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Técnico Judiciário - Área Administrativa - 2014


Página 1  •  Total 60 questões
139738Questão 1|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

O autor começa seu texto estabelecendo uma distinção entre dois tipos de pessoas: “gente-casa” e “gente- apartamento”. Sobre tais rótulos, considerando o primeiro parágrafo, é incorreto afirmar que:

  • A

    não têm a ver com o tamanho da pessoa, nem com o caráter.

  • B

    relacionam-se com o interior do indivíduo.

  • C

    a “fachada” pode apresentar uma falsa ideia do real.

  • D

    há, necessariamente, uma hierarquia entre eles.

139739Questão 2|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

Para construir seu texto, o autor fez uso recorrente de uma importante figura de linguagem. Trata-se da:

  • A

    metáfora.

  • B

    comparação.

  • C

    personificação.

  • D

    metonímia.

139740Questão 3|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

Ao longo do texto, percebe-se a ocorrência de diferentes tipos de sujeito. Assinale a opção em que ocorre erro na análise da classificação do tipo de sujeito dos verbos em destaque .

  • A

    Existe gente-casa e gente-apartamento.” - Sujeito composto.

  • B

    pessoas pequenas” - sujeito inexistente.

  • C

    “Ninguém é simples.” - Sujeito indeterminado.

  • D

    É sempre arriscado prejulgar” - Sujeito oracional.

139741Questão 4|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

O texto é uma crônica. Gênero em que o autor faz uso de várias estratégias lingüísticas para se aproximar do leitor. Todas as opções abaixo podem ser entendidas como uma dessas estratégias no texto de Veríssimo, menos uma. Assinale-a.

  • A

    Abordagem de um tema universalizante: as pessoas.

  • B

    Linguagem simbólica expressiva.

  • C

    Predomínio de vocábulos rebuscados como “adega” e “solário”.

  • D

    Uso de pronomes que apontem para o leitor.

139742Questão 5|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

“Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões.” Ocorre entre essas duas orações um paralelismo de estruturas sintáticas que contribui, inclusive, para a coesão textual. Sendo assim, assinale a opção em que se faz uma análise correta sobre os termos que as formam.

  • A

    Ambas possuem o mesmo sujeito, sendo também idênticas as classificações que eles recebem nas duas ocorrências.

  • B

    Em cada uma delas, ocorre um predicativo do sujeito que apresenta, porém, valores semânticos distintos.

  • C

    Os verbos que as formam são transitivos diretos.

  • D

    “Algumas” e “não”, na primeira oração, são exemplos de adjuntos adverbiais.

139743Questão 6|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel .”

Considere o fragmento acima, e assinale a opção em que se faz um comentário linguístico inadequado sobre ele.

  • A

    O verbo “têm” está acentuado pois concorda com o pronome relativo “que” usado anteriormente.

  • B

    O uso da forma verbal “pode”, em suas duas ocorrências, revela um sentido de possibilidade.

  • C

    Os vocábulos “armadilha” e “bordel” estão relacionados por um conectivo e ambos possuem conotação negativa no texto.

  • D

    O vocábulo “uma”, em suas duas ocorrências, é classificado como artigo indefinido.

139744Questão 7|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

Ao afirmar, no segundo parágrafo, que “todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão” pode-se perceber que:

  • A

    “casa” e “porão” apresentam o mesmo valor semântico.

  • B

    revela-se uma aparente incoerência em relação à distinção inicial: “gente-casa” e “gente-apartamento” .

  • C

    “porão” configura algo mais amplo e obscuro que a própria casa.

  • D

    a expressão “todo mundo” não assume caráter generalizante.

139745Questão 8|Português|médio

Texto

Gente-casa

Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.

Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.

(VERlSSIMO, Luís Fernando.

O Melhor das Comédias da Vida Privada

. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)

Na construção do termo “gente-casa”, o autor explora possibilidades de arranjos morfológicos e o potencial de formação de palavras na Língua. Observe as afirmações abaixo :

I. “gente” é o termo determinado do composto. II. “casa” é o termo determinante do composto. III. O hífen foi utilizado para marcar uma unidade morfológica e semântica. IV. O processo que originou tal construção foi a derivação.

São corretas as seguintes afirmações:

  • A

    I e II apenas.

  • B

    II e IV apenas.

  • C

    I, II e III apenas.

  • D

    III e IV apenas.

139746Questão 9|Informática|médio

Dada a planilha Microsoft Excel 2007 abaixo, identifique a alternativa que apresenta o resultado da fórmula =C1-A2*B1∧2.

A B C 1 32 5 650 2 23 21 54

  • A
  • B
  • C
  • D

    15675,

139747Questão desatualizadaDesatualizadaQuestão 10|Informática|médio

O Microsoft Office PowerPoint 2007 inclui vários tipos diferentes de transições de slides, tais como:

(1) Quadriculado na Vertical. (2) Quadro Abrir. (3) Quadro Mágico. (4) Persiana Horizontal.

  • A

    da relação apresentada existem somente o 1, 2 e 3.

  • B

    da relação apresentada existem somente o 1, 2 e 4

  • C

    da relação apresentada existem somente o 2, 3 e 4.

  • D

    da relação apresentada existem somente o 1, 3 e 4.