Agente de Polícia - 2022
Texto CG1A1-II
A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.
Norbert Elias. Sobre o tempo . Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).
Assinale a opção em que é gramaticalmente correta a substituição de termo destacado do texto CG1A1-II.
Texto CG1A1-II
A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.
Norbert Elias. Sobre o tempo . Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).
Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada para trecho destacado do texto CG1A1-II mantém a correção gramatical e as ideias nele veiculadas.
Texto CG1A1-II
A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.
Norbert Elias. Sobre o tempo . Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).
No quinto período do texto CG1A1-II, o conector “porquanto” introduz segmento de sentido
Texto CG1A1-II
A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.
Norbert Elias. Sobre o tempo . Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto CG1A1-II, julgue os itens a seguir.
I No primeiro período, as aspas são usadas para assinalar que o autor se refere a um conceito particular, pessoal, de universo, sociedade e natureza.
II O acréscimo de uma vírgula logo após “esta” (primeiro período) comprometeria a correção gramatical do texto. III Estaria mantida a correção gramatical do último período caso fosse inserido um travessão imediatamente depois da forma verbal “foi” e outro imediatamente depois de “ser”.
Assinale a opção correta.
Texto CG1A1-II
A contínua ampliação das sociedades humanas no interior do universo “físico”, alheio ao homem, contribuiu para estimular um modo de falar que sugere que “sociedade” e “natureza” ocupariam compartimentos separados, impressão esta que foi reforçada pelo desenvolvimento divergente das ciências naturais e das ciências sociais. Todavia, o problema do tempo coloca-se em termos tais que não podemos esperar resolvê-lo, se explorarmos suas dimensões física e social independentemente uma da outra. Se transformarmos em verbo o substantivo “tempo”, constataremos de imediato que não se pode separar inteiramente a determinação temporal dos acontecimentos sociais e a dos acontecimentos físicos. Com o desenvolvimento dos instrumentos de medição do tempo fabricados pelo homem, a determinação do tempo social ganhou autonomia, certamente, em relação à do tempo físico. A relação entre as duas foi se tornando indireta, mas nunca foi totalmente rompida, porquanto não pode sê-lo. Durante muito tempo, foram as necessidades sociais que motivaram a mensuração do tempo dos “corpos celestes”. É fácil mostrar como o desenvolvimento desse segundo tipo de medida foi e continua a ser dependente do desenvolvimento do primeiro tipo, a despeito das influências recíprocas.
Norbert Elias. Sobre o tempo . Rio de Janeiro:
Zahar, 1998, p. 38-9 (com adaptações).
Assinale a opção em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o trecho “a despeito das influências recíprocas”, no último período do texto CG1A1-II.
Texto CG1A2-I
P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”
Indicam-se, respectivamente, por X , Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P , sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W .
Assinale a opção em que é corretamente apresentada a relação determinada, no texto CG1A2-I, pela proposição P sobre os conjuntos X e Y .
Texto CG1A2-I
P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”
Indicam-se, respectivamente, por X , Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P , sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W .
Considerando que, no texto CG1A2-I, João seja uma das pessoas que compõem o conjunto Z , assinale a opção em que a proposição apresentada pode ser falsa.
Texto CG1A2-I
P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”
Indicam-se, respectivamente, por X , Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P , sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W .
Assinale a opção em que é expressa corretamente a negação da proposição “Ser uma pessoa boa já é o suficiente.”.
Texto CG1A2-I
P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”
Indicam-se, respectivamente, por X , Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P , sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W .
Considere que, na elaboração de uma prova de concurso, as opções correspondentes aos gabaritos oficiais das questões tenham sido escolhidas de modo independente umas das outras. Nessa hipótese, se, ao responder a questão X, o candidato escolher aleatoriamente a opção que será marcada no caderno de respostas, desconsiderada aquela que escolheu na questão anterior à questão X, e supondo-se que o candidato acerte a questão anterior à questão X, a probabilidade de que ele erre a questão X é
Texto CG1A2-I
P : “Deus ajuda quem cedo madruga.”
Indicam-se, respectivamente, por X , Y e Z os conjuntos das pessoas para as quais são verdadeiras as afirmações “Deus ajuda essa pessoa”, “essa pessoa cedo madruga” e a afirmação presente em P , sendo os referidos conjuntos supostamente não vazios, e indica-se por CWS o complementar de S em W .
Ao investigar um possível crime de parcelamento irregular de terras, um agente de polícia identificou o seguinte padrão no comportamento do suspeito: este vendeu um lote por dia na primeira semana, três lotes por dia na segunda, cinco lotes por dia na terceira, seguindo esse mesmo padrão até o fim da quinta semana, quando então foi preso em flagrante. Nessa situação hipotética, supondo-se que tenham sido vendidos lotes todos os dias durante esse período, o total de lotes vendidos foi de