em: 25 jul. 2016.

Considerando as análises do período exposto na placa, dadas as afirmativas, I. O período é simples, oração absoluta. II. O termo “vagas” desempenha função sintática de sujeito. III. A oração apresenta sujeito indeterminado. IV. O verbo “haver” classifica-se como impessoal. verifica-se que estão corretas apenas

  • A

    I e III.

  • B

    I e IV.

  • C

    II e III.

  • D

    I, II e IV.

  • E

    II, III e IV.

134626Questão 5|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

730023404992b5e43327de9b50e1184f76cb82c22dd28e95378d5b5e911cef80-5-0..png Disponível em: http://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/40380801991/por-fernando-gonsales. Acesso em: 24 jul. 2016. Dadas as afirmativas sobre os mecanismos linguísticos empregados na tirinha, I. No segmento: “MEU ANALISTA VIVE ME FALANDO ISSO!” (2º quadrinho), o pronome demonstrativo “isso” funciona como elemento catafórico, uma vez que se refere ao que foi proferido anteriormente pelo rato. II. O conectivo conjuncional “mas” (3º quadrinho) indica que a minhoca não compreendeu a fala do analista. III. Há, no segmento “MAS EU NÃO VENÇO!” (3º quadrinho), elipse de um termo, o qual pode ser recuperado pelo contexto. verifica-se que está(ão) correta(s)

  • A

    II, apenas.

  • B

    III, apenas.

  • C

    I e II, apenas.

  • D

    I e III, apenas.

  • E

    I, II e III.

134627Questão 6|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Nas orações “A nota da imprensa esclareceu pontos obscuros do edital” e “A invenção da imprensa é creditada a Johannes Gutenberg”, os trechos destacados constituem, respectivamente,

  • A

    objeto direto e agente da passiva.

  • B

    complemento nominal e objeto direto.

  • C

    adjunto adnominal e adjunto adverbial.

  • D

    adjunto adnominal e complemento nominal.

  • E

    complemento nominal e predicativo do sujeito.

134628Questão 7|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Em uma matéria de teor jurídico sobre responsabilidade objetiva indireta, entendida como aquela em que alguém assume as consequências dos atos de alguém que está sob sua responsabilidade, lemos o seguinte título/chamada: “MEU FILHO QUEBROU A JANELA DO VIZINHO”. Disponível em: http://dcfreitasdireito.jusbrasil.com.br/artigos/323386067/meu-filho-quebrou-a-janela-do-vizinho. Acesso em: 12 jul. 2016. Na reescrita dessa oração para a voz passiva, evidencia-se que:

  • A

    O objeto direto passa a sujeito e o sujeito passa a objeto direto.

  • B

    O sujeito passa a agente da passiva e o objeto direto passa a sujeito.

  • C

    O sujeito passa a agente da passiva e o objeto indireto passa a sujeito.

  • D

    O objeto direto passa a agente da passiva e o sujeito passa a objeto direto.

  • E

    O sujeito passa a agente da passiva e o objeto direto passa a objeto indireto.

134629Questão 8|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Não limite a cultura Entre os erros mais comuns dos executivos está o de querer imitar uma cultura, seja uma que está na moda ou a proferida por organizações de sucesso. Nunca se falou tanto, por exemplo, em ‘cultura de inovação’, ‘orientada ao cliente’ ou ‘de resultado’, mas essas fórmulas nem sempre funcionam em todo cenário. “Não se pode esperar que os profissionais operando a caldeira de uma siderúrgica queiram inovar ou possam errar enquanto trabalham em um contexto de risco”, diz Cláudio Garcia, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento organizacional da consultoria Lee Hecht Harrison. REVISTA VOCÊ RH. out./nov. 2015. Ed. 40. p. 26. Dadas as afirmativas quanto à linguagem e considerando o período destacado no texto, I. O autor oculta os agentes da ação, usando a impessoalidade. II. O autor adota certo distanciamento da objetividade discursiva, pelo emprego da linguagem pessoal. III. O autor usa a linguagem conotativa, representada pela primeira pessoa do discurso. IV. O autor explicita a objetividade por meio da estratégia da indeterminação do sujeito. verifica-se que estão corretas apenas

  • A

    I e IV.

