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Agente de Polícia - 2018


Página 2  •  Total 80 questões
159799Questão 11|Português|superior

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O trabalhador é tomado como interlocutor do cartaz, o que se evidencia por meio do vocábulo

  • A

    “seu”.

  • B

    “segurança”.

  • C

    “orientação”.

  • D

    “acaso”.

  • E

    “acontecem”.

159800Questão 12|Português|superior

O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.

Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status , dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.

Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.

Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.

(Larissa Bittar. Revista Bula . www.revistabula.com. Adaptado)

A autora defende a opinião de que

  • A

    a dedicação exclusiva ao trabalho é justificável, quando gera alegria e satisfação pessoal.

  • B

    o lazer não pode ser substituído pelo trabalho, especialmente porque este não é fonte de prazer.

  • C

    o lazer deveria ser a única preocupação das pessoas e não o trabalho, como é comum.

  • D

    a busca por ascensão e dinheiro não deve ser vista como dignificante, pois compromete o lazer.

  • E

    o ideal é que se encontre prazer no trabalho, mas o lazer não deve ser negligenciado.

159801Questão 13|Português|superior

O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.

Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status , dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.

Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.

Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.

(Larissa Bittar. Revista Bula . www.revistabula.com. Adaptado)

Uma palavra que revela a crítica que a autora faz ao modo como as pessoas têm se relacionado com o trabalho está destacada em:

  • A

    “converter o dinheiro advindo do esforço” (4° parágrafo).

  • B

    “busca frenética por resultado” (2° parágrafo).

  • C

    ofício que se exerce” (4° parágrafo).

  • D

    “escolher entre sucesso e diversão” (3° parágrafo).

  • E

    “recusa à estagnação ” (2° parágrafo).

159802Questão 14|Português|superior

O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.

Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status , dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.

Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.

Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.

(Larissa Bittar. Revista Bula . www.revistabula.com. Adaptado)

A referência ao construtor, no terceiro parágrafo, serve para

  • A

    exemplificar que a opção pelo lazer pressupõe a recusa do sucesso.

  • B

    denunciar um comportamento cada vez mais raro entre as pessoas.

  • C

    mostrar como a dedicação excessiva ao trabalho pode levar à frustração.

  • D

    ilustrar o quanto o trabalho pode destruir a saúde física e mental de alguém.

  • E

    demonstrar que a preocupação com os bens materiais é antiética.

159803Questão 15|Português|superior

O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.

Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status , dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.

Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.

Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.

(Larissa Bittar. Revista Bula . www.revistabula.com. Adaptado)

Há palavras empregadas com sentido figurado em:

  • A

    “um construtor com o qual eu conversava me disse” (3° parágrafo).

  • B

    “me perguntei se era realmente preciso escolher” (3° parágrafo).

  • C

    “Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso” (2° parágrafo).

  • D

    “quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento” (2°parágrafo).

  • E

    “lamentou o pouco tempo passado com os netos” (3° parágrafo).

159804Questão 16|Português|superior

O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.

Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status , dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.

Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.

Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.

(Larissa Bittar. Revista Bula . www.revistabula.com. Adaptado)

Observa-se uma relação de causa e consequência, nessa ordem, na seguinte passagem:

  • A

    “Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce.” (4° parágrafo)

  • B

    “Não, porque é digna a recusa à estagnação.” (2° parágrafo)

  • C

    “‘Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.’” (1° parágrafo)

  • D

    “Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.” (1° parágrafo)

  • E

    “A questão é: trabalho é sempre trabalho.” (1° parágrafo)

159805Questão 17|Português|superior

A concordância nominal está de acordo com a norma-padrão em:

  • A

    A combinação entre sucesso profissional e lazer deve ser transformada em propósito de vida.

  • B

    Sucesso e diversão são compatível; aliás, trabalho sem diversão pode levar ao adoecimento.

  • C

    Preocupado em conquistar estabilidade financeira, nós acabamos não dando atenção ao lazer.

  • D

    É extremamente necessário a dedicação de algumas horas na semana ao convívio social.

  • E

    Ainda são muito escasso, em comparação com o tempo de trabalho, os momentos de diversão.

159806Questão 18|Português|superior

Assinale a frase que apresenta a regência correta, de acordo com a norma-padrão, no segmento destacado.

  • A

    Ela confessou de que tem trabalhado mais do que gostaria.

  • B

    Ele tem esperança a que logo terá mais tempo para o lazer.

  • C

    Ela partiu do pressuposto a que o trabalho dignifica o homem.

  • D

    Ele está convicto que é possível trabalhar e se divertir.

  • E

    Ela demonstrou a crença de que o lazer dignifica a vida.

159807Questão 19|Português|superior

Leia a tira. 37352f7c7e5346da8779c28f6b77623a68e607ff6b7965e74a083e6e47b5cd46-19-0.jpg Considerando a correlação entre as formas verbais, conforme a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com

  • A

    ver ... reporte

  • B

    vir ... reporte

  • C

    verá ... reporta

  • D

    veria ... reporte

  • E

    visse ... reporta

159808Questão 20|Português|superior

Assinale a alternativa correta no que se refere ao emprego dos elementos destacados.

  • A

    Após denunciar o sargento, o tenente chegou à ser chamado de “linguarudo”, xingamento do qual não se chateou.

  • B

    Acusado de revelar informações impróprias à respeito do sargento, o tenente alegou de que estava cumprindo ordens.

  • C

    O tenente foi advertido à não fazer menção aos hábitos alimentares do sargento, aos quais não são nada saudáveis.

  • D

    Os hábitos alimentares do sargento, a que o tenente fez menção, não parecem interessar à segurança interna.

  • E

    A segurança interna, departamento o qual foi encaminhada a denúncia sobre o sargento, não deu importância à ela.