Assistente em Administração - 2016
A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015:
Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola
Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge.
Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado
A crônica tem um estilo bastante peculiar porque privilegia o aspecto
A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015:
Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola
Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge.
Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado
Depreende-se da leitura atenta do texto que há um motivo especial para que o cronista aborde como tema os serviços de um profissional como Jorge. Assinale-o.
A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015:
Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola
Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge.
Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado
Após a leitura atenta do texto, ficamos com a informação de que a Praça da Sé
A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015:
Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola
Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge.
Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado
Assinale a única alternativa que pode ser comprovada com alguma passagem do texto.
De acordo com as regras ortográficas em vigor, a única dupla de palavras corretamente hifenizadas é
Assinale a única alternativa que mostra uma frase escrita inteiramente de acordo com as regras de acentuação gráfica vigentes.
As alternativas abaixo mostram uma notícia publicada no Jornal do Comercio de 01/05/2015 transcrita com pontuações diferentes. Qual a única transcrição que está rigorosamente correta quanto ao uso dos sinais de pontuação?
“ATENÇÃO! Proibido estacionar no acesso a rampa, de segunda a sábado, das 7 as 18h. Sujeito a guincho!”
Para essa mensagem ser colocada numa placa na entrada do prédio, só faltava verificar quantos acentos de crase tinham de ser colocados de acordo com as normas da língua-padrão. Feita a consulta a um especialista, foram colocados os acentos corretos, a saber:
Um publicitário recebeu a incumbência de dar um nome original para o lançamento de uma promoção de viagens turísticas à África. Usando corretamente o radical erudito correspondente à ideia positiva da campanha, o publicitário apresentou ao cliente a palavra
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. (Manual de Redação da Presidência da República)
Sobre o trecho transcrito acima é correto afirmar que seu segundo período tem uma oração