  • B

    II e III.

  • C

    II e IV.

  • D

    I, II e III.

  • E

    I, III e IV.

134630Questão 9|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Como se forma uma caverna? A caverna se forma quando água ácida penetra no solo, entra em contato com rochas calcárias e as dissolve, formando “ocos” no relevo. Esse processo é o que define o surgimento da maioria dos tipos de caverna. Segundo a espeleologia, ramo da ciência que estuda o assunto, caverna é toda cavidade natural rochosa com dimensões que permitam o acesso de seres humanos. Mas essa definição também abrange outras formas, como as cavernas em geleiras, recifes de coral ou rochas não calcárias. Outras variedades surgem provocadas por erosão, lava ou substâncias produzidas por bactérias. Seja qual for o tipo, elas são importantes não só para curiosos, mas para os cientistas também. “As cavernas são um baú fabuloso de recordações da história do planeta e da vida”, diz o espeleólogo Clayton Ferreira Lino, coordenador da Rede Brasileira de Reservas da Biosfera. Dentro desse baú, há informações sobre a história geológica da Terra, a formação da vida no planeta e a evolução do ser humano. Enquanto usavam as cavernas como casa, esconderijo e até como templo, nossos ancestrais deixaram inscrições nas paredes, fósseis e materiais que dão pistas de como era a vida na época das cavernas. Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-se-forma-uma-caverna. Acesso em: 24 jul. 2016. Assinale a alternativa correta a respeito dos aspectos sintático-semânticos dos fragmentos do texto.

  • A

    No segmento: “...entra em contato com rochas calcárias e as dissolve...”, a função sintática que o pronome em destaque exerce é de complemento nominal, uma vez que substitui o nome “rochas”.

  • B

    Em “ Segundo a espeleologia, ramo da ciência que estuda o assunto,...”, o elemento destacado, ao relacionar orações, denota circunstância de comparação.

  • C

    Em “...caverna é toda cavidade natural rochosa com dimensões que permitam o acesso de seres humanos...”, o pronome relativo substitui o antecedente e passa a exercer a função sintática de sujeito.

  • D

    Na definição “As cavernas são um baú fabuloso de recordações da história do planeta e da vida”, há a figura de linguagem metonímia, já que sugere mudança do sentido comum, podendo ser entendida como uma “comparação mental”.

  • E

    Os vocábulos “casa”, “esconderijo” e “templo”, em: “Enquanto usavam as cavernas como casa , esconderijo e até como templo, nossos ancestrais deixaram inscrições nas paredes...”, pertencem a um mesmo campo semântico, já que são hipônimos da palavra “paredes”.

134631Questão 10|Português|superior
2016
COPEVE-UFAL

Canção Olavo Bilac Dá-me as pétalas de rosa Dessa boca pequenina: Vem com teu riso, formosa! Vem com teu beijo, divina! Transforma num paraíso O inferno do meu desejo... Formosa, vem com teu riso! Divina, vem com teu beijo! Oh! Tu, que tornas radiosa Minh’alma, que a dor domina, Só com teu riso, formosa, Só com teu beijo, divina! Tenho frio, e não diviso Luz na treva em que me vejo: Dá-me o clarão do teu riso! Dá-me o fogo do teu beijo! Disponível em: https://pt.wikisource.org/wiki/. Acesso em: 23 jul. 2016. Dadas as afirmativas, considerando a constituição do gênero poético, I. No poema, observa-se a presença da interação, uma vez que há evocação do interlocutor. II. Para expressar a dependência do eu-lírico em relação à mulher amada, o poeta utiliza um recurso linguístico que é a alternância das formas verbais nos modos imperativo e indicativo. III. Há, no poema, um recurso linguístico usado pelo poeta: a recuperação da voz feminina através da citação direta e explícita. verifica-se que está(ão) correta(s)

  • A

    II, apenas.

  • B

    III, apenas.

  • C

    I e II, apenas.

  • D

    I e III, apenas.

  • E

    I, II e III.

Economista - 2016 | Prova