Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Advogado - 2025


Página 1  •  Total 50 questões
165160Questão 1|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

Depreende‑se das ideias do texto que

  • A

    profissionais de saúde, entre os quais médicos, gestores e pesquisadores, tomam decisões calcadas em sua intuição do que é melhor para o paciente.

  • B

    contradições entre bom atendimento clínico e diversidade de abordagens científicas são dirimidas por escolhas impulsivas dos profissionais de saúde.

  • C

    a tomada de decisão clínica envolve a análise de evidências científicas, a experiência do profissional e as preferências do paciente.

  • D

    a relação médico‑paciente fica fragilizada quando o médico escuta o paciente na busca do melhor método para tratar as doenças.

  • E

    o profissional de saúde é desaconselhado de aplicar descobertas científicas a um paciente individual, como meio de se evitar tratamentos que tragam mais prejuízos que benefícios.

165161Questão 2|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

A ideia central do texto que mais se aproxima da sentença “fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana” (segundo parágrafo) é

  • A

    “implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas”

  • B

    “por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento”

  • C

    “deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico”.

  • D

    “calcada em valores humanitários e éticos”

  • E

    “sociedade que privilegia as responsabilidades individuais”.

165162Questão anuladaAnuladaQuestão 3|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto, na oração “profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente”, o termo “que”

  • A

    retoma o antecedente “experiência e formação” e introduz uma informação adicional sobre ele.

  • B

    exerce a função de adjunto adnominal do antecedente “experiência e formação”

  • C

    completa o sentido da forma verbal “tomam”.

  • D

    complementa o nome “profissionais”.

  • E

    expressa circunstância de modo.

165163Questão 4|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

No segundo parágrafo, o termo “Esse”, em “Esse processo de educação continuada”, refere‑se a

  • A

    “enfrentamento dos problemas de saúde”.

  • B

    “profissional de saúde”.

  • C

    “processo permanente de formação e instrução”.

  • D

    “ponto de vista tecnológico”.

  • E

    “padrão de doenças”.

165164Questão 5|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

No último parágrafo, a frase “tudo começa na boa relação médico‑paciente” significa que

  • A

    o paciente deve submeter‑se, sem resistência, às determinações do médico, que tem autonomia e individualidade para decidir o que é mais adequado.

  • B

    o ponto de partida para um cuidado eficaz do paciente e sua adesão ao tratamento é uma boa comunicação e a atenção do profissional às preferências do paciente.

  • C

    o médico deve fazer seu trabalho clínico, e não se preocupar com os problemas pessoais do paciente.

  • D

    o médico está desobrigado de explicar ao paciente as abordagens clínicas disponíveis.

  • E

    o tratamento e o cuidado médicos independem da eficiência da comunicação entre ambos.

165165Questão 6|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

No segundo parágrafo, o trecho “Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução.”, sem prejuízo da correção gramatical, poderia ser reescrito como

  • A

    Na dimensão educacional, enfrentar os problemas de saúde que impactam as populações, tanto as de países ricos quanto as de países pobres, exige a formação de profissionais que tenham responsabilidade social, consciência política e aptidão para participar continuamente de um processo de aprendizado e desenvolvimento profissional.

  • B

    Na dimensão educacional, o enfrentamento das mazelas de saúde que atinge as populações, especialmante as nações ricas como os países pobres, pressupõe a formação de profissionais socialmente responsáveis, com políticas conscientes e habilidosos em se envolver em uma jornada contínua de aprendizado e capacitação.

  • C

    O enfrentamento das enfermidades de saúde, na dimensão educacional que atingem as populações, tanto países ricos quanto países pobres, requer a preparação de profissionais socialmente responsável, políticamente consciente e qualificado à participação continua de um processo de aprendizado e desenvolvimento profissional.

  • D

    Sob a perspectiva educacional, encarar de frente os problemas de saúde que alcançam as populações tanto os povos ricos como os pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a engajar em um processo permanente de formação e instrução.

  • E

    Na dimensão educacional, o enfrentamento das moléstias que atinge as populações, tanto o de países ricos como o de países pobres, requer sejam formados profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e preparados para um treinamento e desenvolvimento constantes.

165166Questão 7|Português|superior
2025
Quadrix

No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir‑lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos.

Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem‑estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil.

Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico‑paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Internet:<www.scielo.br>

(com adaptações).

No final do último parágrafo do texto, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, a expressão “em detrimento das” poderia ser substituída por

  • A

    a favor das.

  • B

    em vez de.

  • C

    em vantagem de.

  • D

    em substituição às.

  • E

    em prejuízo das.

165167Questão 8|Matemática e Estatística|superior
2025
Quadrix

Michelangelo observou que o número máximo de pedaços que podem ser obtidos com cortes retos em uma pizza é dado por uma função polinomial do segundo grau. Com base nessa situação hipotética e sabendo‑se que, com 4 cortes, é possível obter até 11 pedaços, assinale a opção que apresenta o número máximo de pedaços que podem ser obtidos com 5 cortes retos.

  • A

    12

  • B

    13

  • C

    14

  • D

    15

  • E

    16

165168Questão 9|Raciocínio Lógico|superior
2025
Quadrix

Antes do início de uma partida, um time de futebol de salão decidiu tirar a tradicional foto com os 5 jogadores titulares alinhados lado a lado. O técnico fez apenas uma exigência: o goleiro Gael deveria ficar exatamente no centro da formação. Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o número de maneiras distintas pelas quais os jogadores podem ser organizados para essa foto.

  • A

    24

  • B

    60

  • C

    72

  • D

    120

  • E

    240

165169Questão 10|Raciocínio Lógico|superior
2025
Quadrix

Assinale a opção que apresenta uma proposição logicamente equivalente a “Se a maçã caiu na cabeça de Isaac, então Leonardo pintou uma mulher enigmática”.

  • A

    Se a maçã não caiu na cabeça de Isaac, então Leonardo não pintou uma mulher enigmática.

  • B

    Se Leonardo não pintou uma mulher enigmática, então a maçã não caiu na cabeça de Isaac.

  • C

    Ou a maçã caiu na cabeça de Isaac, ou Leonardo pintou uma mulher enigmática.

  • D

    A maçã caiu na cabeça de Isaac e Leonardo não pintou uma mulher enigmática.

  • E

    A maçã não caiu na cabeça de Isaac e Leonardo pintou uma mulher enigmática.

Advogado - 2025 | Prova